De ON para OFF, dois destinos para desligar com a Momondo!

Quantas vezes nos fartamos da rotina e só queremos desaparecer, ficar uns momentos a sós sem séries, tv, telemóvel, redes sociais enfim: Dar mais tempo à família, filhos e outras coisas que, por vezes, perdem relevância. Todos precisamos de um detox digital para nos alhearmos do mundo e voltarmos a nós (e o nosso polegar também precisa de descansar).

A Momondo desafiou-me a eleger dois destinos em que te podes alhear de tudo – Sem tv, sem telemóvel – só tu e o mundo.

Os dois sítios para onde viajei, e mais me senti esse alheamento foram:

1º Marrocos. Impossível ficar ligado quando existem campos e montanhas infinitas sem rede! Cheguei a viajar dias inteiros, contemplando apenas as paisagens deste belo país. No deserto do Sahara é que foi mesmo um retiro espiritual! Só nós e as dunas. A animação no acampamento fez-nos perceber que, também é delicioso acabar o dia ao som dos tambores dos berberes!

2º Cuba. É outro destino onde é impossível ter internet. Em Havana por exemplo, os cubanos juntam-se nas praças de wifi para aceder à internet. As ligações são tão fracas que mais vale mesmo a pena esquecer. Concentra-te antes em andar pelas calles e beber uns mojitos pelos bares cubanos!

Por isso, se te sentiste inspirado para desligar do mundo corre para Momondo e pesquisa um voo ou hotel onde possas planear a tua viagem e desfrutar de um detox digital!

@momondo, #owtravelers e #admomondo

 

Havana, Cuba


“Na época colonial era quase impossível invadir Havana por mar. Com tantas fortalezas, era uma cidade impenetrável” – Dizia-nos Hugo, o nosso guia.

E assim começou a nossa visita por Havana. Tínhamos chegado no dia anterior, tendo ficado mais de uma hora à espera da nossa mala, no aeroporto. Logo a seguir, um senhor bem arranjado, já nos impingia um táxi para o centro da cidade por 35 Cuc.

“Demasiado caro” – disse eu. Fomos trocar dinheiro e consegui negociar a ida até à Casa El Mirador por 20 Cuc.

Na manhã seguinte, levantámos cedo e fomos ter com o Hugo em frente ao famoso bar “El floridita”, o nosso guia da manhã.

“No época colonial era quase impossível invadir Havana por mar. Com tantas fortalezas, era uma cidade impenetrável”.
Percorremos as quatro praças de Old Havana, como lhe chamam. O centro histórico é muito fácil e rápido de conhecer. Teria feito sozinho, no entanto, aproveitando a cortesia da Havanacar, conseguimos saber muito mais da história da cidade, incluindo os seus monumentos, praças principais, costumes e a ligação de Hemingway à cidade. A destacar os seguintes pontos: Hotel Ambos Mundos onde Hemingway dormia, tem um rooftop fantástico onde podes observar todo o centro de Havana, ao mesmo tempo que tomas um refresco. Uma linda vista a 360º sobre a cidade; No Café El Escorial tomámos um café expresso maravilhoso. Aqui podes aproveitar para trazer uns sacos de grão ainda por moer. O Hugo disse-nos que em grão, só há café de manhã, pois esgota com frequência; El Floridita, onde tens mesmo de tomar o seu famoso daiquiri. Hugo explicou-nos que este bar ficou conhecido pelas visitas de Hemingway o visitava diariamente, depois de vir da pesca. Mas realmente, o daiquiri é muito bom. Tens de o provar!
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As histórias que o Hugo nos contou são infindáveis. Aproveitámos para lhe fazer imensas perguntas sobre o regime e as fantasias europeias sobre Cuba. O Hugo respondeu sempre abertamente, e posso dizer que fiquei com uma ideia bem mais clara sobre os cubanos e o que pensam do comunismo, e como olham o mundo.

Se observarmos, ainda são um povo sob enorme controlo do Estado. O acesso à internet é muito limitado, por exemplo. Encontramos praças de wi-fi pela cidade, repletas com centenas de pessoas a conectarem-se. Se porventura também quiseres usufruir é super fácil. Perto destas praças existem lojas que vendem cartões com internet. Basta comprares um (1,5Cuc – 4,5Cuc) para uma hora de navegação. Mas existem outros constrangimentos. Um cubano não pode sair livremente do país, não existem partidos de oposição e a maior parte da economia é controlada pelo Estado. Por isso, quando vais a um restaurante é quase um favor pedir que te serviam. No fundo não querem saber!

Depois de almoço a Havanacar.net ofereceu-nos uma visita de carro clássico pela cidade. O nosso carro era um Buick Pink Electra de 1957 e o motorista era o simpático Javier! Um jovem da região de Varadero, que estava a trabalhar em Havana. Dizia que se ganhava muito mais a trabalhar para o sector privado, do que para o Estado.

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Saímos do Parque Central e atravessámos logo o Passeo del Prado em direcção ao túnel de Havana. Do outro lado, conseguimos ter uma boa perspectiva da cidade quer do Cristo Rei de Havana, quer da Fortaleza de San Carlos de la Cabaña. Voltámos ao carro e dirijímo-nos novamente para a cidade. Agora percorrendo toda a marginal El Malecón até ao Avenida Paseo, fazendo assim a orla do El vedado, que é outro bairro muito conhecido da cidade. A Avenida Paseo dirige-nos até à Praça da Revolução onde encontramos as faces da revolução – Fidel e Che. Também era aqui que Fidel discursava durante horas para o seu povo.

Por fim visitámos o Bosque de Havana, onde passa o Rio Almendares, visinho do Bairro Chino (Chinatown). Podes ver esta viagem de carro noutro post sobre a Havanacar. Se puderes, aproveita para contratar um serviço destes! Vais ver que vale a pena. É uma experiência inesquecível e uma excelente oportunidade para conhecer mais sobre a cidade.

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Sobre a alojamento. Já tinha referido que tínhamos ficado numa casa. Estas são autênticos Bed&Breakfast. O site por onde aluguei foi o Bbinnvinales, sugerido por uma amiga minha que tinha ido no ano anterior. Ficámos quatro noites na Casa El Mirador. Optámos por esta solução porque tudo o que lia sobre os hotéis em Havana não iam ao encontro do que queria. Tudo caro e com mau serviço. Por isso, preferimos instalar-nos mesmo no centro de Havana velha e durante três dias estar no centro de outro mundo, que não o turístico.

Júlio, o dono da casa, médico, tinha uma gentileza descomunal. Simpático, prestável e procurava sempre entender-nos. À nossa disposição tínhamos o nosso quarto, com suite (que era limpo todos os dias). Podíamos estar nas zonas comuns e tinha todas as condições para o alojamento. Demorávamos cerca de 20 minutos a chegar ao centro (Parque Central) a pé.

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No caminho conseguíamos ver o dia a dia dos cubano. Estávamos quase no centro e, atravessando a rua de San Rafael ficámos a perceber o ritmo da cidade. Este bairro não é muito rico: as casas estão degradadas e as ruas não cheiram propriamente bem. No entanto, passámos vezes sem conta por sítios, aparentemente assustadores e não nos abordavam. Sempre muito tranquilo. Mesmo de noite, com as ruas com pouca iluminação, os cubanos mantém as portas de casa abertas e consegues ver as famílias a ver televisão nas salas. Algo impensável nas grandes metrópoles europeias.

No segundo dia fizemos uma excursão a Viñales.

No terceiro dia em Havana aproveitámos para ter um dia livre, aproveitando para caminhar pelas ruelas coloniais. Um facto importante sobre o país é que os preços praticados são iguais em todo o lado. Tanto em Havana, como em Viñales como em Varadero. E estou a falar de artigos como bebidas alcoólicas, tabaco e outros recuerdos. É impressionante entrar nas mercearias e ver os mesmos produtos em todas elas, ao mesmo preço, com a particularidade de não haver concorrência. Ou seja, shampoo só há uma marca, mel só há uma marca, manteiga só há uma marca… Engraçado não? Isto acontece devido ao embargo sob o qual Cuba está subjugada. É um país que produz tudo o que necessita. Além disso, é o único país do mundo que tem duas moedas em circulação: O Cuc e a moeda nacional. A relação é de 1Cuc=25 moeda nacional. Aparentemente, não vi vantagem em terem estas duas moedas. Quando fores ao banco levantar dinheiro, dão-te em Cuc. Tenta sempre receber o troco nessa moeda, porque é a mais transaccionada e aceite. O difícil é destingir as duas. É só uma questão de atenção.

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Faltavam só ver alguns pontos de Havana. Passámos no Capitólio, que estava em manutenção; visitámos a Estação de comboios, onde encontrámos umas crianças a brincar, junto às locomotivas museu; almoçámos uma lagosta (que é relativamente mais barata do que em Portugal); desfilámos na rua Obispo, uma das mais movimentadas e com maior fluxo turístico e fomos ver o pôr do Sol à Malecón. Um dia perfeito!
Agora estava na hora de ir para Varadero!

Alojamento 4 noites na Casa El mirador – 100Cuc. Podes contactar pelo site, ou directamente com o Julio, através da página do Facebook @elmiradorhavana.
Tour a pé (3 horas) – 40Cuc
Tour em carro clássico (3 horas) – a partir de 90 Cuc (depende do percurso e do número de ocupantes)
Para marcares e contactares a Havanacar- O Stefano responde-te muito rapidamente.
Site – www.havanacar.net
Tripadvisor – Havanacar
Facebook – @cubataxi
Fica aqui o video:

Varadero

Como marcámos a viagem sem agência de viagem, tivemos de andar à procura de um transporte para Varadero. Existem várias possibilidades, desde o comboio, avião, taxi até ao autocarro. Este último foi o que escolhemos. Não fomos pela Via Azul, a transportadora cubana, que oferece bastantes destinos. Se tiverem curiosidade, basta visitar o site – viazul.com. Acabámos por comprar o nosso transfer no Hotel Inglaterra, no Parque Central de Havana, por 25 CUC. O autocarro tinha todas as condições para nos transportar e a viagem durou cerca de duas horas, com a grande vantagem de nos deixar no hotel que pretendêssemos.

Noutro post, já tinha deixado boas indicações do nosso resort, com video e tudo – o Ocean Vista Azul! O hotel prima pela sua localização. É fantástico entrar nestes hotéis de lounge aberto. Ao fundo vemos o mar. Dá vontade de deixar a mala e enfiarmo-nos  logo na infinity pool. “Mal posso esperar a hora de deixar o quarto já com os calções da praia vestidos”. Mas enquanto fazemos o checkin, recebemos um cocktail para ir refrescando do calor intenso.

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Em Varadero todos os hotéis encostados à praia têm catamarans e actividades gratuitas. A água é sempre quente e a areia fina, fazendo desta praia uma das referências mundiais. Os cubanos têm imenso orgulho nas suas praias. Dizem mesmo que é a melhor do mundo. E de facto é de bradar aos céus. Quem me dera viver uma temporada num sítio destes. Além de quente, a água tem imensa vida. Consegues nadar à beira dos peixes, descobrir pequenos corais encostados às falésias da praia e brincar com estrelas do mar. O bar junto à praia também ajuda na animação, com alguma música à mistura.

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Mas para quem não gosta de praia, tem piscina. Perto da principal havia sempre animação programada e cocktails do dia. Na hora do calor, preferia ir para os colchões com sombra e fazer uma bela sesta, longe do barulho da salsa cubana. Quando estava quente de mais, escorregava para piscina. Sabe tão bem! Outra vantagem dos resorts em regime TI é a possibilidade de te dirigires ao bar e pedires o que bem te apetecer para beberes, ou comeres, como por exemplo umas asinhas de frango com uma margarita a meio da tarde!

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O nosso quarto ficava no edifício principal, virado para o mar. Todos os dias podíamos deitar-nos na poltrona da varanda e aproveitar o pôr do sol, antes ou depois do jantar, conforme o nosso apetite.

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E por falar em apetite, umas férias estão quase sempre associadas a comer e beber bem. Por isso, se vieres a Varadero tens de aproveitar os restaurantes temáticos. O dress code é sempre mais apertado e podes tornar a tua noite mais glamourosa, com empratamentos requintados de comida deliciosa. Sempre que posso, evito o Buffet à hora de jantar.

Depois de jantar, sabe bem dar uma caminhada pelos passeios do resort, ladeados por relva e iluminação subtil. Depois é hora de ouvir um pouco de música cubana junto ao bar. Com um copo de rum envelhecido ou um cocktail para as senhoritas, desfrutamos de um pouco de Salsa, jazz ou meregue, antes de ir para o quarto descansar.

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Havanacar, o teu guia em Cuba

Em muitas viagens que fiz perdi imenso tempo a preparar as minhas viagens, ora visitando sites oficiais, ora visitando blogs. É uma imensidão de tempo investido para que à chegada as coisas fluam e nos possamos divertir enquanto visitamos o outro país. Gosto de sair com a sensação que visitei os sítios certos, no momento certo.

Por isso, desta vez escolhi a Havanacar para visitar Cuba. No tripadvisor é o nº1 de transportes em Havana.

Aqui podes ver video promocional da Havanacar:

Percurso pedestre: Fizemos um tour a pé com o Hugo, o nosso guia de Havana Velha, visitando as principais praças desta zona. No caminho, Hugo ia-nos indicando as passadas de Hemingway em Havana. Visitámos o hotel onde se hospedava, o local onde atracava o barco e conhecemos um pouco da sua história. Também nos levou a beber o famoso daiquiri num dos bares mais famosos do mundo – El Floridita.

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Passeio em carro clássico: Este foi outro dos momentos altos da nossa viagem. Este passeio de carro é simplesmente maravilhoso. Com o Xavier e um Buick de 1957 descapotável andámos por Havana, conhecendo outras zonas mais charmosas do que old Havana. Desde a famosa marginal El Malecon até à Avenida dos Presidentes, passando também pelo Cristo de Havana.

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Visita a Soroa e Viñales: No último dia que estivemos em Havana combinámos uma excursão à Cascata de Soroa e ao vale de Viñales. Simplesmente fantástico! A magia de estarmos sozinhos na Cascata é realmente uma experiência a não esquecer. De seguida, visitando o vale de Vinãles ficamos a conhecer a forma como é feito o café, o tabaco e o rum.  Nestas quintas/plantações de tabaco explicaram-nos o processo de fabrico dos charutos. Podes até fumar um para experimentares como são maravilhosos. Por fim, ainda andámos a cavalo pelos campos. E isto tudo acompanhados por Orlando, o guia e um Chevy de 1957.

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Espera pelo próximo post, onde vou contar isto e muito mais acerca de Cuba.

Para contactares Havanacar podes fazê-lo por aqui:

  • Site: havanacar.net
  • Facebook: @cubataxi
  • Tripadvisor: Havanacar
  • E-mail: havanacarcuba@gmail.com

Ocean Vista Azul – H10 Hotels

O Hotel Ocean Vista Azul, como o próprio nome indica é um resort com uma imensa vista de várias tonalidades de azul.

A nossa escolha recaiu neste hotel por alguns motivos. Antes de mais, a opinião geral sobre os resorts/hotéis de Varadero (e mesmo Cuba) é que, de uma forma geral, se apresentam degradados e o staff não é muito disponível. E isto é verídico. É muito difícil entrar numa loja e ser bem atendido. Assim, sabendo que este hotel era mais recente, optámos pelo Ocean Vista Azul na expectativa de sermos bem sucedidos na escolha. E assim foi.  Para mim, a localização e as instalações são os pontos fortes.

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A “infinity pool” é um dos ex-líbris. Por cima de uma arriba, a piscina proporciona excelentes momentos, como por exemplo o desfrutar do pôr-do-sol ainda dentro de água. Ou de manhã, acompanhando o nascer do sol e a alteração da luzes ao longo do dia. Na praia existem actividades dinamizadas pela equipa de animação do hotel, como relaxamento, aulas de dança e aquagym. Mas o melhor é mesmo a temperatura da água e a sua cor cristalina. A minha actividade preferida é ficar debaixo do sombrero, com um mojito e dar um salto ao mar de vez em quando.

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O Ocean Vista Azul também oferece gaivotas e caiaques aos hóspedes e a formidável oportunidade de velejar num catamaran.

O staff também foi dos mais simpáticos que encontrámos. Foram bastante solícitos a responder aos nossos problemas. 🙂

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Neste resort podes encontrar ainda:

  • 3 restaurantes temáticos (gourmet, italiano e caribeño) e o Buffet
  • Teatro com tem actividades todas as noites
  • Snack bar junto à praia
  • Spa e ginásio
  • Atendimento Privilege
  • Actividades náuticas
  • Kids Club

Podes sempre usufruir de 5% de desconto se aderires ao club H10.
Aproveita bem e boas férias!!