Croácia, dicas para a tua viagem!

Croácia, dicas para a tua viagem

Esta pode ser uma das viagens da tua vida. A Croácia e os seus roteiros compadecem do que de melhor espera um travel addicted. Um país completo na gastronomia, simpático nas suas gentes, atraente nas suas praias e com um clima fantástico. Bem vindo à Croácia.

Há imenso tempo que não escrevia aqui pelo blog. A maratona de representar a Momondo como embaixador e o fim de ano tiraram-me por completo a vontade de escrever! Mas já estou a pôr a escrita em dia! Para além disso, terminei o video sobre a Croácia. Convido-te a veres e a subscreveres o canal. O meu grande objectivo no Youtube é atingir os 1000 subscritores, por isso pedia-te a tua ajuda!! Clica aqui para subscrição rápida!!

UH! Adorei fazer este video. Foi partilhado pelo Turismo da Croácia nas redes Sociais!! Fiquei mesmo contente pelo reconhecimento.

Mas chega de introduções. O que tu queres saber é como é que podes visitar a Croácia. Sendo assim vou preparar este post com vários destaques como Roteiro, O que comer, Dicas e Top locais que deves visitar.

Roteiro e dormidas (Booking)

De todas as viagens, esta foi a primeira vez que viajámos sem estadia planeada/reservada para toda a duração da mesma. Nas anteriores fiz o planeamento ao detalhe das dormidas e já saía de Portugal com tudo marcado. Mas para aqui foi diferente. Optámos por marcar apenas as primeiras noites, em Zadar.

Na minha perpectiva a grande vantagem de usar este sistema é que se conseguem apanhar os cancelamentos de boas habitações, que ficam a preços porreiros. Como sabes, o Booking oferece cancelamento gratuito. Algumas vezes, até dois dias antes da data efetiva de alojamento. Se alguém cancelar uma estadia, ela volta a ficar disponível na plataforma e, dessa forma, os proprietários acabam por baixar um pouco o preço. Se estiveres atento vais apanhando essas “promoções”. É um risco que vale a pena correr.



Booking.com

Esta viagem teve um total de 11 dias. Aterrámos em Split por volta das 20:30 e arrancámos logo para Zadar onde iriamos dormir essa noite. No dia seguinte visitariamos o Parque Natural dos Lagos Plitvice, que ainda ficam a algumas horas de distância. No regresso dormiriamos novamente em Zadar.

Por falar em carro, alugámos o nosso pela plataforma da Ryanair. Acho que é o site mais barato. Já tinha escrito sobre este assunto no post de Amalfi. Também contratamos sempre o seguro contra todos os riscos. Não vale a pena poupar no seguro e arriscar estragar umas férias se acontecer algo com o carro. As estradas na Croácia são espetaculares e podes confiar nos tempos do Google maps. Fartei-me de utilizar esta aplicação com o roaming grátis da UE.

No terceiro dia visitámos Zadar de manhã e logo após o almoço dirigimo-nos para Trogir. Optámos por fazer uma estrada nacional que vai junto ao mar. Assim iámos parando pela praias e visitanto algumas localidades. Os sítios onde parámos foram um pouco aleatórios. Na Croácia, à entrada de cada vila ou cidade existe um outdoor com o principal ponto de visita ou praia. Assim, se te parecer bem, podes parar para dar uma vista de olhos. É óptimo viajar fora das autoestradas. Conhece-se o país de outra forma. Este foi um desses exemplos.

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Pela hora de almoço chegámos a Trogir. Estava uma vaga de calor imensa. Aí uns 40º. Ficámos alojados bastante próximos do centro e mal fizémos o check in, deram-nos logo duas cervejas fresquinhas! Veio mesmo a calhar! Os Croatas são bastante acolhedores e em vários locais ofereceram-nos cerveja ou vinho. Mas também apanhei anfitriões menos simpáticos. Penso que depende da sorte! ahahah

No dia em que chegámos a Trogir ainda fomos visitar uma das melhores praias daquela zona – Labadusa. Foi sem dúvida uma excelente introdução às praias da Croácia. De referir que deves levar um calçado próprio para as praias deste país. Tem sempre imensas rochas e não estivemos em praias de areia fina, o que se pode tornar um pouco incómodo. Nós já iamos prevenidos, mas podes sempre desenrascar este calçado numa loja Decathlon que exista lá.

 

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No quarto dia visitámos Trogir no início da manhã e Split logo a seguir, de forma a almoçar por lá. As cidades croatas têm imensa influência da cultura romana. Split é uma dessas cidades, já que é uma cidade portuária, e logo, mais sujeita ao elevado fluxo de culturas. O centro é pequeno faz-se bem a pé (quando não está calor). Para quem gosta de andar nestes centros históricos é um passeio super charmoso (melhor, só mesmo em Hvar).

Na parte da tarde fomos às praias de Podstrana. o que achas deste paraíso? Se achas que é bom, espera pelos próximos episódios.

Quinto dia. A viagem ia quase a meio. O objectivo deste dia era chegar à ilha de Hvar. Esta dica que te vou passar descobri ao preparar a viagem. Existe um transfer que liga Split a Hvar. No entanto, não é possível ir de carro. É um barco exlusivo a pessoas. A empresa que opera é a Jadrolinija e é pelo seu site que podes comprar os bilhetes. Nós comprámos online, pagando com cartão de crédito. Como estávamos de carro, e queríamos conhecer a ilha de Hvar, descobrimos que existe uma ligação/transfer mais barata e onde é possível levar o carro. Ou seja, a ligação Drevnik – Sucuraj. Já sei que implica uma viagem pela costa croata de algumas horas. Mas afinal de contas não é assim tanto tempo. Ao fazeres esse percurso vais conhecendo mais um pouco deste país. A viagem de Trogir até Jelsa, em Hvar, fez-se numa manhã, com duas paragens para praia e almoço. Tenta ter conta que é preciso estar com alguma antecipação no Ferry, porque no Verão foma-se alguma fila, podendo comprometer os tempos da viagem. Por sorte, o nosso carro foi o último a entrar nesse ferry! Se não teríamos que esperar pelo próximo.

Nesse dia acabámos por nos instalar no alojamento e jantar por perto. Nesta altura ainda estávamos com ideia de ir até Dubrovnic, mas rapidamente abandonaríamos essa ideia. Um dos motivos foi a elevada hospitalidade dos nossos anfitriões. Por outro, a qualidade de “vida”/férias proporcionada por esta ilha é fenomenal. Acabámos por ficar os restantes dias aqui, conhecendo toda a ilha e algumas adjacentes fazendo recurso de operadores locais.

Este foi o nosso roteiro para 11 dias na Croácia. Como referi atrás, estávamos preparados para ir até Dubrovnic. Mas para quem acompanhou as stories no Instagram percebeu que decidimos parar na beleza e qualidade da ilha de Hvar. Não deu mesmo para continuar. hahah Nos próximos ano continuaremos esta viagem. No fim deste post podes ver o outro video que fiz só acerca desta ilha!!!

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O que comer/ Onde Comer na Croácia

Um dos segredos para viajar muito é poupar. Inclusivé durante as viagens. Todos os alojamentos que escolhemos tinham cozinha e isso permitiu-nos viver um fenómeno super interessante – o acolhimento dos croatas. Por incrível que pareça, a maior parte dos anfitriões excederam a expetativa. Alguns deles ofereceram cerveja e algo para petiscar e, em Hvar, ofereceram-nos vinho e licor. Acho que as piores experiências foram as localizadas junto aos centros históricos. As casas rurais que alugámos foram muito mais amigáveis.

Em termos de custos, diria que comprar algumas coisas para fazer em casa fica pelo preço médio de Portugal. Talvez 10% mais caro! O que é decididamente mais caro é a fruta. Em qualquer lado encontramos um Lidl, Kozum ou Ribola. Embora não se perceba o que está escrito nas etiquetas, é fácil perceber o que se está a comprar! Por isso, esta não é uma experiência complicada.

Na Croácia apenas utilizei o Cartão Revolut. É um Cartão pré-pago que podes pedir GRATUITAMENTE através do meu link e aceite universalmente. Podes bloquear o cartão através da app caso o percas, levantar dinheiro, fazer pagamentos nos TPA’s e consultar os cambios.

Quanto aos restaurantes, tivemos algumas boas e excelentes surpresas.

Konoba Maslina

IG@konobamaslina – Bem no centro da Ilha de Hvar. Foi um restaurante que nos foi aconcelhado por estar no meio de uma plantação de oliveiras. O Pôr-do Sol na Croácia tem tons mágnificos e este ficou na memória. A comida era muito boa e bem confecionada. A chef e dona do restaurante passava algum tempo a falar com os clientes. Explicou-nos que era tudo feito com produtos regionais. Muito simpática.

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mamato bar

Mamato Bar

IG@mamatobarzdrilca – Nas ilhas Paklinski otoci, mesmo em frente à cidade de Hvar foi a melhor experiência gastronómica. É um restaurante com cozinha de autor. Entradas com queijos, enchidos, ovas de peixes. Os pratos são super bem confeccionados. Mais uma vez o pôr do Sol esteve presente! De destacar a calma destes locais, sem excesso de gente nem das multidões. Estes locais são excelentes para terminar o dia, já que durante as férias passamos por sítios com excesso de gente.

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mamato bar

Lola Bar

IG@lola_bar_and_street_food_hvar – Bem no centro da zona portuária/turística de hvar, aqui dá para sentir o início da vida nocturna da Croácia. As ruas apertadas e os turistas amontoam-se por ali. Tivemos de esperar um pouco para ter mesa, mas valeu a pena. A comida era também deliciosa.

Estas foram três experiências que acho que tinha mesmo de partilhar.

 

Top atrações na Croácia

Pôr do sol cor de rosa

Pois! Esta é uma daquelas coisas que não vais querer perder na Croácia. Autênticos Por do Sol em tons cor de rosa. Quando estávamos a jantar no Mamato bar tive mesmo de perguntar se era só eu que estava com essa impressão. Também tivemos bastante sorte com o tempo que apanhámos. Todos os dias com céu limpo e um calor abrasador fizeram as delícias destas férias. Outra questão importante é que a Cróacia está localizada a norte de Portugal, ou seja no pico do Verão amanhece por volta das 5h da manhã e anoitece por volta das 22h.

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Praias

Há quem goste, há quem não goste. As praias não são de areia fina, mas são de uma beleza incontornável. Apenas por um dia não estivemos em locais com vista para o mar, quando fomos aos lagos Plitvice. De resto andámos sempre com a água aos nossos pés. Há locais que não são muito convidativos, é certo. Mas de uma forma geral só se está bem lá dentro. Uma boa maneira de selecionar as praias que podemos visitar é seguir algumas páginas do Instagram temáticas deste país. Desde que marquei os voos que fui guardando as localizações das que mais gostei e marcando no mapa para ser mais fácil localizar. Quer pela costa desde Zadar até Drvenic e na ilha de Hvar. Na ilha de Hvar apanhámos praias simplesmente espetaculares. Quer pela ilha, quer no tour a Vis. Aparecem imensas nos videos que fiz de drone.

Lagos Plitvice

O Parque natural dos Lagos Plitvice ficam a meio caminho de Zadar a Zagrev. O parque é enorme e até carote. Só vale a pena visitar quem gosta de estar na natureza. Nestes lagos não é possível mergulhar e existem vários percursos conforme o tempo disponível. Existem duas zonas de cascatas. As pequenas e as grandes e estão em zonas distintas. Dentro do parque existem diversos transportes para facilitar a rápida visita, mas ainda assim o percurso mais completo demora cerca de 6 horas a concluir. Existem zonas de alimentação e os passdiçoes são incrívei. Mas como disse, para quem gosta.

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Cidades medievais

Como já referi, as cidades Croatas receberam enorme influência romana. Por isso, quando andamos pelas ruas estreitas não estranhamos a arquitectura. Não é como no norte da Europa, assemelhando-se até ao que encontramos em algumas cidades portuguesas. Em Split há até teatros que encenam cenas romanas, onde se aglomeram centenas de turistas curiosos. Outra vantagem é que não são cidades grandes. Por exemplo Split e Zadar visitam-se numa parte do dia, se selecionarmos um top 5 do que há para ver.

Ilha Vis

Um verdadeiro tesouro escondido da Croácia. A Ilha em si tem pouquíssimos habitantes e todos os dias saem centenas ou dezenas de barcos para visitar Ilha. A ilha tem praias lindísssimas, uma gruta azul mas também outra curiosidade. Era a ilha escolhida pelo Marechal Tito para passar férias. Foi presidente da Jugoslávia. Como tinha uma casa de férias aqui, também tinha um bunker nautico, uma espécie de tunel onde se poderia abrigar de um eventual ataque militar. Foi engraçado entrar ali de barco a toda a velocidade, experimentando o que poderia ter vivido Tito nessa altura.

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Ilha Hvar

É uma das melhores formas de acabar este post sobre a Croácia. A ilha de hvar preencheu-nos. Conseguimos viver aqui momentos verdadeiramente deliciosos. Não é um destino sobrelotado, embora se vejam imensos turistas. Mas sente-se que o turista é respeitado. Não fomos importunados uma única vez por vendedores ambulantes. Andar pela ilha de carro era facilimo e as praias preenchiam por completo a sede de verão que se acumulad durante um ano inteiro de trabalho. É um sítio que nos deixa completamente confortável até pelas pessoas. Ficámos alojados numa casa em que o anfitrião nos deixava vinho todos os dias no quarto, já que o produzia nas suas terras. Quando acordávamos dávamos de caras com o seu jardim e figueiras cheias de frutos prontos a comer!

Outro ponto a destacar nesta ilha são os campos de alfazema. Não tenho nenhum registo fotográfico, mas na parte mais “montanhosa” da ilha é possível ver estes campos e colher alguma alfazema como recordação!!

No tema praias, as melhores foram Zarace, Ivan Dolac, Milna e Dubovica.



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Como pudeste perceber foi uma viagem que adorei. Se tiveres alguma questão a colocar, sente-te à vontade para perguntar! Terei todo o gosto em responder!

 

Despeço-me com o habitual pedido de subscrição de alguns dos meus canais, que teria todo o gosto que fizesses parte!

Obrigado e boas viagens!

www.joaotiagoliveira.com

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www.youtube.com/user/joaotiagobemhaja

 

Açores, São Miguel

A ideia de fazer uma viagem aos Açores não era urgente. No entanto, a curiosidade aguçou-se! Olhei para o mapa e fazia sentido numa escapadela de quatro dias.

A viagem é rápida, por isso, quando aterras tens a “pica” toda para começar logo a descobrir São Miguel, a única ilha por onde íamos estar estes dias.

Alojamento

Quanto ao alojamento, a Beatriz acolheu-nos na Exclusive Guesthouse Praia de Santos, num antigo bairro de pescadores, mesmo nos arredores de Ponta Delgada. Fiquei deliciado com a decoração e pela amável equipa que nos recebeu. Fica junto à marginal, o que completa o quadro de aconchego. Podes ler mais sobre a estadia aqui.

 

Quanto à nossa viagem

Alugar um carro é imprescindível. Logo depois de pousarmos as malas, saímos disparados para o único local que queríamos visitar antes que o dia terminasse, as Poças de Dona Beija. Estas piscinas de água quente eram o aperitivo do prato principal que nos aguardava nos restantes dias. A entrada custa 4 euros. No entanto, sabem a muito mais e estariam sobrelotadas em qualquer cidade europeia. A temperatura exterior era cerca de 12º, por isso só apetecia estar dentro de água (39º). As várias piscinas tem uma cor preta e alaranjada como podes ver pelas fotos. O preto tem a haver com a cor da rocha e a cor alaranjada devido aos metais que compõem a água, e que cobrem a paisagem por onde passam. Saímos para jantar por volta das 19 horas e voltámos. Era irresistível. O cenário à noite parecia saído de um filme, com as luzes a iluminar apenas o suficiente para se ver a névoa levantada pela evaporação da água.

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Para o dia seguinte tínhamos combinado uma excursão com o Daniel da Turisverde. É um dos guias mais antigos dos Açores. E depois de fazer esta viagem com ele acredito que é um dos que os conhece melhor. A minha opinião sobre os guias locais tem mudado. Tendo essa possibilidade, acho que se fica a conhecer muito melhor um sítio, ao invés de  nos entregarmos orgulhosamente à descoberta de um local por nós próprios.

Fizemos a viagem pela costa sul, em direcção das Furnas. À medida que íamos avançando, iam aparecendo os monumentos e recantos históricos. Lagoa, Água de Pau, Vila Franca do Campo, Ribeira Quente eram as vilas mais pitorescas. Muita da espectacularidade dos Açores está nos seus lindos miradouros. Aquelas paisagens deslumbrantes que surgem nos altos e baixos da ilha. E o Daniel levou-nos a esses sítios fantásticos.

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Continuámos e inflectimos então para as Furnas para presenciarmos o momento em que as panelas de cozido saem do chão, por volta do meio-dia. Almoçámos no Tony’s, um negócio que já se expandiu para 3 restaurantes. É necessário fazer reserva. Depois de almoço fomos à fábrica de chá Gorreana. Nestes dias, ainda invernosos e frios, sabe bem beber um chá quente. O Daniel explicou-nos o processo de fabrico do mesmo e, a própria fábrica oferece chá verde e preto para experimentares. Sabias que estes dois chás são apanhados da mesma planta? A única diferença está na maturidade das folhas que originam cada um deles.

Mais tarde tentámos fazer uma abordagem à Lagoa do Fogo. As nuvens baixas não permitiram observá-la, prazer que só viríamos a ter no dia seguinte. Ainda assim, fomos percorrer a estrada junto à costa norte: Ribeira Grande, Rabo de Peixe, Calhetas entre outras paisagens maravilhosas. As dicas do Daniel permitiram-nos continuar a descobrir a ilha de uma forma autónoma. Obrigado!

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Os Açores permitem também explorar o Mar. Acho que vai sempre existir aquele sentimento de incerteza. Será que vamos ver alguma coisa neste mar imenso? Uma baleia? Um cachalote? Uma tartaruga? A Picos de Aventura disponibiliza uma estatística onde se registam os aparecimentos das várias espécies ao longo do ano. No briefing é comunicado que podemos não avistar qualquer espécie. No entanto, a sorte ia estar do nosso lado. Vimos imensos golfinhos comuns, uma espécie residente ao largo da ilha. No total mais de 50, espalhados pelo percurso que fizemos. Ora saltavam, ora brincavam. Valeu a pena ver esta espécie em liberdade, principalmente com a equipa de biólogos que estava connosco no barco, que iam esclarecendo algumas dúvidas e contando detalhes da vida marinha dos Açores.

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Do mar era possível ver que o pico da Lagoa do Fogo estava meio descoberto, o que me levava a acreditar que poderíamos visitá-la de tarde. E assim foi, mas não com plena ausência de nuvens. Conseguiu-se ver a maravilha cratera do vulcão com água. Após uma breve sessão fotográfica, dirigimo-nos para Ponta Delgada, mas fizemos a viagem por Ribeira Grande, onde o Sol se começava a pôr. É a segunda maior cidade de São Miguel e é possível fazer uma caminhada para descobrir alguns dos seus recantos. À noite nada melhor que um passeio pela marginal de Ponta Delgada, onde atracam os Cruzeiros.

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Acordámos. Só nos restava este dia para ver o resto da ilha, o lado Oeste da Lagoa das Sete Cidades. Ainda não tínhamos vindo para esta zona porque o tempo não tinha andado de feição. Através do site www.spotazores.com é possível ver o estado do tempo de vários locais, pelas imagens das câmaras espalhadas pela ilha. Neste último dia, finalmente podíamos estar descansados, estava bom tempo. Arrancámos logo de manhã em direcção ao que é, para mim, o melhor miradouro de São Miguel, a Boca do Inferno. Deste miradouro é possível ver imensas lagoas (Rasa, Santiago e Sete Cidades) divididas pelo verde dos montes e crateras de vulcões. Uma vista arrebatadora e fantástica. O acesso a este miradouro não é difícil e vale bem o esforço de o encontrar. Fica perto da Lagoa do Canário.

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De seguida podes dirigir-te ao miradouro da Vista do Rei, de onde se vê a lagoa das Sete Cidades, com as suas duas cores. E até descer até Sete Cidades, a vila, bem no centro da cratera. Entretanto já se aproximava a hora de almoço e fomos percorrer a costa Oeste/Norte, desde Ferraria até Capelas. No caminho almoçámos em Mosteiros, uma vila piscatória em volta de uma baía.

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O fim de tarde mereceu um lanche no Café central de Ponta delgada que tem uma óptima pastelaria e onde podes experimentar alguns bolos típicos da ilha como a Queijada de Vila Franca do Campo e as Fofas da Povoação.

Tendo a nossa viagem começado com um excelente aperitivo, não podia ter terminado melhor do que com este doce. Ainda ficaram mais oito ilhas por conhecer. Fica para uma próxima.

Onde almoçar/jantar?

  • O Galego, conhecido pela sua carne, com preço médio para 2 pessoas 30€;
  • Cais 20, para quem gosta de peixe, com preço médio para 2 pessoas 30€
  • Taberna Açor, para petiscos e produtos regionais. Preço médio para 2 pessoas 25€
  • Tony’s, para o cozido das Furnas. Preço médio para 2 pessoas 25€

Alojamento?
Casa Praia de santos, Exclusive Guest house
Para saberes mais consulta www.praiadesantosguesthouse.com

Aluguer de carro?
Plataforma Ryanair tem os melhores preços. Para estes 5 dias pagámos 170€ pelo aluguer de uma Fiat500 com seguro sem franquia, GPS e segundo condutor. O gasóleo ficou por mais 20€

Actividades na ilha

  • Guia turístico – Turisverde, com o Daniel. Pela sua experiência é a escolha mais acertada

Para saberes mais consulta www.turisverde.com

  • Picos de Aventura – É uma das empresas mais conceituadas para actividades em S. Miguel.

Para saberes mais consulta www.picosdeaventura.com

  • Poças Dona Beija – 4€. Se quiseres sair e voltar, pede para te carimbarem o pulso.
  • Plantações de Chá Gorreana – Grátis
  • Uma festa numa vaca – Grátis
  • Queijos regionais no “Rei dos Queijos”, no mercado da Graça em S. Miguel é o sítio ideal para comprares os queijos das várias ilhas.

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Obrigado

Varadero

Como marcámos a viagem sem agência de viagem, tivemos de andar à procura de um transporte para Varadero. Existem várias possibilidades, desde o comboio, avião, taxi até ao autocarro. Este último foi o que escolhemos. Não fomos pela Via Azul, a transportadora cubana, que oferece bastantes destinos. Se tiverem curiosidade, basta visitar o site – viazul.com. Acabámos por comprar o nosso transfer no Hotel Inglaterra, no Parque Central de Havana, por 25 CUC. O autocarro tinha todas as condições para nos transportar e a viagem durou cerca de duas horas, com a grande vantagem de nos deixar no hotel que pretendêssemos.

Noutro post, já tinha deixado boas indicações do nosso resort, com video e tudo – o Ocean Vista Azul! O hotel prima pela sua localização. É fantástico entrar nestes hotéis de lounge aberto. Ao fundo vemos o mar. Dá vontade de deixar a mala e enfiarmo-nos  logo na infinity pool. “Mal posso esperar a hora de deixar o quarto já com os calções da praia vestidos”. Mas enquanto fazemos o checkin, recebemos um cocktail para ir refrescando do calor intenso.

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Em Varadero todos os hotéis encostados à praia têm catamarans e actividades gratuitas. A água é sempre quente e a areia fina, fazendo desta praia uma das referências mundiais. Os cubanos têm imenso orgulho nas suas praias. Dizem mesmo que é a melhor do mundo. E de facto é de bradar aos céus. Quem me dera viver uma temporada num sítio destes. Além de quente, a água tem imensa vida. Consegues nadar à beira dos peixes, descobrir pequenos corais encostados às falésias da praia e brincar com estrelas do mar. O bar junto à praia também ajuda na animação, com alguma música à mistura.

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Mas para quem não gosta de praia, tem piscina. Perto da principal havia sempre animação programada e cocktails do dia. Na hora do calor, preferia ir para os colchões com sombra e fazer uma bela sesta, longe do barulho da salsa cubana. Quando estava quente de mais, escorregava para piscina. Sabe tão bem! Outra vantagem dos resorts em regime TI é a possibilidade de te dirigires ao bar e pedires o que bem te apetecer para beberes, ou comeres, como por exemplo umas asinhas de frango com uma margarita a meio da tarde!

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O nosso quarto ficava no edifício principal, virado para o mar. Todos os dias podíamos deitar-nos na poltrona da varanda e aproveitar o pôr do sol, antes ou depois do jantar, conforme o nosso apetite.

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E por falar em apetite, umas férias estão quase sempre associadas a comer e beber bem. Por isso, se vieres a Varadero tens de aproveitar os restaurantes temáticos. O dress code é sempre mais apertado e podes tornar a tua noite mais glamourosa, com empratamentos requintados de comida deliciosa. Sempre que posso, evito o Buffet à hora de jantar.

Depois de jantar, sabe bem dar uma caminhada pelos passeios do resort, ladeados por relva e iluminação subtil. Depois é hora de ouvir um pouco de música cubana junto ao bar. Com um copo de rum envelhecido ou um cocktail para as senhoritas, desfrutamos de um pouco de Salsa, jazz ou meregue, antes de ir para o quarto descansar.

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Fim de semana no Vila Galé Ericeira

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Convido-vos a passarem um fim de semana às portas de Lisboa. Especialmente bem alojados no Vila Galé Ericeira, um hotel fenomenal pousado à beira mar.

Do Porto demoramos cerca de três horas a chegar à Ericeira. É uma boa viagem para se fazer pela manhã. Eventualmente podemos parar em Aveiro para um café e um ovo mole.

Chegando à Ericeira sente-se logo o ambiente surfista da vila. As casas caiadas de branco, o céu azul e algumas pranchas pousadas à beira dos muros, empurram-nos para o mar, procurando os surfistas que já andam por lá.

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O Hotel Vila Galé fica protegido por um pedaço de terra que entra pelo mar. Protegido pelas marés e dos ventos, proporciona uma excelente vista da Praia do Sul. Esta, sendo um pouco rochosa, esconde lagoas e recantos que é possível descobrir num dia solarengo.

À tarde, quando o sol já bate forte, sabe bem ficar pelas piscinas do Hotel, a beber um refresco e a comer uns petiscos, na expectativa de ver o pôr do Sol. O spa também é por ali perto, e podemos desfrutar das instalações junto às piscinas.

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Depois de jantar, aventuramo-nos no bar. Com uma noite agradável é possível vir cá fora e ouvir as ondas do mar, que passam ali mesmo.

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Despertando, cresce a ansiedade do pequeno almoço. É excelente levantar e acolher logo pela manhã o mar ali tão perto. Aqui apercebemo-nos de todo o esplendor do posicionamento do hotel. Parecemos estar dentro do mar. O Sol, que se vai levantando, vai invadindo as brumas da noite, ainda envoltas na névoa matinal. Uma paisagem inspiradora para quem procura um pouco de descanso e vistas desafogadas.

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Outras facilidades do Hotel Vila Galé Ericeira

  • um restaurante
  • dois bares
  • salas para eventos e reuniões empresariais
  • clube de crianças e parque infantil
  • clube de saúde com salas de massagens, jacuzzi, sauna, banho turco
  • ginásio

De Krabi para…Koh Hong e Koh Phi Phi

Depois de sairmos de Bangkok fomos em direcção a Krabi, uma região de praias e ilhas no sul da Tailândia. Viajámos pela Bangkok Airways, uma companhia moderna e com os voos relativamente baratos. Marquei mesmo pelo seu site. Muito simples e intuitivo. A viagem dura cerca de 50 minutos e é possível apreciar também a paisagem aérea.

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Escolhemos o voo das 9:00 horas da manhã para conseguirmos optimizar o dia. Calculei que por volta da hora de almoço já poderia estar livre para começar a explorar a praia de Ao Nang. E assim foi. À chegada ao aeroporto, também foi fácil chegar ao hotel. Existe uma empresa de autocarros e basta indicar qual o hotel, que deixam-nos mesmo à porta. Depois de fazer o check-in no Pakasay Resort, estávamos livres para desfrutar, longe da agitação metropolitana de Bangkok.

A escolha de Ao Nang recaiu sobretudo pela proximidade às ilhas Phi Phi e Hong, que são mais próximas do que de quem vem de Phuket, por exemplo.

Um dos primeiros locais que exploramos era mesmo ali. Ao lado de Ao Nang, encontrámos uma das praias mais bonitas que visitámos na Tailânia -Railay Beach. Só acessível de barco, fica num género de península, rodeada de rochedos e árvores tropicais, com habitantes curiosos a circular, como os macacos. Aqui começámos a recordar as ilhas escarpadas que se vêm nas fotografias das agências de viagens. O mar azul e transparente, como que nos impele para um mergulho. De cada vez que descobríamos uma praia nova, nem imaginávamos que logo a seguir, vinha outra vista diferente e maravilhosa.

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Podes atravessar península através de uma rua estreita e vais dar a um lugar muito calmo, de águas quase paradas. A meio do caminho vai-te dar vontade de voltar para trás, mas não pares. Continua que vai valer a pena. Foi aí que almoçamos, no Diamond Restaurant.

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Koh Phi Phi

Em Krabi, a ideia era aproveitar o bom tempo e visitar as ilhas. Esta visita é a mais procurada. Passámos por sete locais, embora não tenho ficado com o registo do último em que parámos para fazer mergulho. Apenas sustive a respiração e atirei-me ao mar para ver os peixes e os corais que existiam no fundo.

Bamboo Island, eventualmente a melhor praia em que estivemos. Água cristalina, areia fina…uma maravilha!

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Viking Cave, com pinturas e ninhos de aves migratórias.

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Pileh Laggon, uma lagoa com águas límpidas.

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Maya Bay, famosa ilha onde foi filmado “The Beach”, com Leonardo Di Caprio. Mas como podem ver, a sobrelotação de turistas, tira o encanto todo.
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Mergulho em Monkey Bay

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Almoço nas ilhas Phi Phi

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Ko Hong

Esta viagem fizemos quase nos últimos dias, antes de regressarmos a Portugal. Foi pena estar um dia mais fechado. Apanhámos alguma chuva, mas mesmo assim foi uma viagem estrondosa. Na excursão que tínhamos feito às Phi Phi, conhecemos o Aurélio, a Marlene, a Madalena, o António e a Elvira. Tínhamos combinado em alugar um barco e visitar as ilhas sem a rotina típica deste tipo de excursões. Quando tivéssemos cansados de um lugar, avançávamos para outro. O nosso marinheiro não sabia inglês por isso foi um pouco difícil comunicar. “It’s up to you” dizia ele. Ainda assim levou-nos a sítios mui belos. 

Hong island foi a primeira paragem. Fizemos mergulho.

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Blue Lagoon que fica no meio da ilha Hong.
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Koh Phak Bia uma ilha com uma língua de areia. Apenas estávamos nós!

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Trecking de Elefante

Para quem gosta de conviver com animais, aqui está uma oportunidade de interagir com eles. Andámos com o Elefante, pelo meio de uma savana tailandesa e um rio. Acho que é o suficiente, tanto para o animal como para nós, pois torna-se desconfortável ao fim de algum tempo.
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Pôr do Sol em Ao Nang. Ao Nang não é daquelas praias paradisíacas que esperas encontrar na Tailândia. O comércio de rua, os restaurantes fazem desta zona ideal para os fins de dia, onde podes passear, comer e fazer umas massagens tailandesas. É um local turístico, onde há supermercados, bancos, lojas de câmbio etc. Um lugar cem por cento seguro para estares tranquilo e longe dos teus problemas. Ao Nang ainda está em reconstrução devido ao tsunami de 2004, por isso não te admires de veres algumas zonas demolidas.

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Por pessoa:

Ida e volta de Avião (Bangkok – Krabi) – cerca de 70€

Transporte do Aeroporto para o Hotel -150 baht
Ida e volta a Ralay Beach – 200 baht
Visita Ilhas Phi Phi – 1200 baht (sendo que estão incluídos 400 bahts de entrada no parque nacional) – O almoço está incluído.
Visita Ilhas Hong – 800 baht (300 bahts incluídos de entrada do parque nacional)
Trecking Elefante – 500 baht