Marrocos, Marrakesh à noite

Olá de novo!

Podia fazer um post/texto! Mas pensa que podias sentir e estar lá?

Daí que me lembrei que podia fazer um vídeo, sem música. Só com os próprios sons…. Depois acrescentei alguma narrativa!

Nasceu Marrakesh à noite!

E não é daquelas viagens caras!

Marca hotel

Marca voo

@momondo #owtravelers #admomondo

As melhores razões para fazeres o download da App da Momondo

Olá,

Uma das razões porque apaixonei pelo programa de embaixadores da @Momondo é o facto de poder partilhar, com todos, o meu hobbie pelas viagens e realização de videos!

(Se não tens a APP ou pretendes ter com todas as especificações que vou aqui falar, faz o download através do meu link. Este link direcciona-te diretamente à Playstore ou Apple store!)

Nestes dois anos em que pertenço ao programa, a evolução da app foi fantástica. Para ti, que viajas menos ou mais, não interessa! O facto de poderes aceder a fotos inspiradoras, dicas e da parte operacional da app faz com que aumentes a tua probabilidade de viajar

  • Acciona alerta de preços para voos
  • Faz a marcação de voos
  • Descobre a tua melhor rota
  • Descobre hoteis em lugares espantosos e aos melhores preços
  • Mede a tua mala com a camera do telemóvel e diz-te imediatamente em que companhias aéreas a autorizam

Para te ilucidar de todas as potencialidades da APP, fiz um pequeno video. Espero que gostes e se puderes subscreve o meu canal de Youtube também!

Obrigado e boas viagens!!

#owtravelers #admomondo

De ON para OFF, dois destinos para desligar com a Momondo!

Quantas vezes nos fartamos da rotina e só queremos desaparecer, ficar uns momentos a sós sem séries, tv, telemóvel, redes sociais enfim: Dar mais tempo à família, filhos e outras coisas que, por vezes, perdem relevância. Todos precisamos de um detox digital para nos alhearmos do mundo e voltarmos a nós (e o nosso polegar também precisa de descansar).

A Momondo desafiou-me a eleger dois destinos em que te podes alhear de tudo – Sem tv, sem telemóvel – só tu e o mundo.

Os dois sítios para onde viajei, e mais me senti esse alheamento foram:

1º Marrocos. Impossível ficar ligado quando existem campos e montanhas infinitas sem rede! Cheguei a viajar dias inteiros, contemplando apenas as paisagens deste belo país. No deserto do Sahara é que foi mesmo um retiro espiritual! Só nós e as dunas. A animação no acampamento fez-nos perceber que, também é delicioso acabar o dia ao som dos tambores dos berberes!

2º Cuba. É outro destino onde é impossível ter internet. Em Havana por exemplo, os cubanos juntam-se nas praças de wifi para aceder à internet. As ligações são tão fracas que mais vale mesmo a pena esquecer. Concentra-te antes em andar pelas calles e beber uns mojitos pelos bares cubanos!

Por isso, se te sentiste inspirado para desligar do mundo corre para Momondo e pesquisa um voo ou hotel onde possas planear a tua viagem e desfrutar de um detox digital!

@momondo, #owtravelers e #admomondo

 

Fim de 2018! Venha 2019

Olá

E terminou 2018! Foi um ano fantástico e obrigado a todos os que participaram nele, incluindo tu, que vês os meus vídeos e passas aqui pelo blog para tirares uma dicas. Aproveito também para referir o excelente input que a Momondo teve no meu trabalho de blogger de viagens, ajudando-me a criar melhor conteúdo, através do programa Open World Traveller.

Deixo-te com mais algumas imagens dos sítios por onde passei e filmei.

Este ano que passou tive como pano de fundo o verde dos Açores, a costa íngreme de Amalfi, a água azul e cristalina de Samana, o amarelo poderoso do Alentejo e claro, o nosso Porto! Podem ver os restantes vídeos das minhas viagens no canal Youtube (Já subscreveram?)

Como foi o teu ano? Que locais visitaste? A Momondo acompanhou o caminho dos portugueses e o publicou os destinos preferidos dos portugueses em 2018! Dá uma vista de olhos aqui!

Espero que 2019 corra tão bem como 2018!

Venha ele!

#owtravelers #admomondo

Praia de Santos – Exclusive Guest house

A guest house Praia dos Santos é um excelente local para uma estadia em Ponta Delgada. O serviço personalizado, distancia-nos das habituais cadeias hoteleiras, e faz-nos sentir em casa. O ambiente exclusivo e a decoração cuidada transmite-nos algum do conforto que procuramos quando viajamos.

Situa-se no centro do Bairro de São Roque, antiga zona de pescadores, ao largo da cidade de Ponta Delgada. Em cinco minutos estamos na baixa da cidade, pela marginal e tão rapidamente deslocamo-nos para outro qualquer lado da ilha, dada proximidade com a via rápida.

No entanto, o charme está todo lá dentro. Tem vista para o mar. piscina interior e um ambiente super acolhedor. A decoração é moderna e leve. Tudo parece novo e jovem.

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A Lídia prepara-nos um pequeno almoço regional, com produtos da época. Todos os dias existe algo de novo para experimentar, como diferentes tipos de pão, queijos variados, sumos naturais e doces. Dado o ambiente familiar vamos tirando umas dúvidas sobre a região.

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A minha zona predilecta da casa era a zona comum. Adorei a vista para a piscina com as grandes janelas de vidro que deixavam entrar a luz natural do dia. Mas os quartos também eram maravilhosos: espaçosos, com imensa luz e conforto. Tínhamos espaço para pousar todas as nossas coisas e ainda andar livremente pelo quarto.

De manhã era possível acordar, abrir a janela e olhar para o amanhecer com o mar logo ali tão perto.

Temos de agradecer à Beatriz por nos ter acolhido estes quatro dias em S. Miguel.

www.praiadesantosguesthouse.com

Douro, um destino internacional

Existem convites que não podemos rejeitar.  Visitar o Douro é um deles!

Há uns anos atrás era bem mais difícil chegar aqui mas com o recente apetrechamento  de infraestruturas do interior, este cada vez se aproxima mais do litoral. Património Mundial pela UNESCO e primeira região de vinhos demarcada do Mundo, o Alto Douro vinhateiro é uma região que já se afirmou também como zona turística. Desde a degustação de pratos regionais, prova de vinhos, alojamento turístico, pesca, caça e “tours” organizados, aqui não falta nada para uma boa semana de férias. Nós fomos testar isso mesmo com a DouroVou e o José Alberto, que nos levou ao alguns dos lugares mais mágicos desta região.
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Saindo do cais de Ferradosa (sim, porque não fomos de carro mas de iate) dirigimo-nos até à barragem da Valeira para apreciar as fragas do Douro. Esses muros de rocha que aconchegam o rio Douro, actor principal de um elenco composto também pelo coro de vinhas e vida animal da região, reduzem-nos à nossa mínima existência, pelo pequeno que somos, em idade e tamanho. O calor atípico deste Outubro transportava-nos também, para o que terá sido a brasa deste verão por ali. Atracando junto à margem ou numa praia fluvial e bem poderíamos, complementar esta volta de barco, com um mergulho ou um simples molhar de pés para refrescar.
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Depois das fragas voltámos Douro acima, ultrapassados com alguma frequência com os cruzeiros que vêm do Porto carregados de turistas, ansiosos, como nós, para conhecer e visitar algo mais.
À medida que avançamos vamos descobrindo as quintas onde nascem as uvas e que dão origem a um dos vinhos mais conhecidos do Mundo, o Vinho do Porto. Exemplo disso, é a quinta das Vargellas (Taylors). O José vai-nos explicando algumas histórias do Douro, intimamente ligadas às poderosas famílias que socalcaram esta região. Ele próprio tem uma relação sentimental e familiar com a região, o que nos ajuda a compreender melhor todos os pormenores. Vemos ainda a Fraga amarela, a quinta do Vesúvio e a majestosa “casa” onde viveu Antónia Ferreira.
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O rio parece um espelho. Com o passar do tempo, o apetite vai crescendo e aproxima-se a hora de almoço. Logo a seguir, paramos num cais por baixo de uma linha de comboios (Ribeira de Murça) e saímos do barco. Como que estranhando o solo rijo e poeirento, subimos um pouco até alcançarmos o restaurante “Preguiça“. É uma petisqueira e o menu é delicioso. Podes experimentar a sopa de peixe, o peixe frito e entrecosto grelhado. Os preços não são nada puxados, e com vontade, fica-se ali uma tarde a comer mais coisas boas.
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Para quem tiver mais tempo disponível, a DouroVou disponibiliza ainda mais “tours”. Podes ainda ir mais além até Barca de Alva, junto à fronteira com Espanha ou descer o Douro. até ao Rio Tua, sempre com este tipo de paragens gastronómicas.

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Nós optámos por descansar junto aos Bungalows, com a piscina e o Douro aos nossos pés, aproveitando o pôr do sol precoce do Outono. Ao jantar, aconselho o restaurante Cantiflas e uma boa posta à mirandesa.
Uma viagem que fica na memória.
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Viagem do Porto até Ferradosa: 20€
Aluguer do bungalow ou no iate para dormir: desde 80€
Tour de iate: desde 45€ por pessoa
Almoço no Preguiça: 22€ para duas pessoas
Jantar no Cantiflas: 30€ para duas pessoas

Ilhas Cies. Caraíbas aqui tão perto!

No fim deste Verão decidimos ir às Cies, arquipélago espanhol à saída da ria de Vigo. Pronuncia-se como “sis” e não “seis”. Até porque são três ilhas – Monteagudo, Farol e San Martiño. A unir estas últimas está a famosa praia de Rodas, eleita em 2006 a praia mais bonita do mundo, pelo The Guardian, que deu um empurrão ao turismo do arquipélago.

As Cies podem ser visitadas de várias perspectivas: praia, natureza e desporto (caminhada). Visitando o site é fácil perceber a diversidade de actividades que podemos realizar. Para quem gosta desporto, pode fazer mergulho, caminhadas e kayak. Os preços são bastante acessíveis, por isso não há porque não experimentar algumas delas.

Para quem gosta de natureza também está bem servido. Desde a década de 50 que os espanhóis encaram este destino como reserva natural e tem evidentes medidas de preservação. Por exemplo, a entrada de turistas está limitado a 2200 pessoas por dia, não existem hotéis, apenas campismo, e verificámos que existe uma equipa de técnicos que cuidam da ilha.

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Existe bastante vida pela ilha. Junto às praias, a água translúcida deixa ver muita variedade de peixes pequenos que se protegem dos predadores do alto mar. Pela praia e trilhos, também estamos sempre acompanhados pelos habitantes locais – As gaivotas. Existem cerca de  quinze mil exemplares espalhados pela ilha. E realmente são bastante observadoras. Não deixes os teus haveres a mais de uma braçada, pois podes ser alvo da sua curiosidade, especialmente no que toca à comida!!!

Para te deslocares para as ilhas tens contactar uma das operadoras – “Mar de Ons” ou “NABIA”. Comprei os bilhetes online com cerca de uma semana de antecedência. No entanto, em pleno Verão é bastante mais concorrido e convém fazê-lo com mais antecedência. Por exemplo os portos de Cangas e Baiona são menos concorridos. Fiz também a viagem de ida e volta no mesmo dia de Baiona. A travessia é calma, dependendo do estado do mar. Por exemplo, na ida, o catamaran era mais pequeno e sentia-se bem a ondulação. Na volta viemos num catamaran muito maior, que permitiu aproveitar a viagem.

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Achei que são necessários pelo menos dois dias para ver a ilha toda. De facto existem muitos pontos a ver, e as distâncias ainda são consideráveis. No check-in são fornecidos uns folhetos informativos com o que podes visitar, incluindo as distâncias e tempos necessários para chegar a esses pontos. Por exemplo, a volta completa à ilha são cerca de cinco horas a caminhar sem parar, o que deixa pouco tempo para desfrutar da praia.

A praia é fabulosa! Areia fina, água transparente e sem ondulação. – Se é fria? – É, claro! mas isso era de esperar. Estamos a norte e aqui não há hipótese! Ainda assim, dei vários mergulhos, porque estava tanto calor que não resisti em refrescar-me.

O restaurante da ilha não é caro e está situado junto ao cais de desembarque. Aí também existem uns carrinhos para os campistas levarem o material de campismo até ao parque.

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O resto da semana ficámos no parque de campismo de Baiona. Fomos em família e foi uma excelente opção ficar por ali. Alugámos bungalows, acendemos os grelhadores e fomos para a piscina e praia do parque. Esta é mesmo ali ao lado. Alías, é só abrir a porta de vidro em frente ao bungalow e estamos com os pés na areia. Existe um bocado de moliço, mas isto é porque existe um canal da ria nas proximidades. Baiona é uma cidade piscatória e oferece tudo o que precisamos para uma semana de férias.

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Havana, Cuba


“Na época colonial era quase impossível invadir Havana por mar. Com tantas fortalezas, era uma cidade impenetrável” – Dizia-nos Hugo, o nosso guia.

E assim começou a nossa visita por Havana. Tínhamos chegado no dia anterior, tendo ficado mais de uma hora à espera da nossa mala, no aeroporto. Logo a seguir, um senhor bem arranjado, já nos impingia um táxi para o centro da cidade por 35 Cuc.

“Demasiado caro” – disse eu. Fomos trocar dinheiro e consegui negociar a ida até à Casa El Mirador por 20 Cuc.

Na manhã seguinte, levantámos cedo e fomos ter com o Hugo em frente ao famoso bar “El floridita”, o nosso guia da manhã.

“No época colonial era quase impossível invadir Havana por mar. Com tantas fortalezas, era uma cidade impenetrável”.
Percorremos as quatro praças de Old Havana, como lhe chamam. O centro histórico é muito fácil e rápido de conhecer. Teria feito sozinho, no entanto, aproveitando a cortesia da Havanacar, conseguimos saber muito mais da história da cidade, incluindo os seus monumentos, praças principais, costumes e a ligação de Hemingway à cidade. A destacar os seguintes pontos: Hotel Ambos Mundos onde Hemingway dormia, tem um rooftop fantástico onde podes observar todo o centro de Havana, ao mesmo tempo que tomas um refresco. Uma linda vista a 360º sobre a cidade; No Café El Escorial tomámos um café expresso maravilhoso. Aqui podes aproveitar para trazer uns sacos de grão ainda por moer. O Hugo disse-nos que em grão, só há café de manhã, pois esgota com frequência; El Floridita, onde tens mesmo de tomar o seu famoso daiquiri. Hugo explicou-nos que este bar ficou conhecido pelas visitas de Hemingway o visitava diariamente, depois de vir da pesca. Mas realmente, o daiquiri é muito bom. Tens de o provar!
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As histórias que o Hugo nos contou são infindáveis. Aproveitámos para lhe fazer imensas perguntas sobre o regime e as fantasias europeias sobre Cuba. O Hugo respondeu sempre abertamente, e posso dizer que fiquei com uma ideia bem mais clara sobre os cubanos e o que pensam do comunismo, e como olham o mundo.

Se observarmos, ainda são um povo sob enorme controlo do Estado. O acesso à internet é muito limitado, por exemplo. Encontramos praças de wi-fi pela cidade, repletas com centenas de pessoas a conectarem-se. Se porventura também quiseres usufruir é super fácil. Perto destas praças existem lojas que vendem cartões com internet. Basta comprares um (1,5Cuc – 4,5Cuc) para uma hora de navegação. Mas existem outros constrangimentos. Um cubano não pode sair livremente do país, não existem partidos de oposição e a maior parte da economia é controlada pelo Estado. Por isso, quando vais a um restaurante é quase um favor pedir que te serviam. No fundo não querem saber!

Depois de almoço a Havanacar.net ofereceu-nos uma visita de carro clássico pela cidade. O nosso carro era um Buick Pink Electra de 1957 e o motorista era o simpático Javier! Um jovem da região de Varadero, que estava a trabalhar em Havana. Dizia que se ganhava muito mais a trabalhar para o sector privado, do que para o Estado.

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Saímos do Parque Central e atravessámos logo o Passeo del Prado em direcção ao túnel de Havana. Do outro lado, conseguimos ter uma boa perspectiva da cidade quer do Cristo Rei de Havana, quer da Fortaleza de San Carlos de la Cabaña. Voltámos ao carro e dirijímo-nos novamente para a cidade. Agora percorrendo toda a marginal El Malecón até ao Avenida Paseo, fazendo assim a orla do El vedado, que é outro bairro muito conhecido da cidade. A Avenida Paseo dirige-nos até à Praça da Revolução onde encontramos as faces da revolução – Fidel e Che. Também era aqui que Fidel discursava durante horas para o seu povo.

Por fim visitámos o Bosque de Havana, onde passa o Rio Almendares, visinho do Bairro Chino (Chinatown). Podes ver esta viagem de carro noutro post sobre a Havanacar. Se puderes, aproveita para contratar um serviço destes! Vais ver que vale a pena. É uma experiência inesquecível e uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre a cidade.

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Sobre a alojamento. Já tinha referido que tínhamos ficado numa casa. Estas são autênticos Bed&Breakfast. O site por onde aluguei foi o Bbinnvinales, sugerido por uma amiga minha que tinha ido no ano anterior. Ficámos quatro noites na Casa El Mirador. Optámos por esta solução porque tudo o que lia sobre os hotéis em Havana não iam ao encontro do que queria. Tudo caro e com mau serviço. Por isso, preferimos instalar-nos mesmo no centro de Havana velha e durante três dias estar no centro de outro mundo, que não o turístico.

Júlio, o dono da casa, médico, tinha uma gentileza descomunal. Simpático, prestável e procurava sempre entender-nos. À nossa disposição tínhamos o nosso quarto, com suite (que era limpo todos os dias). Podíamos estar nas zonas comuns e tinha todas as condições para o alojamento. Demorávamos cerca de 20 minutos a chegar ao centro (Parque Central) a pé.

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No caminho conseguíamos ver o dia a dia dos cubano. Estávamos quase no centro e, atravessando a rua de San Rafael ficámos a perceber o ritmo da cidade. Este bairro não é muito rico: as casas estão degradadas e as ruas não cheiram propriamente bem. No entanto, passámos vezes sem conta por sítios, aparentemente assustadores e não nos abordavam. Sempre muito tranquilo. Mesmo de noite, com as ruas com pouca iluminação, os cubanos mantém as portas de casa abertas e consegues ver as famílias a ver televisão nas salas. Algo impensável nas grandes metrópoles europeias.

No segundo dia fizemos uma excursão a Viñales.

No terceiro dia em Havana aproveitámos para ter um dia livre, aproveitando para caminhar pelas ruelas coloniais. Um facto importante sobre o país é que os preços praticados são iguais em todo o lado. Tanto em Havana, como em Viñales como em Varadero. E estou a falar de artigos como bebidas alcoólicas, tabaco e outros recuerdos. É impressionante entrar nas mercearias e ver os mesmos produtos em todas elas, ao mesmo preço, com a particularidade de não haver concorrência. Ou seja, shampoo só há uma marca, mel só há uma marca, manteiga só há uma marca… Engraçado não? Isto acontece devido ao embargo sob o qual Cuba está subjugada. É um país que produz tudo o que necessita. Além disso, é o único país do mundo que tem duas moedas em circulação: O Cuc e a moeda nacional. A relação é de 1Cuc=25 moeda nacional. Aparentemente, não vi vantagem em terem estas duas moedas. Quando fores ao banco levantar dinheiro, dão-te em Cuc. Tenta sempre receber o troco nessa moeda, porque é a mais transaccionada e aceite. O difícil é destingir as duas. É só uma questão de atenção.

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Faltavam só ver alguns pontos de Havana. Passámos no Capitólio, que estava em manutenção; visitámos a Estação de comboios, onde encontrámos umas crianças a brincar, junto às locomotivas museu; almoçámos uma lagosta (que é relativamente mais barata do que em Portugal); desfilámos na rua Obispo, uma das mais movimentadas e com maior fluxo turístico e fomos ver o pôr do Sol à Malecón. Um dia perfeito!
Agora estava na hora de ir para Varadero!

Alojamento 4 noites na Casa El mirador – 100Cuc. Podes contactar pelo site, ou directamente com o Julio, através da página do Facebook @elmiradorhavana.
Tour a pé (3 horas) – 40Cuc
Tour em carro clássico (3 horas) – a partir de 90 Cuc (depende do percurso e do número de ocupantes)
Para marcares e contactares a Havanacar- O Stefano responde-te muito rapidamente.
Site – www.havanacar.net
Tripadvisor – Havanacar
Facebook – @cubataxi
Fica aqui o video:

Ocean Vista Azul – H10 Hotels

O Hotel Ocean Vista Azul, como o próprio nome indica é um resort com uma imensa vista de várias tonalidades de azul.

A nossa escolha recaiu neste hotel por alguns motivos. Antes de mais, a opinião geral sobre os resorts/hotéis de Varadero (e mesmo Cuba) é que, de uma forma geral, se apresentam degradados e o staff não é muito disponível. E isto é verídico. É muito difícil entrar numa loja e ser bem atendido. Assim, sabendo que este hotel era mais recente, optámos pelo Ocean Vista Azul na expectativa de sermos bem sucedidos na escolha. E assim foi.  Para mim, a localização e as instalações são os pontos fortes.

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A “infinity pool” é um dos ex-líbris. Por cima de uma arriba, a piscina proporciona excelentes momentos, como por exemplo o desfrutar do pôr-do-sol ainda dentro de água. Ou de manhã, acompanhando o nascer do sol e a alteração da luzes ao longo do dia. Na praia existem actividades dinamizadas pela equipa de animação do hotel, como relaxamento, aulas de dança e aquagym. Mas o melhor é mesmo a temperatura da água e a sua cor cristalina. A minha actividade preferida é ficar debaixo do sombrero, com um mojito e dar um salto ao mar de vez em quando.

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O Ocean Vista Azul também oferece gaivotas e caiaques aos hóspedes e a formidável oportunidade de velejar num catamaran.

O staff também foi dos mais simpáticos que encontrámos. Foram bastante solícitos a responder aos nossos problemas. 🙂

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Neste resort podes encontrar ainda:

  • 3 restaurantes temáticos (gourmet, italiano e caribeño) e o Buffet
  • Teatro com tem actividades todas as noites
  • Snack bar junto à praia
  • Spa e ginásio
  • Atendimento Privilege
  • Actividades náuticas
  • Kids Club

Podes sempre usufruir de 5% de desconto se aderires ao club H10.
Aproveita bem e boas férias!!

Voar com a Aer Lingus

A Aer Lingus é a companhia aérea de bandeira da Irlanda. Marquei a viagem Dublin – Lisboa, porque tinha um horário mais favorável no dia em que queria fazer a viagem de regresso. Acabou por ser uma agradável surpresa voar nesta companhia.

Durante a estadia na Irlanda acabámos por perguntar porque é que o trevo (“shamrock”) aparece tantas vezes. Quer seja nos souvenires, na roupa, como símbolo dos clubes, ou em qualquer outra coisa, o trevo acaba por estar presente. Desta forma, surgiu-nos essa dúvida. Para os Irlandenses o trevo significa sorte e está associado também às celebrações do St Patrick, o mais conhecido santo padroeiro.

Assim, faz todo o sentido que a Aer Lingus o utilize também como símbolo.

No entanto, a nossa viagem pela Aer Lingus foi mais do que agraciada pela sorte 🙂 Para além de termos chegado ao destino, a tripulação foi super simpática, sempre pronta a ajudar. A comodidade do avião também é bastante melhor comparando com as lowcost, tornando a viagem bem mais confortável.

Se tiverem curiosidade, podem consultar o site da Aer Lingus e consultar as tarifas dos voos. Podem ficar surpreendidos com a ponte aérea que fazem com New York, já que anunciam um valor desde o 209€ de ida. Se fizerem uma simulação a 7 meses, podem reparar que se consegue ir e vir por pouco mais de 400€. Um bom preço para quem quiser fazer um combinado Dublin\New York. O segredo é anteciparem a compra dos bilhetes. Faz toda a diferença para uma viagem mais barata. No nosso caso, marcámos o voo Dublin-Lisboa com cinco meses de antecedência e pagámos 114€ por dois bilhetes. Nada caro, comparando com outras companhias.

Ao pesquisar no site reparei que têm os aviões de longo curso equipados com wi-fi a bordo, entretenimento (tv, filmes, musica), tudo o que é necessário para fazer uma viagem tranquila.

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