Varadero

Como marcámos a viagem sem agência de viagem, tivemos de andar à procura de um transporte para Varadero. Existem várias possibilidades, desde o comboio, avião, taxi até ao autocarro. Este último foi o que escolhemos. Não fomos pela Via Azul, a transportadora cubana, que oferece bastantes destinos. Se tiverem curiosidade, basta visitar o site – viazul.com. Acabámos por comprar o nosso transfer no Hotel Inglaterra, no Parque Central de Havana, por 25 CUC. O autocarro tinha todas as condições para nos transportar e a viagem durou cerca de duas horas, com a grande vantagem de nos deixar no hotel que pretendêssemos.

Noutro post, já tinha deixado boas indicações do nosso resort, com video e tudo – o Ocean Vista Azul! O hotel prima pela sua localização. É fantástico entrar nestes hotéis de lounge aberto. Ao fundo vemos o mar. Dá vontade de deixar a mala e enfiarmo-nos  logo na infinity pool. “Mal posso esperar a hora de deixar o quarto já com os calções da praia vestidos”. Mas enquanto fazemos o checkin, recebemos um cocktail para ir refrescando do calor intenso.

DSC08855DSC08852IMG_01072017_124736

Em Varadero todos os hotéis encostados à praia têm catamarans e actividades gratuitas. A água é sempre quente e a areia fina, fazendo desta praia uma das referências mundiais. Os cubanos têm imenso orgulho nas suas praias. Dizem mesmo que é a melhor do mundo. E de facto é de bradar aos céus. Quem me dera viver uma temporada num sítio destes. Além de quente, a água tem imensa vida. Consegues nadar à beira dos peixes, descobrir pequenos corais encostados às falésias da praia e brincar com estrelas do mar. O bar junto à praia também ajuda na animação, com alguma música à mistura.

IMG_01072017_131235 (2)IMG_05072017_112704 (2)DSC08750DSC08875

Mas para quem não gosta de praia, tem piscina. Perto da principal havia sempre animação programada e cocktails do dia. Na hora do calor, preferia ir para os colchões com sombra e fazer uma bela sesta, longe do barulho da salsa cubana. Quando estava quente de mais, escorregava para piscina. Sabe tão bem! Outra vantagem dos resorts em regime TI é a possibilidade de te dirigires ao bar e pedires o que bem te apetecer para beberes, ou comeres, como por exemplo umas asinhas de frango com uma margarita a meio da tarde!

DSC08827

O nosso quarto ficava no edifício principal, virado para o mar. Todos os dias podíamos deitar-nos na poltrona da varanda e aproveitar o pôr do sol, antes ou depois do jantar, conforme o nosso apetite.

DSC08949IMG_01072017_202239

E por falar em apetite, umas férias estão quase sempre associadas a comer e beber bem. Por isso, se vieres a Varadero tens de aproveitar os restaurantes temáticos. O dress code é sempre mais apertado e podes tornar a tua noite mais glamourosa, com empratamentos requintados de comida deliciosa. Sempre que posso, evito o Buffet à hora de jantar.

Depois de jantar, sabe bem dar uma caminhada pelos passeios do resort, ladeados por relva e iluminação subtil. Depois é hora de ouvir um pouco de música cubana junto ao bar. Com um copo de rum envelhecido ou um cocktail para as senhoritas, desfrutamos de um pouco de Salsa, jazz ou meregue, antes de ir para o quarto descansar.

DSC08790IMG_06072017_064609DSC08763DSC08684DSC08858

Interlaken, Berna e Genebra – Roteiro pela Suiça

Milão ficou para trás.

Rumo à Suiça, lá fomos nós cruzar os Alpes. Como estávamos no Verão sabíamos que não veríamos neve. Em vez disso, acolheu-nos uma temperatura mais amena, contrastando também com o calor tórrido de Milão. Planeávamos visitar Interlaken, numa breve passagem, seguindo depois para Berna e Genébra.  Já em França, “desceríamos” até Séte, que num grande acaso, iniciava a festa ao Padroeiro São Luís. E, já prevendo o regresso, o nosso percurso cruzaria ainda com as localidades de Carcassone e Lourdes, em direcção ao Porto. São cerca de 2500km numa semana, de caravana, absorvendo aquelas paisagens magníficas como as montanhas dos Alpes, os rios “verdes” helvéticos e o mar calmo do mediterrâneo.

A caminho de Interlaken

A Suiça é dos países mais ricos do mundo. É um país Europeu, mas não faz parte da União Europeia, por isso, vais encontrar alguns constrangimentos (não muitos) para o visitares. A nossa entrada no país foi de caravana, por isso tivemos que pagar uma taxa para entrar no país. É um país caro, como já referi noutro post – Zurique, um dia. No entanto, não é necessário visto de entrada para cidadãos europeus. Apenas um documento de identificação, como o passaporte.

Atravessar os Alpes significou uma mudança radical da arquitectura e paisagem. Agora as casas são escuras e têm telhados íngremes, para fazer deslizar a neve. A paisagem é também recheada de florestas e planícies verdes, onde o gado pasta – como nos anúncios da  Milka.

Sente-se, é claro a temperatura a descer, mas é o normal por aqui. Interlaken é uma vila situada entre dois lagos, Thun e Brienz. Para além das paisagens magnificas, esta vila é famosa pela estação de comboios, que a afirmou como instância de férias da Suiça no século XIX.

As paisagens são muito bonitas e valem bem a pena.

DIGITAL CAMERADIGITAL CAMERADIGITAL CAMERADIGITAL CAMERADIGITAL CAMERADIGITAL CAMERADIGITAL CAMERA

Berna, a capital Suiça

Muitos podem pensar que a capital Suiça é Zurique ou Genebra. No entanto, enganam-se. É em Berna que está a Assembleia Federal, o local onde estão representados os cantões Suiços.

Em termos geográficos, a capital é circundada pelo rio Aar e situa-se num planalto. Está inscrita no património cultural da Unesco por causa da elevada preservação medieval do seu centro histórico.

O centro de Berna é bastante fácil de visitar a pé e as atracções são inúmeras. A principal é a torre do relógio Zytgloggle construída em 1530. Nas imediações, uncontras um autêntico centro comercial a céu aberto, com dezenas de lojas pelas ruas (Marktgasse). Nas ruas adjacentes à Marktgasse vai de encontro à catedral gótica, Das Berner Munster, com uma uma torre de cem metros de altura. Mais à frente está o palácio Federal da Suiça, com uma enorme praça central, para onde se expandem várias explanadas (Barenplatz). Um pormenor que não te pode escapar é a visita ao parque dos ursos. Este parque situa-se a Este da cidade, depois da ponte Nydeggbrucke. O urso tem um significado forte para os habitantes de Berna, visto que é o símbolo da cidade e do cantão.

dscf0800dscf0802dscf0805dscf0808dscf0812dscf0814dscf0816dscf0817

Genebra

A passagem por Genebra foi super curta. Algumas das atracções, só mesmo de passagem, para confirmar que era ali o lugar. Ainda assistimos a um assalto em plena rua, por isso a nossa sensação de segurança baixou um pouco, abdicando de ficar por ali mais tempo.

Apesar disso, tens mesmo de dar um passeio pela glamorosa marginal Wilson. Daqui podes ver o jacto de água de Genebra e a marina, onde estão atracados alguns iates de magnatas. Genebra, é a capital da fina relojoaria, sede das Nações Unidas na Europa, Unesco, Cruz Vermelha e do CERN, entre tantas outras coisas. Por isso, não vão faltar pontos de interesse.

dscf0832dscf0833dscf0844dscf0845dscf0846dscf0848

Para obteres mais sugestões sobre a Suiça, visita o post sobre Zurique.

Madrid, roteiro para dois dias.

Para nós, Portugueses, existe cada vez mais facilidade para visitar a capital da vizinha Espanha. Madrid, fica apenas a uma hora de avião de Porto ou Lisboa. Mesmo de carro, em cinco horas estamos na cidade, podendo aproveitar a possibilidade de desfrutar as paisagens portuguesas e espanholas. A viagem de carro pode ser um pouco maçadora, mas fica-se vislumbrado com as imensas planícies espanholas e os seus tons de dourado que as acompanham, especialmente no Verão. P1100014.JPG
Já somo algumas idas a Madrid, três delas sobre rodas. De avião já perdi a conta por entre idas de propósito, ou escalas de avião para outros destinos. A viagem de metro até às Portas do Sol dura cerca de 30 minutos, o que torna possível visitar a cidade entre uma grande escala.
As opções são imensas. Não nos podemos esquecer que Madrid foi capital de um grande Império e a sua imponência nota-se, por exemplo, na arquitectura. Encontramos grandes avenidas, rasgadas por entre majestosos edifícios. Igrejas, palácios, jardins e, aqui e ali, esboços de outras culturas que ficaram na cidade, graças ao relacionamento criado com outras civilizações. A capital também chama a si os atributos gastronómicos com as tascas centenárias do centro. Temos mesmo que comer uns bocadillos e beber uma caña para nos sentirmos integrados  no espírito desta cidade – Faz parte e é, em si mesmo, uma atracção. A efusividade espanhola convida-nos a ficar na rua. Depois de saírem do trabalho, os madrileños ficam a aproveitar o sol de fim de tarde junto a estas tascas e bares, do centro da cidade.
2015-09-10 17.06.34.jpg
Um bom roteiro a fazer na capital começa no Templo de Debod. Este monumento tem cerca de 2200 anos. A entrada é gratuita. É um monumento egípcio e no interior encontramos referências a essa cultura, como esculturas, artefactos e até maquetes. Dados os estreitos corredores só podem entrar 15 pessoas de cada vez. Mas como a visita é relativamente rápida, o tempo de espera é pequeno. O lugar também é óptimo para tirar algumas fotografias, aproveitando o espelho de água.

Em alguns minutos, estamos na Praça de Espanha. No centro do jardim existe um monumento em homenagem a Miguel Cervantes, um escritor de referência para os Espanhóis. Se continuarmos na Calle de Bailén vamos encontrar dois dos incontornáveis de Madrid – o Palácio Real de Madrid e a Catedral de Almudeña. A visita ao palácio custa cerca de 11€, mas existem horários gratuitos, fora da época do Verão. A filas costumam ser grandes mas vale a pela visitar as instalações da família real espanhola. Logo ao lado, a Catedral de Almudeña tem uma entrada bem mais modesta – apenas 1€ como donativo. Os jardins de Sabatini, ao lado do palácio são uma boa oportunidade para procurar uma sombra, nos dias quentes de Verão.
p1100236p1100237p1100248p1100257p1100264p1100266p1100267p1100268
De seguida, podemos caminhar pela Calle Mayor e parar para comer qualquer coisa, no Mercado de San Miguel . É um mercado típico madrileno, que foi transformado. Aí cada banca serve tapas, pratos, iguarias deliciosas. Lembro-me que na altura pedimos um prato de ostras e um espumante. Aproveitem! Há imensos petiscos.
p1100174p1100176p1100177p1100183
Perto do Mercado de San Miguel está a Plaza Maior. A azafama de turistas é imensa. Por aqui começam-se a encontrar as típicas “tascas” centenárias de Madrid e multiplicam-se as opções para continuar apreciar a gastronomia. A Praça em si também é linda. Tem imensa animação com inúmeros malabaristas e artistas de rua, que ficam noite dentro.
Atravessando umas ruas mais estreitas, chegamos a uma das principais praças de Madrid, se não a mais emblemática – Puertas del Sol. Em primeiro lugar é um centro de comércio. Temos as marcas mais conhecidas e um El Corte Inglês em ruas e ruelas por trás da praça, mais precisamente nas Calles del Carmen e na Calle Preciados. Em segundo lugar, podemos observar um conhecido monumento chamado “O urso e o medronheiro”, um símbolo da cidade. É também em frente à Real Casa dos Correos que está indicado o quilómetro zero, início de todas as ruas de Espanha.
Se ainda não te tiveres perdido, o ideal agora é caminhar pela Calle de la Montera em direcção à Gran Via. Esta é a avenida mais importante de Madrid. Mais uma vez, voltam a aparecer todas as lojas de renome internacional. A Gran Via é uma zona vital da cidade, sendo um pouco confuso caminhar, devido à muita quantidade de pessoas que também por aí passam. Chegando à Gran Via podes percorrer a pé toda essa zona até à Praça Cibeles (virando à direita).
Nesta praça podes tomar duas opções. Ou viras para a esquerda e vais em direcção à Praça Colón, onde se situa o museu da cera, o Hard Rock Café e o Museu da Biblioteca Nacional. Ou, por outro lado, virar à direita e ir em direcção à Estação de Atocha. Eu prefiro sempre esta última. Podemos apreciar esta bonita avenida, o Paseo del Prado, com as suas árvores centenárias, fontes e comércio de rua. A meio deste caminho vamos encontrar o Museu do Prado, onde está a uma colecção permanente de quadros de autores de todas as épocas (Rembrandt, El Greco, Goya, entre tantos outros). A entrada neste museu é de 15€, mas acho que vale a pena. Tem quadros espectaculares. O museu também disponibiliza um horário gratuito (de Segunda a Sábado das 18:00 às 20:00, Domingos e feriados das 17:00 às 19:00). As filas tornam-se gigantes ao aproximar-se destes horários, mas a entrada é bastante rápida e consegue-se visitar o museu com relativa calma, apesar da imensidão de gente a entrar.
Numas ruas por trás do Museu do Prado encontra-se o Parque de El Retiro. Este parque tem uma dimensão de 118 hectares. Tem bastantes visitantes, turistas e madrilenos, que o usufruem para passear, andar de gaivota e apreciar alguns edifícios peculiares ali construídos, como é o caso do palácio de Velasquez (em vidro) e outros monumentos.
p1100204p1100205p1100199
DCIM100MEDIA
Logo ao lado do Museu do Prado está o Jardim Botânico. Este nunca tive oportunidade de visitar. A entrada são 4€.
No fim do Paseo del Prado encontramos uma das estações mais bonitas que conheço, a estação de comboios de Atocha. Vale a pena entrar, para o jardim interior, e ver os inúmeros cagados que lá vivem. Uns seres tão lentos, que contrariam a correria diária, típica de uma estação de comboios de uma grande capital.
Em frente à estação podem visitar um museu de arte contemporânea, muito conhecido – Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia (8€ a entrada), casa da conhecida obra de Picasso, Guernica.
Este percurso consegue estabelecer uma interligação entre o passado e o presente de Madrid e Espanha. É bastante exigente para se fazer apenas caminhando, ou num só dia. Depende também dos gostos de cada um. Em 2015, conseguimos conjugar uma parte deste trajecto, com uma visita ao Parque da Warner Bros.
Situado na orla da cidade, este parque surpreendeu-me pela positiva. Desde logo a entrada é bastante acessível. O preço da alimentação também não é exagerado, quando comparado com outros parques temáticos. Consegue-se almoçar por 10€. Foi uma experiência fantástica visitar o parque.
p1100284p1100314p1100333p1100357

¡Hola, México!

Depois de Miami, aterrámos no México! Direcção: Riviera Maya. Desde logo porque fiquei sem máquina fotográfica e não pude registar os momentos da melhor forma. Às vezes temos destes imprevistos! Foi um bocado frustrante ter avariado. O nosso último recurso foi o telemóvel.

Quando temos imprevistos destes, o que interessa é adaptar rapidamente as expectativas: “Nem tudo está perdido!” – Diverte-te na mesma!

Mais uma vez, viajámos pela nossa agência Clube 2000 que providenciou todo o alojamento, com uma excelente recomendação – o Occidental Grand Xcaret Resort.

No resort adorei os espaços amplos, com grandes halls e zonas de lazer. A piscina fazia-se acompanhar por um bar junto à água. Para além disso, o resort está incluído numa zona onde convivemos com animais selvagens. Macacos, iguanas, pelicanos e aras como que adornam a tua visita à piscina! A Riviera Maia não tem praias. Aliás a mais próxima era a Playa del Carmen. Este resort proporciona uma praia artificial. Ainda assim, uma bela praia por onde alguns peixes exóticos vagueiam, refugiando-se do campo aberto do mar. Podes sempre pedir os óculos de mergulho e acompanhar mais de perto os seus movimentos.

20140530_17092420140601_13251420140602_11054820140602_110618

No entanto, a vida no resort vai muito mais para além da vida animal. Para quem costuma passar uma semana ou mais, em regime “Tudo Incluído” sabe que, ao fim de algumas refeições, o buffet começa a ser um pouco repetitivo. Mas por aqui foi fácil fazer face ao tédio: onze restaurantes (entre os quais alguns temáticos: mexicano, italiano, oriental e grill), nove bares e uma discoteca, cinco piscinas, ginásio, ténis, ufa!  O Resort é tão grande que tem um serviço de transporte.

É bastante fácil fazer conversa com os mexicanos. Como sabem alguma comida mexicana é muito picante. Numa visita à Tacaria, pedimos uns tacos para provar e um dos que escolhi era extra-picante. O rapaz que me serviu pediu-me para ter cuidado, porque no México o picante arde duas vezes… Para quem não percebeu a piada, não vou aprofundar mais o assunto. O certo é que, chamar “picante” aquele que comi, é estar a ser dócil no português.

Park Xcaret

Outro dos pontos fortes do resort é a proximidade com o Park Xcaret, para muitos o melhor parque de diversões do México. Gerei uma grande expectativa em torno desta visita, mas realmente não sais decepcionado. Como estão lado a lado, existe uma entrada directa entre o resort e o parque. Numa gondola, que vai navegando através de um canal, ouvem-se os pássaros, que cantam as melodias matinais. Enquanto atravessas o canal de águas calmas, podes observar a beleza da vegetação e, a aragem quente da manhã bate-te na face. Seria uma óptima forma de começar a visita… O problema é que enquanto tudo isto acontece , o teu coração começa a bombar adrenalina e ansiedade. Começas a pensar nas filas e no plano que traçaste para o dia: – “E se me atrasar nas filas e não vir tudo?”,”Agora às 9 horas começa a alimentação das araras, e às 9:30 é o início do espectáculo dos golfinhos!!”. Apesar do barco ir deslizando lentamente, a velocidade já não é suficiente. Tu só desejas que o raio da gondola tivesse um motor e que atracasse o mais rápido possível no cais.

20140604_085857.jpg

Voltando à parte do melhor parque de diversões do México… Esta conclusão deve-se a diversos aspectos. Em primeiro lugar porque concilia o zoo com a história do México. Consegues perceber que existiu uma forte ligação entre o que foi a civilização Maya e a natureza. Quem visita o parque consegue-se divertir com as inúmeras actividades que tem para oferecer. Foi aqui que nadei a primeira vez com golfinhos. O ponto alto é seres empurrado por dois ao mesmo tempo. Espectacular! Se tiveres oportunidade de o fazer, aproveita! Para além dos golfinhos tens inúmeras diversões, animais e teatros que procuram mostrar a história do méxico! Top top top!! Visita o site para saberes mais.

20140604_09175520140604_10360520140604_11205020140604_11264920140604_11301020140604_11305420140604_11355920140604_11380220140604_17143120140604_17351320140604_18025220140604_180824

No entanto, o fim do dia é o auge. O parque proporciona um mega espetáculo, que está dividido em duas partes. Em primeiro lugar conta-se a história da civilização Maya, com os seus costumes e o jogo da bola mesoamericano que se praticava à 3000 anos. Tudo com efeitos de fogo, som e centenas de actores. Na segunda parte, conta-se a história do México: “Descoberta” do México, como terminou a civilização Maya, ouves os Mariachi, enfim. Para quem gosta de parques, é uma experiência que recomendo.

Aqui ficam mais umas fotos do que podes ver e fazer.

20140604_13091120140604_19223520140604_19261520140604_19364420140605_11534720140605_12112720140605_111057

Playa del Carmen

Este é outro dos locais que não podes perder. Visitar a Calle 5 da cidade de Playa del Carmen. Dizem que a cada dia que passa ela cresce mais um pouco e realmente, é de perder de vista! Tem de tudo: restaurantes, hotéis, lojas, artistas de rua, e sempre cheia de turistas. É aqui que podes aproveitar para comprar algumas lembranças, como tequilla, rum, picante mexicano por exemplo. Ao lado temos a praia propriamente dita.

20140604_182016

Exploratours

Muitos factores explicam que o México seja um destino de férias fantástico. Sol, praia, hotelaria de qualidade e actividades para entreter. Ainda se torna mais fantástico, se souberes em quem confiar um dia inteiro. Foi o que aconteceu com a Exploratours, uma empresa do Miguel Castela, no México. O tour que escolhemos fazer com o Miguel foi Chichen Itza, Ek Balam, cenote e Valladolid. Foi-nos fazendo sempre um enquadramento do que íamos visitar. A qualidade do transporte também excelente, em carrinhas com ar condicionado (a não ser que faças um safari de jipe).

Na excursão que escolhemos, a primeira paragem foi numa cidade Maya, Ek Balam. Para além do Miguel, também nos acompanha um guia, com descendência Maya. Este ia explicando a organização da cidade, como a separação das zonas ricas e pobres, a simbologia das construções e as regras do jogo da bola. Nesta cidade abandonada subimos a pirâmide (porque no Chichen Itza não é permitido).

20140531_10502920140531_10595020140531_10555620140531_11034120140531_10504920140531_110149

Há muitos milhares de anos, toda a região onde os Mayas viveram, foi uma zona de corais. Por isso quando subimos vemos umas grande planície – Yucatán. Muitas vezes confunde-se o extermínio da civilização Azteca, levada a cabo espanhóis, com a história do Mayas. Os Mayas não foram extintos, aliás eles continuam a viver em comunidades no México. O abandono destas zonas é explicada pela sobre-população para os recursos disponíveis, que obrigou a civilização a migrar. As cidades Mayas foram assim tomadas pela vegetação selvagem, após o século X. Passados mil anos, foram sendo descobertas por acaso, visto que nesta enorme planície, aqui e ali surgiam montes. Estes identificam as pirâmides construídas, cobertas de vegetação. No Chichen Itza esta realidade é mais flagrante, já que apenas metade da pirâmide está recuperada/escavada – sim, uma das sete maravilhas do mundo, não está completamente “recuperada”.

20140531_12464920140531_13243120140531_13061520140531_132038

A pirâmide é um templo construído em homenagem ao Deus Kukulcán (Serpente Emplumada). Nos Equinócios e Solstícios geram-se fenómenos de luz e sombras na pirâmide, que permitem a “descida” do Deus serpente (em forma de luz) pela escadaria. Todos os anos, este fenómeno é acompanhado por milhares de visitantes, que se juntam à volta do templo para observação. Outra particularidade da pirâmide, é o efeito acústico que produz quando se batem palmas em frente à escadaria. Este efeito imita o chilrear de uma ave sagrada – o Quetzal. Um verdadeiro deleite, para quem, como eu, não estava à espera destas surpresas.

Depois de sairmos de Chichen Itza, fomos em direcção a um cenote – Ik kil. Os cenotes relacionam-se quer com a civilização Maya, quer com o meio ambiente. Em primeiro são poços de água límpida e gelada por onde caem lianas gigantes. Tivemos oportunidade de nadar neste local. A água, como não é salgada, exige muito mais esforço para te manteres à tona. Para além disso, é um sítio um pouco assustador, porque um cenote pode ter várias dezenas de metros de profundidade, ficando sem saber muito bem o que pode andar por ali.

A ligação dos cenotes à civilização Maya tem um significado até um pouco mórbido. Os Mayas acreditavam que os cenotes eram portais entre a vida e a morte, e faziam parte do seu culto religioso. Sabe-se isto porque foram encontrados esqueletos e muito ouro nos fundos destes poços.

20140531_14515420140531_150650

A última paragem foi Valladolid, uma cidade colonial, fundada em 1545, pelos espanhóis.

20140531_17223420140531_172208

E assim foi a nossa passagem pelo México, um destino verdadeiramente completo!

Se vais viajar, não te esqueças de subscrever o seguro de viagem, que disponibilizo aqui no site.

Os meus parceiros de viagem foram Clube 2000 e Exploratours

De Krabi para…Koh Hong e Koh Phi Phi

Depois de sairmos de Bangkok fomos em direcção a Krabi, uma região de praias e ilhas no sul da Tailândia. Viajámos pela Bangkok Airways, uma companhia moderna e com os voos relativamente baratos. Marquei mesmo pelo seu site. Muito simples e intuitivo. A viagem dura cerca de 50 minutos e é possível apreciar também a paisagem aérea.

IMG_3713.JPG

Escolhemos o voo das 9:00 horas da manhã para conseguirmos optimizar o dia. Calculei que por volta da hora de almoço já poderia estar livre para começar a explorar a praia de Ao Nang. E assim foi. À chegada ao aeroporto, também foi fácil chegar ao hotel. Existe uma empresa de autocarros e basta indicar qual o hotel, que deixam-nos mesmo à porta. Depois de fazer o check-in no Pakasay Resort, estávamos livres para desfrutar, longe da agitação metropolitana de Bangkok.

A escolha de Ao Nang recaiu sobretudo pela proximidade às ilhas Phi Phi e Hong, que são mais próximas do que de quem vem de Phuket, por exemplo.

Um dos primeiros locais que exploramos era mesmo ali. Ao lado de Ao Nang, encontrámos uma das praias mais bonitas que visitámos na Tailânia -Railay Beach. Só acessível de barco, fica num género de península, rodeada de rochedos e árvores tropicais, com habitantes curiosos a circular, como os macacos. Aqui começámos a recordar as ilhas escarpadas que se vêm nas fotografias das agências de viagens. O mar azul e transparente, como que nos impele para um mergulho. De cada vez que descobríamos uma praia nova, nem imaginávamos que logo a seguir, vinha outra vista diferente e maravilhosa.

DSC00611DSC00615

DSC00634DSC00636

Podes atravessar península através de uma rua estreita e vais dar a um lugar muito calmo, de águas quase paradas. A meio do caminho vai-te dar vontade de voltar para trás, mas não pares. Continua que vai valer a pena. Foi aí que almoçamos, no Diamond Restaurant.

DSC00618DSC00625DSC00631

Koh Phi Phi

Em Krabi, a ideia era aproveitar o bom tempo e visitar as ilhas. Esta visita é a mais procurada. Passámos por sete locais, embora não tenho ficado com o registo do último em que parámos para fazer mergulho. Apenas sustive a respiração e atirei-me ao mar para ver os peixes e os corais que existiam no fundo.

Bamboo Island, eventualmente a melhor praia em que estivemos. Água cristalina, areia fina…uma maravilha!

DSC00652.JPG

Viking Cave, com pinturas e ninhos de aves migratórias.

DSC00660.JPG

Pileh Laggon, uma lagoa com águas límpidas.

DSC00662.JPG

Maya Bay, famosa ilha onde foi filmado “The Beach”, com Leonardo Di Caprio. Mas como podem ver, a sobrelotação de turistas, tira o encanto todo.
maya.png

Mergulho em Monkey Bay

DCIM102MEDIA

DCIM102MEDIA

Almoço nas ilhas Phi Phi

phi.png

Ko Hong

Esta viagem fizemos quase nos últimos dias, antes de regressarmos a Portugal. Foi pena estar um dia mais fechado. Apanhámos alguma chuva, mas mesmo assim foi uma viagem estrondosa. Na excursão que tínhamos feito às Phi Phi, conhecemos o Aurélio, a Marlene, a Madalena, o António e a Elvira. Tínhamos combinado em alugar um barco e visitar as ilhas sem a rotina típica deste tipo de excursões. Quando tivéssemos cansados de um lugar, avançávamos para outro. O nosso marinheiro não sabia inglês por isso foi um pouco difícil comunicar. “It’s up to you” dizia ele. Ainda assim levou-nos a sítios mui belos. 

Hong island foi a primeira paragem. Fizemos mergulho.

hong.pngDSCF8876.JPG

Blue Lagoon que fica no meio da ilha Hong.
DSC00714

Koh Phak Bia uma ilha com uma língua de areia. Apenas estávamos nós!

 DSC00718DSC00719DSC00721

Trecking de Elefante

Para quem gosta de conviver com animais, aqui está uma oportunidade de interagir com eles. Andámos com o Elefante, pelo meio de uma savana tailandesa e um rio. Acho que é o suficiente, tanto para o animal como para nós, pois torna-se desconfortável ao fim de algum tempo.
DSC00702.JPG

Pôr do Sol em Ao Nang. Ao Nang não é daquelas praias paradisíacas que esperas encontrar na Tailândia. O comércio de rua, os restaurantes fazem desta zona ideal para os fins de dia, onde podes passear, comer e fazer umas massagens tailandesas. É um local turístico, onde há supermercados, bancos, lojas de câmbio etc. Um lugar cem por cento seguro para estares tranquilo e longe dos teus problemas. Ao Nang ainda está em reconstrução devido ao tsunami de 2004, por isso não te admires de veres algumas zonas demolidas.

IMG_3750DSC00593DSC00597

Por pessoa:

Ida e volta de Avião (Bangkok – Krabi) – cerca de 70€

Transporte do Aeroporto para o Hotel -150 baht
Ida e volta a Ralay Beach – 200 baht
Visita Ilhas Phi Phi – 1200 baht (sendo que estão incluídos 400 bahts de entrada no parque nacional) – O almoço está incluído.
Visita Ilhas Hong – 800 baht (300 bahts incluídos de entrada do parque nacional)
Trecking Elefante – 500 baht

Bangkok, cidade dos 1000 templos

Depois de começar a viajar, nasce em nós um espírito de superação. Tal como acontece em criança, onde cada passo tem de ser maior que o anterior. Comecei por destinos mais “fáceis”, mas a pouco e pouco vai nascendo aquela necessidade de superação. Acho que quando escolhi este destino, foi mesmo com esse objectivo. Deixar de lado os pacotes dos operadores turísticos e fazer algo à nossa medida.

Podia ter escolhido algo mais próximo, mas quando existem referências tão boas de um país como a Tailândia, país dos mochileiros, para quê adiar? Embarquem nesta viagem de 11 dias, cheia de surpresas e descobertas. O encontro com maravilhoso mundo asiático.

Tínhamos planeado ir em Junho, que marca o início da época das chuvas (de Maio até Setembro). Apesar disso, nos 11 dias que estivemos na Tailândia, apanhamos apenas 1 dia de chuva, e em Krabi, no Sul.

Voamos pela Lufthansa até Bangkok. Tínhamos 3 dias e meio para visitar uma parte desta cidade gigante e, pelo meio, visitar a antiga capital do Sião – Ayutthaya.  Um dos sites que baseei o meu plano de visitas foi o www.bangkok.com. Aqui podes encontrar o que se considera ser o top 10 de cada categoria. Assim adaptas a tua viagem, porque nem todos gostamos das mesmas atracções, certo?

É uma cidade imensa e poderíamos ter 2 semanas que não íamos conseguir ver tudo o que tem para nos dar. Por tanto, quando fizeres o teu plano, preocupa-te em escolher bem as zonas, porque a rede de transportes não é das mais eficientes. Em baixo, no mapa deixo o roteiro que fiz.

Slide1

Ficamos alojados na zona antiga da cidade, junto à famosa Kao San Road, mais propriamente na Rambuttri road. Dessa forma, ficamos perto dos principais templos, palácio e junto ao rio. Na altura em que decidimos ficar por aqui, nem sabíamos o quanto tínhamos ficado bem localizados. A proximidade do rio, permitia percorrer bangkok de barco em cerca de meia hora, o que, de transportes, taxi ou tuc tuc não seria possível, dada a distância para o Metro (MRT).

No primeiro dia (circulo vermelho), chegámos ao hotel a meio da tarde, por isso só nos sobrou tempo para explorar a famosa Kao San Road. Aqui (e nas ruas adjacentes) podes encontrar bastante movimento, com lojas, restaurantes, bancas de comida. Enfim, uma zona “completa” que não te deixa sem nada por fazer!

No dia seguinte, e por ser domingo, fomos a um dos maiores mercados do mundo – o Chatuchak Weekend Market. Se querem fazer compras é aqui! De todos os locais onde andámos, é com certeza o mais barato. Aqui mistura-se tudo: fruta, comida, massagens, electrónica, roupa, lembranças, artesanato. Parece que estás sempre perdido por aqueles estreitos corredores.

jatujakjatujak 2jatuka 1DSC00487DSC00484

De seguida avançamos para o centro Siam, pelo Skytrain, que é uma das zonas mais modernas da cidade. Por entre os arranha-céus e centros comerciais, entras numa Tailância mais globalizada e rica, que não encontras no resto da cidade. Aqui já tudo te parece familiar, como por exemplos as lojas e a alimentação.

Durante a tarde voltamos a entrar no Skytrain e fomos em direcção a estação Saphan. Visitámos um templo Budista Wat Yannawa. Lá dentro, encontrámos um local de culto e oração, onde as constantes vénias nos deixavam constragindos. Afinal estávamos apenas a contemplar, enquanto que para os tailandeses, era uma parte importante do dia.

wat.png

DCIM102MEDIA

wat 2wat 1

Tentamos subir ao Skybar, perto dali. Foi-nos impedido pelo dresscode. Fica para a próxima!

DSC00492DSC00491

Apanhámos então o barco até ao pier 13. Ainda faltava comprar o tour para Ayuthaya, que queríamos fazer no dia seguinte. Tínhamos referências de um agente que era confiável. Conseguimos convencer o Mr Thai a fazer-nos um bom preço pela excursão no dia seguinte. Por cerca de 500 bahts por pessoa e tínhamos o dia seguinte completo. O que acham deste tour? Vale a pena…

DSC00500DSC00502DSC00504DSC00514DSC00516DSC00520DSC00523DSC00526DSC00528

DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA

DSC00551

Visitámos a antiga capital do Sião, Ayuthaya, que é um complexo de templos e zonas abandonadas, depois da invasão do exército birmanês e também mais alguns templos como: Wat Yai Chaimang Khon, Wat Mahathat, Wat Phu Khao Thang e Wat Pharasinsanpeth. Depois de chegarmos ao hotel, fomos aproveitar a piscina Rooftop.

Por fim, no quarto dia, andámos pela zona do Grand Palace. Desde já uma informação muito relevante. Se tiverem que visitar o Grand Palace, garantam que estão lá por volta das 8h. Esta é uma das 40 atracções mais visitadas do mundo com cerca de oito milhões de entradas por ano. O espaço não é muito grande e à hora que terminamos a visita, realmente a multidão aglomerava-se! E para desfrutar do local, é mesmo importante ir bem cedo.

DSC00552DSC00555DSC00557DSC00558DSC00559DSC00561DSC00564

esm

DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA

Depois de visitar o palácio (500 baht), dirigimo-nos para o templo Wat Pho (100 baht), logo ali ao lado. É um complexo de construções, que para além disso, tem um dos maiores budas deitados.

DCIM102MEDIA

DSC00573DSC00575

DSC00576.JPG

Atravessando o rio nesta zona, por apenas 3 bahts, encontramos o Wat Arun (50 baht), outro lugar de referência.

DSC00578DSC00585

O que vestir?

Decidimos, e bem, isolar a visita de alguns templos, como o Wat Arun, Wat Pho e Grand Palace, porque a restrição de vestuário (calças e ombros tapados), podia criar algumas dificuldades, dado o intenso calor. No resto dos dias, a vestuário tem de ser leve para conseguires gerir o intenso calor. É fácil encontrares água engarrafada pela rua.

Relação com o dinheiro

Na minha opinião, o mais acertado é levar Euros e trocar por lá. Optei por levar algum dinheiro de Portugal (Bahts e Euro), mas foi um erro. Vale muito mais a pena trocar o dinheiro todo na Tailância. Existem inúmeras casas de câmbio onde é muito mais fácil fazer o câmbio. Como não cobram uma taxa fixa, podes ir trocando à medida que vais precisando. Por exemplo, levas 500€ e trocas de 100€ em 100€. A segurança é total se trocares nas casa próprias. Quanto a levantar dinheiro, é mesmo uma situação a evitar. Em primeiro lugar, o país “cobra” uma taxa de 200 bahts por levantamento. E para além disso, o teu banco também te vai cobrar mais algumas, por isso, tenho a certeza que não compensa. Vale mesmo a pena levar dinheiro, em Euros.

Onde comer?

Em Bangkok a comida está presente em todo o lado. Qualquer beco, praça ou rua movimentada tem bancas de comida com fruta, carne, peixe e outras coisas que desconheço. É mesmo um traço cultural da cidade. Para os mais atrevidos, sinceramente, desfrutem. Para quem não quer arriscar, também é muito fácil encontrar comida mais “europeia”, por exemplo, nos centros comerciais na zona do Siam.

Garrafa de água fresca – 10 baht

Cerveja da marca “Chang” (idêntica à Super Bock) – 40 baht

Almoçar no McDonalds +/- 150 baht um menu

 Jantar num restaurante > 150 baht (duas pessoas)

Comer nas bancas de comida na rua > 20 baht

Como funcionam os transportes?

Podemos encontrar inúmeras formas de nos movimentar:

BTS Skytrain e/ou MRT Subway são as duas redes de metro da cidade. A rede em si não é muito extensa. Por exemplo, não existe no centro histórico de Bangkok, mas é moderna. Faz uma boa ligação entre o mercado de Chatuchak, o centro Siam e a estação de Saphan, com ligação ao rio Chao Phraya, entre outras.

Ligação do Aeroporto de Suvarnabhumi – 45 baht

Preço do bilhete na cidade, dependendo das distâncias, anda à volta dos 40 bahts

IMG_3710.JPG

Autocarro da cidade. Não existe muita informação para os turistas sobre esta rede. Foi-nos útil quando quisemos ir ao mercado Chatuchak desde a Kao San road. Rapidamente me indicaram a estação mais próxima. Após esperar algum tempo, apanhamos o autocarro e também foi fácil saber em que estação saíamos. Existe um cobrador no autocarro, e o bilhete foi tão barato que perguntei 3 vezes ao senhor, para ter a certeza (13 baht).

Tuk Tuk é um meio de transporte comum para os turistas. Acabei por usar uma vez. Podes negociar o preço, mas fico sempre com a sensação que me estão a aldrabar. Ah! E são extremamente chatos! O táxi é ligeiramente mais caro e funciona da mesma forma. Por exemplo, no último dia, apanhámos um taxi da Kao San Road até Phaya Thai Station, para irmos para o aeroporto. Tentámos negociar e alguns deram-nos preços de 300 a 400 bahts pela viagem. Finalmente encontramos um taxista que nos fez por 120 bahts.

Barco no rio Chao Phraya. Esta foi uma das surpresas em bangkok. Quase todos os dias andamos de barco! É importante reter que existem duas linhas (barcos com bandeiras azuis e com bandeiras laranja). Esta distinção é feita porque uns são os barcos para turistas e outros são os barcos para os habitantes. No entanto, os preços são muito diferentes. Por isso só tens que apanhar os barcos laranja, que são muito mais baratos.

Percorrer o rio desde a Estação de Saphan Taksin (central pier) até ao molhe 13 (pier 13) – 14 bahts.

Atravessar o rio na zona do Wat Arun – 3 bahts.

Esperem pelo próximo post em Krabi!

Zurique, um dia.

Por vezes, numa pequena escala, podemos pensar que não vale a pena sair do aeroporto. Vive-se a inquietação dos passos perdidos e do vaguear pelas lojas e boutiques. Ali instaladas, como isco para os que entre horas de espera se sentem tentados a comprar alguma coisa, literalmente ultrapassados pelos passos rápidos de quem já tem o voo dali a uns minutos.
Na minha última, viagem calhou uma escala de 8 horas em Zurique. Não tinha planeado grande coisa. Esta era a minha segunda vez na Suiça, mas a primeira nesta cidade. Ao chegar, pedi um mapa da cidade e fomos.
Apanhamos o comboio e em 15 minutos chega-se à estação de Hauptbahnhof, mesmo no centro. Eram cerca de oito da manhã e o movimento nas ruas estava calmo. Enquanto os monumentos e comércio não abria, percorremos a Bahnhofstrasse, que é uma das rua mais caras e exclusivas do mundo. DSC00734DSC00735
Ao fundo encontramos o lago de Zurique e as montanhas geladas.

DSC00743
O lago de Zurique, atravessa depois a cidade de Zurique, numas águas transparentes e de pouco caudal, onde é também possível observar uma marina e alguns dos principais monumentos da cidade.
DSC00751DSC00752
Zurique é uma cidade bastante cara, principalmente a alimentação. No entanto, pode-se entrar gratuitamente nos principais monumentos e igrejas. Para além disso, não precisas de andar com Francos Suiços. O sistema de pagamentos permite que pagues em Euro. Se pagares com Euros, recebes o troco sempre em Francos. Sendo assim, vale a pena pagar com cartão, visto que não te são cobradas taxas.
Depois desta pequena incursão pela cidade, fomos visitando as principais atracções do centro da cidade, muitas infelizmente sem autorização para fotografias.

  • Igreja de S. Pedro – que tem a maior clock-face da Europa

DSC00758

  • Fraumünster, que tem pinturas de um famoso pintor, Marc ChagallDSC00784
  • Grossmünster, a antiga catedral e um dos edifícios mais importantes da suiça.DSC00765

Ao tentar descobrir estes monumentos, vais descobrindo Zurique e as suas peculiaridades. DSC00771DSC00773DSC00777DSC00781DSC00785DSC00786DSC00788DSC00789DSC00791DSC00792DSC00794
Dicas

  • O comboio do Aeroporto até Zurique é uma curta viagem que custa 13 Francos Suiços.
  • Nível de preços é bastante elevado. Por exemplo um croissant cerca de 2€.
  • Procura a cadeia de supermercados Coop se quiseres levar alguns chocolates suiços como lembrança.

Punta Cana, 7 dias de descanso

Em 2015, fizemos uma visita à República Dominicana. Estava essencialmente à procura de descanso, nada muito cultural. Mais tarde, vim-me a arrepender, pois perdi (por enquanto) a oportunidade de visitar Cuba. Parada nos anos 50, é um destino que não posso saltar nos próximos anos.

Voltemos então à República… Contactei a minha agência de viagens, Clube 2000 e lá fomos nós pela operadora Jolidey. Muitas vezes as operadoras são os melhores sítios para procurares as tuas viagens. Existem muitas, e algumas estão especializadas por regiões. Por exemplo, esta que vos falo tem uma oferta de destinos mais reduzida, se compararmos com outras. No entanto, pertence a grupo de operadores, e “tendo” aviões próprios, consegue assim,  preços um pouco mais reduzidos.

DSC00219

Da próxima vez que planeares as tuas férias, podes fazer a tua pesquisa e depois verificares se a tua agência de viagens trabalha com esses operadores. Exemplos de operadores: soltropico, jade, travelwings, jolidey, solférias, dominicanatours… entre dezenas que podes encontrar na internet. Só mais um pormenor, existem agências de viagens que são também operadores.

O Hotel que escolhemos foi o Catalónia Punta-Cana, que pertence a uma conceituada rede de hotéis. Neste tipo de resorts, que são longe da cidade, apenas oferecem regime em Tudo Incluído – que chatice!!!

DSC00222.JPG

Para quem acha que este tipo de destinos é demasiado entediante, não há problema. Sempre que se chega ao Hotel existe uma pequena reunião (normalmente no dia seguinte de manhã). Aí são apresentadas todas as opções de divertimento fora do resort (excursões, aluguer de moto quatro, mergulho, snorkeling, em fim, tudo o que quiseres para te divertires à grande). Se não tiveres isto em mente, tens sempre as actividades do hotel, que são gratuitas, e já agora as praias paradisíacas e os animais selvagens que se encontram pelo resort.

Os resorts costumam ter uma equipa de animação, que anima os turistas. Durante o dia tens actividades mais lúdicas e desportivas – voleyball, aquagym, pólo aquático, normalmente, dentro da piscina, para não desidratares!!! À noite, depois de jantar, começa o teatro. As peças são sempre diferentes, mas também não há problema. Por norma já estou tão cansado, que só me apetece ir dormir para recuperar para o dia seguinte.

Nestes países do trópico é preciso não esquecer que amanhece e anoitece muito cedo. Se quiseres aproveitar bem o dia, começa por te levantar cedo (por exemplo 6:00h). Depois do pequeno almoço, pega na toalha e põe-te à fresca! Das coisas que mais gostei de fazer foi observar o nascer do sol, com a praia quase deserta.

O Catalónia também tem um casino, algumas lojas e restaurantes temáticos. Quatro, mais precisamente (japonês, italiano, caribeño e steak house), que te permitem fugir do buffet. O serviço e a comida são muito superiores e vale bem a pena comer por aqui. Está incluído no regime, por isso não tens de pagar mais por isso. Apenas ter a sorte de haver vagas. Outro “divertimento” é o bar na piscina. Todos gostam e as bebidas, como sabes são sempre grátis.

DSC00224

Espero que te tenha inspirado para visitares este destino!
Boa viagem com o Clube 2000.
Se optares por fazer seguro de viagem, lê o meu post e entra pelo meu link para obteres a tua apólice. Uma simulação a 12/07/2016, terias todas as coberturas por 88€ por casal.