Açores, São Miguel

A ideia de fazer uma viagem aos Açores não era urgente. No entanto, a curiosidade aguçou-se! Olhei para o mapa e fazia sentido numa escapadela de quatro dias.

A viagem é rápida, por isso, quando aterras tens a “pica” toda para começar logo a descobrir São Miguel, a única ilha por onde íamos estar estes dias.

Alojamento

Quanto ao alojamento, a Beatriz acolheu-nos na Exclusive Guesthouse Praia de Santos, num antigo bairro de pescadores, mesmo nos arredores de Ponta Delgada. Fiquei deliciado com a decoração e pela amável equipa que nos recebeu. Fica junto à marginal, o que completa o quadro de aconchego. Podes ler mais sobre a estadia aqui.

 

Quanto à nossa viagem

Alugar um carro é imprescindível. Logo depois de pousarmos as malas, saímos disparados para o único local que queríamos visitar antes que o dia terminasse, as Poças de Dona Beija. Estas piscinas de água quente eram o aperitivo do prato principal que nos aguardava nos restantes dias. A entrada custa 4 euros. No entanto, sabem a muito mais e estariam sobrelotadas em qualquer cidade europeia. A temperatura exterior era cerca de 12º, por isso só apetecia estar dentro de água (39º). As várias piscinas tem uma cor preta e alaranjada como podes ver pelas fotos. O preto tem a haver com a cor da rocha e a cor alaranjada devido aos metais que compõem a água, e que cobrem a paisagem por onde passam. Saímos para jantar por volta das 19 horas e voltámos. Era irresistível. O cenário à noite parecia saído de um filme, com as luzes a iluminar apenas o suficiente para se ver a névoa levantada pela evaporação da água.

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Para o dia seguinte tínhamos combinado uma excursão com o Daniel da Turisverde. É um dos guias mais antigos dos Açores. E depois de fazer esta viagem com ele acredito que é um dos que os conhece melhor. A minha opinião sobre os guias locais tem mudado. Tendo essa possibilidade, acho que se fica a conhecer muito melhor um sítio, ao invés de  nos entregarmos orgulhosamente à descoberta de um local por nós próprios.

Fizemos a viagem pela costa sul, em direcção das Furnas. À medida que íamos avançando, iam aparecendo os monumentos e recantos históricos. Lagoa, Água de Pau, Vila Franca do Campo, Ribeira Quente eram as vilas mais pitorescas. Muita da espectacularidade dos Açores está nos seus lindos miradouros. Aquelas paisagens deslumbrantes que surgem nos altos e baixos da ilha. E o Daniel levou-nos a esses sítios fantásticos.

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Continuámos e inflectimos então para as Furnas para presenciarmos o momento em que as panelas de cozido saem do chão, por volta do meio-dia. Almoçámos no Tony’s, um negócio que já se expandiu para 3 restaurantes. É necessário fazer reserva. Depois de almoço fomos à fábrica de chá Gorreana. Nestes dias, ainda invernosos e frios, sabe bem beber um chá quente. O Daniel explicou-nos o processo de fabrico do mesmo e, a própria fábrica oferece chá verde e preto para experimentares. Sabias que estes dois chás são apanhados da mesma planta? A única diferença está na maturidade das folhas que originam cada um deles.

Mais tarde tentámos fazer uma abordagem à Lagoa do Fogo. As nuvens baixas não permitiram observá-la, prazer que só viríamos a ter no dia seguinte. Ainda assim, fomos percorrer a estrada junto à costa norte: Ribeira Grande, Rabo de Peixe, Calhetas entre outras paisagens maravilhosas. As dicas do Daniel permitiram-nos continuar a descobrir a ilha de uma forma autónoma. Obrigado!

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Os Açores permitem também explorar o Mar. Acho que vai sempre existir aquele sentimento de incerteza. Será que vamos ver alguma coisa neste mar imenso? Uma baleia? Um cachalote? Uma tartaruga? A Picos de Aventura disponibiliza uma estatística onde se registam os aparecimentos das várias espécies ao longo do ano. No briefing é comunicado que podemos não avistar qualquer espécie. No entanto, a sorte ia estar do nosso lado. Vimos imensos golfinhos comuns, uma espécie residente ao largo da ilha. No total mais de 50, espalhados pelo percurso que fizemos. Ora saltavam, ora brincavam. Valeu a pena ver esta espécie em liberdade, principalmente com a equipa de biólogos que estava connosco no barco, que iam esclarecendo algumas dúvidas e contando detalhes da vida marinha dos Açores.

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Do mar era possível ver que o pico da Lagoa do Fogo estava meio descoberto, o que me levava a acreditar que poderíamos visitá-la de tarde. E assim foi, mas não com plena ausência de nuvens. Conseguiu-se ver a maravilha cratera do vulcão com água. Após uma breve sessão fotográfica, dirigimo-nos para Ponta Delgada, mas fizemos a viagem por Ribeira Grande, onde o Sol se começava a pôr. É a segunda maior cidade de São Miguel e é possível fazer uma caminhada para descobrir alguns dos seus recantos. À noite nada melhor que um passeio pela marginal de Ponta Delgada, onde atracam os Cruzeiros.

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Acordámos. Só nos restava este dia para ver o resto da ilha, o lado Oeste da Lagoa das Sete Cidades. Ainda não tínhamos vindo para esta zona porque o tempo não tinha andado de feição. Através do site www.spotazores.com é possível ver o estado do tempo de vários locais, pelas imagens das câmaras espalhadas pela ilha. Neste último dia, finalmente podíamos estar descansados, estava bom tempo. Arrancámos logo de manhã em direcção ao que é, para mim, o melhor miradouro de São Miguel, a Boca do Inferno. Deste miradouro é possível ver imensas lagoas (Rasa, Santiago e Sete Cidades) divididas pelo verde dos montes e crateras de vulcões. Uma vista arrebatadora e fantástica. O acesso a este miradouro não é difícil e vale bem o esforço de o encontrar. Fica perto da Lagoa do Canário.

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De seguida podes dirigir-te ao miradouro da Vista do Rei, de onde se vê a lagoa das Sete Cidades, com as suas duas cores. E até descer até Sete Cidades, a vila, bem no centro da cratera. Entretanto já se aproximava a hora de almoço e fomos percorrer a costa Oeste/Norte, desde Ferraria até Capelas. No caminho almoçámos em Mosteiros, uma vila piscatória em volta de uma baía.

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O fim de tarde mereceu um lanche no Café central de Ponta delgada que tem uma óptima pastelaria e onde podes experimentar alguns bolos típicos da ilha como a Queijada de Vila Franca do Campo e as Fofas da Povoação.

Tendo a nossa viagem começado com um excelente aperitivo, não podia ter terminado melhor do que com este doce. Ainda ficaram mais oito ilhas por conhecer. Fica para uma próxima.

Onde almoçar/jantar?

  • O Galego, conhecido pela sua carne, com preço médio para 2 pessoas 30€;
  • Cais 20, para quem gosta de peixe, com preço médio para 2 pessoas 30€
  • Taberna Açor, para petiscos e produtos regionais. Preço médio para 2 pessoas 25€
  • Tony’s, para o cozido das Furnas. Preço médio para 2 pessoas 25€

Alojamento?
Casa Praia de santos, Exclusive Guest house
Para saberes mais consulta www.praiadesantosguesthouse.com

Aluguer de carro?
Plataforma Ryanair tem os melhores preços. Para estes 5 dias pagámos 170€ pelo aluguer de uma Fiat500 com seguro sem franquia, GPS e segundo condutor. O gasóleo ficou por mais 20€

Actividades na ilha

  • Guia turístico – Turisverde, com o Daniel. Pela sua experiência é a escolha mais acertada

Para saberes mais consulta www.turisverde.com

  • Picos de Aventura – É uma das empresas mais conceituadas para actividades em S. Miguel.

Para saberes mais consulta www.picosdeaventura.com

  • Poças Dona Beija – 4€. Se quiseres sair e voltar, pede para te carimbarem o pulso.
  • Plantações de Chá Gorreana – Grátis
  • Uma festa numa vaca – Grátis
  • Queijos regionais no “Rei dos Queijos”, no mercado da Graça em S. Miguel é o sítio ideal para comprares os queijos das várias ilhas.

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Varadero

Como marcámos a viagem sem agência de viagem, tivemos de andar à procura de um transporte para Varadero. Existem várias possibilidades, desde o comboio, avião, taxi até ao autocarro. Este último foi o que escolhemos. Não fomos pela Via Azul, a transportadora cubana, que oferece bastantes destinos. Se tiverem curiosidade, basta visitar o site – viazul.com. Acabámos por comprar o nosso transfer no Hotel Inglaterra, no Parque Central de Havana, por 25 CUC. O autocarro tinha todas as condições para nos transportar e a viagem durou cerca de duas horas, com a grande vantagem de nos deixar no hotel que pretendêssemos.

Noutro post, já tinha deixado boas indicações do nosso resort, com video e tudo – o Ocean Vista Azul! O hotel prima pela sua localização. É fantástico entrar nestes hotéis de lounge aberto. Ao fundo vemos o mar. Dá vontade de deixar a mala e enfiarmo-nos  logo na infinity pool. “Mal posso esperar a hora de deixar o quarto já com os calções da praia vestidos”. Mas enquanto fazemos o checkin, recebemos um cocktail para ir refrescando do calor intenso.

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Em Varadero todos os hotéis encostados à praia têm catamarans e actividades gratuitas. A água é sempre quente e a areia fina, fazendo desta praia uma das referências mundiais. Os cubanos têm imenso orgulho nas suas praias. Dizem mesmo que é a melhor do mundo. E de facto é de bradar aos céus. Quem me dera viver uma temporada num sítio destes. Além de quente, a água tem imensa vida. Consegues nadar à beira dos peixes, descobrir pequenos corais encostados às falésias da praia e brincar com estrelas do mar. O bar junto à praia também ajuda na animação, com alguma música à mistura.

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Mas para quem não gosta de praia, tem piscina. Perto da principal havia sempre animação programada e cocktails do dia. Na hora do calor, preferia ir para os colchões com sombra e fazer uma bela sesta, longe do barulho da salsa cubana. Quando estava quente de mais, escorregava para piscina. Sabe tão bem! Outra vantagem dos resorts em regime TI é a possibilidade de te dirigires ao bar e pedires o que bem te apetecer para beberes, ou comeres, como por exemplo umas asinhas de frango com uma margarita a meio da tarde!

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O nosso quarto ficava no edifício principal, virado para o mar. Todos os dias podíamos deitar-nos na poltrona da varanda e aproveitar o pôr do sol, antes ou depois do jantar, conforme o nosso apetite.

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E por falar em apetite, umas férias estão quase sempre associadas a comer e beber bem. Por isso, se vieres a Varadero tens de aproveitar os restaurantes temáticos. O dress code é sempre mais apertado e podes tornar a tua noite mais glamourosa, com empratamentos requintados de comida deliciosa. Sempre que posso, evito o Buffet à hora de jantar.

Depois de jantar, sabe bem dar uma caminhada pelos passeios do resort, ladeados por relva e iluminação subtil. Depois é hora de ouvir um pouco de música cubana junto ao bar. Com um copo de rum envelhecido ou um cocktail para as senhoritas, desfrutamos de um pouco de Salsa, jazz ou meregue, antes de ir para o quarto descansar.

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Fim de semana no Vila Galé Ericeira

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Convido-vos a passarem um fim de semana às portas de Lisboa. Especialmente bem alojados no Vila Galé Ericeira, um hotel fenomenal pousado à beira mar.

Do Porto demoramos cerca de três horas a chegar à Ericeira. É uma boa viagem para se fazer pela manhã. Eventualmente podemos parar em Aveiro para um café e um ovo mole.

Chegando à Ericeira sente-se logo o ambiente surfista da vila. As casas caiadas de branco, o céu azul e algumas pranchas pousadas à beira dos muros, empurram-nos para o mar, procurando os surfistas que já andam por lá.

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O Hotel Vila Galé fica protegido por um pedaço de terra que entra pelo mar. Protegido pelas marés e dos ventos, proporciona uma excelente vista da Praia do Sul. Esta, sendo um pouco rochosa, esconde lagoas e recantos que é possível descobrir num dia solarengo.

À tarde, quando o sol já bate forte, sabe bem ficar pelas piscinas do Hotel, a beber um refresco e a comer uns petiscos, na expectativa de ver o pôr do Sol. O spa também é por ali perto, e podemos desfrutar das instalações junto às piscinas.

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Depois de jantar, aventuramo-nos no bar. Com uma noite agradável é possível vir cá fora e ouvir as ondas do mar, que passam ali mesmo.

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Despertando, cresce a ansiedade do pequeno almoço. É excelente levantar e acolher logo pela manhã o mar ali tão perto. Aqui apercebemo-nos de todo o esplendor do posicionamento do hotel. Parecemos estar dentro do mar. O Sol, que se vai levantando, vai invadindo as brumas da noite, ainda envoltas na névoa matinal. Uma paisagem inspiradora para quem procura um pouco de descanso e vistas desafogadas.

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Outras facilidades do Hotel Vila Galé Ericeira

  • um restaurante
  • dois bares
  • salas para eventos e reuniões empresariais
  • clube de crianças e parque infantil
  • clube de saúde com salas de massagens, jacuzzi, sauna, banho turco
  • ginásio

De Krabi para…Koh Hong e Koh Phi Phi

Depois de sairmos de Bangkok fomos em direcção a Krabi, uma região de praias e ilhas no sul da Tailândia. Viajámos pela Bangkok Airways, uma companhia moderna e com os voos relativamente baratos. Marquei mesmo pelo seu site. Muito simples e intuitivo. A viagem dura cerca de 50 minutos e é possível apreciar também a paisagem aérea.

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Escolhemos o voo das 9:00 horas da manhã para conseguirmos optimizar o dia. Calculei que por volta da hora de almoço já poderia estar livre para começar a explorar a praia de Ao Nang. E assim foi. À chegada ao aeroporto, também foi fácil chegar ao hotel. Existe uma empresa de autocarros e basta indicar qual o hotel, que deixam-nos mesmo à porta. Depois de fazer o check-in no Pakasay Resort, estávamos livres para desfrutar, longe da agitação metropolitana de Bangkok.

A escolha de Ao Nang recaiu sobretudo pela proximidade às ilhas Phi Phi e Hong, que são mais próximas do que de quem vem de Phuket, por exemplo.

Um dos primeiros locais que exploramos era mesmo ali. Ao lado de Ao Nang, encontrámos uma das praias mais bonitas que visitámos na Tailânia -Railay Beach. Só acessível de barco, fica num género de península, rodeada de rochedos e árvores tropicais, com habitantes curiosos a circular, como os macacos. Aqui começámos a recordar as ilhas escarpadas que se vêm nas fotografias das agências de viagens. O mar azul e transparente, como que nos impele para um mergulho. De cada vez que descobríamos uma praia nova, nem imaginávamos que logo a seguir, vinha outra vista diferente e maravilhosa.

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Podes atravessar península através de uma rua estreita e vais dar a um lugar muito calmo, de águas quase paradas. A meio do caminho vai-te dar vontade de voltar para trás, mas não pares. Continua que vai valer a pena. Foi aí que almoçamos, no Diamond Restaurant.

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Koh Phi Phi

Em Krabi, a ideia era aproveitar o bom tempo e visitar as ilhas. Esta visita é a mais procurada. Passámos por sete locais, embora não tenho ficado com o registo do último em que parámos para fazer mergulho. Apenas sustive a respiração e atirei-me ao mar para ver os peixes e os corais que existiam no fundo.

Bamboo Island, eventualmente a melhor praia em que estivemos. Água cristalina, areia fina…uma maravilha!

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Viking Cave, com pinturas e ninhos de aves migratórias.

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Pileh Laggon, uma lagoa com águas límpidas.

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Maya Bay, famosa ilha onde foi filmado “The Beach”, com Leonardo Di Caprio. Mas como podem ver, a sobrelotação de turistas, tira o encanto todo.
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Mergulho em Monkey Bay

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Almoço nas ilhas Phi Phi

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Ko Hong

Esta viagem fizemos quase nos últimos dias, antes de regressarmos a Portugal. Foi pena estar um dia mais fechado. Apanhámos alguma chuva, mas mesmo assim foi uma viagem estrondosa. Na excursão que tínhamos feito às Phi Phi, conhecemos o Aurélio, a Marlene, a Madalena, o António e a Elvira. Tínhamos combinado em alugar um barco e visitar as ilhas sem a rotina típica deste tipo de excursões. Quando tivéssemos cansados de um lugar, avançávamos para outro. O nosso marinheiro não sabia inglês por isso foi um pouco difícil comunicar. “It’s up to you” dizia ele. Ainda assim levou-nos a sítios mui belos. 

Hong island foi a primeira paragem. Fizemos mergulho.

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Blue Lagoon que fica no meio da ilha Hong.
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Koh Phak Bia uma ilha com uma língua de areia. Apenas estávamos nós!

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Trecking de Elefante

Para quem gosta de conviver com animais, aqui está uma oportunidade de interagir com eles. Andámos com o Elefante, pelo meio de uma savana tailandesa e um rio. Acho que é o suficiente, tanto para o animal como para nós, pois torna-se desconfortável ao fim de algum tempo.
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Pôr do Sol em Ao Nang. Ao Nang não é daquelas praias paradisíacas que esperas encontrar na Tailândia. O comércio de rua, os restaurantes fazem desta zona ideal para os fins de dia, onde podes passear, comer e fazer umas massagens tailandesas. É um local turístico, onde há supermercados, bancos, lojas de câmbio etc. Um lugar cem por cento seguro para estares tranquilo e longe dos teus problemas. Ao Nang ainda está em reconstrução devido ao tsunami de 2004, por isso não te admires de veres algumas zonas demolidas.

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Por pessoa:

Ida e volta de Avião (Bangkok – Krabi) – cerca de 70€

Transporte do Aeroporto para o Hotel -150 baht
Ida e volta a Ralay Beach – 200 baht
Visita Ilhas Phi Phi – 1200 baht (sendo que estão incluídos 400 bahts de entrada no parque nacional) – O almoço está incluído.
Visita Ilhas Hong – 800 baht (300 bahts incluídos de entrada do parque nacional)
Trecking Elefante – 500 baht