Costa Amalfi, o que fazer? Uma roadtrip de sonho?

As fotografias da costa de Amalfi, ou amalfitana são sempre convidativas. Sol, praia, mar, cidades empoleiradas nas encostas junto ao mar. Um cenário bastante idílico que os italianos conseguiram construir nesta “curta” costa do mediterrâneo.

Itália não é um país homogéneo e o ritmo é bem diferente de outras zonas mais stressantes, como é o caso de Milão. Por isso, se vieres para aqui de férias, desliga a ficha e aproveita! Vais precisar da tua concentração para resolveres outros problemas! Alguns deles podes resolver com a ajuda da Momondo. Já te explico tudo!

DCIM100MEDIADJI_0084.JPG

Tal como em outras viagens, existem sempre alguns planos que não correm bem. E esta zona tens de ter mais cuidado a planear visto que é uma zona “especial”. Mas não te preocupes que vou contar tudo.

A nossa viagem foi em Maio. Apanhámos alguma chuva o que nos levou a cancelar algumas actividades, como um passeio de barco e visita a Capri. (Mas até fico contente. É mais um motivo para regressar numa próxima. 🙂 Temos sempre de ver as coisas pelo lado positivo.)

Para chegar até aqui existe uma solução super económica – Ryanair. Os voos low cost são super baratos se comprares com antecedência porque a ligação Porto-Nápoles não tem muito fluxo. E para além disso, Amalfi fica a uma hora e meia de carro de Nápoles e três horas e meia de Roma. O que não é longe. Podes pensar que o aluguer do carro foi caro. Mas a verdade é que estou rendido à plataforma da Momondo! Os preços dos alugueres de carros são fantásticos. Já é a segunda vez que utilizo e não encontro mais barato, tal como nos tinha acontecido nos Açores. O aluguer ficou por menos de 10€ por dia. E agora vai o meu primeiro conselho. Se alugares carro, adiciona o seguro de protecção para acidentes. quebras de vidro etc. No segundo dia da viagem um autocarro fez o favor de quase partir um retrovisor. E se não tivéssemos o seguro, já estávamos a chorar o dinheiro. As ruas desta zona são muito estreitas por isso, neste ponto, não hesites.

Relativamente ao alojamento, tens imensas hipóteses, embora os preços dos hotéis seja relativamente elevado, dada a “escassa” oferta. Penso que uma boa solução é a marcação pelo Airbnb. Tenta escolher um alojamento fora das zonas mais populares, para conseguires um lugar virado para o mar! Ficámos alojados em “casa” do Chef Fiorenzo, em Conca dei Marini. Um aldeia pacata, localizada entre Amalfi e Praiano.

5 coisas que podes fazer em Amalfi

1º Experiência Roadtrip

A experiência de carro pode vir a ser traumatizante nas “grandes” cidades desta costa, como Amalfi ou Positano. Existem outras formas de deslocação como autocarro, barco ou a pé. No entanto, se te deslocares de carro, prepara-te para pagares uns bons Euros pelo estacionamento (3€ por hora em época baixa e 5€ em época alta). No centro, os parques são muito limitados, por isso tenta chegar bem cedo a Positano e Amalfi por exemplo. A experiência roadtrip é para quem gosta de ir descobrindo. Não te preocupes com as horas. Aproveita para ir calcorreando a costa, as vilas, os mercadinhos, as catedrais e as praias. É tudo maravilhoso!

Começa a viagem em Positano, a mais glamourosa de todas e segue por aí fora: Praiano, Amalfi, Atrani, Minori, Maiori, Cetara, Vietri Sul Mare até Salerno. Todas são bastante peculiares, com diversos estilos arquitectónicos já catalogados como património Mundial da Unesco.

Vais ficar ainda estupefacto com as plantações de limoeiros e o licor de limoncelo que esta gente venera; com as ruas que acabam em precipícios e as casas ali penduradas; com ao detalhe do artesanato e as mil e uma cores das cidades; com as catedrais e centros pitorescos; com as praias escondidas; com a imensidão de barcos de recreio… Acho que este ambiente deve durar o ano inteiro.

DCIM100MEDIADJI_0023.JPGDCIM100MEDIADJI_0004.JPGDCIM100MEDIADJI_0726.JPGDCIM100MEDIADJI_0788.JPGDCIM100MEDIADJI_0038.JPGDCIM100MEDIADJI_0047.JPGDCIM100MEDIADJI_0049.JPGDCIM100MEDIADJI_0063.JPGDCIM100MEDIADJI_0986.JPGDCIM101MEDIADJI_0003.JPGjoao tiago oliveira travel blog amalfi positano 1

2º Fiordo di Furore

Esta praia é a mais icónica da costa Amalfitana. O público aplaude os saltos dos mais corajosos que saltam da pequena ponte a 30 metros de altura. Coragem!!! Perguntamo-nos como é que a natureza conseguiu criar ali um recanto bastante cénico. Por trás da praia, ainda surgem umas pequenas casas esculpidas nas encostas e barcos em repouso, à espera da hora certa para zarpar para a pesca.

Mergulha no mediterrâneo, esta é a hora de aproveitar!

A melhor hora para ir é por volta da hora de almoço já que as escarpas impedem a entrada de luz do Sol nas horas em que está mais colado ao horizonte.

DCIM100MEDIADJI_0763.JPG

3º Le Bonta del Capo

Foi o que mais me fascinou. Que delícia. Estes senhores respeitam a comida!

Apaixonei-me por este restaurante – Le Bonta del Capo. Tudo o que experimentámos era excelente. Algumas imagens do video são de lá, por isso, se poderem fazer uma visita a este sítio não se vão arrepender. A vista é espantosa, o ambiente delicioso, o staff amigável. Tanto ao almoço, como ao jantar vale a pena! E se vieres à costa amalfitana, então tens de escolher um restaurante que te dê uma vista sobre o mediterrâneo, tal como este.

O Chef Fiorenzo consegue criar um ambiente espectacular e charmoso. Simplesmente italiano, onde tudo é bom!

DCIM100MEDIADJI_0029.JPG

4º Pompeia e o Vesúvio

Quem não ouviu falar de Pompeia nas aulas de história? Soterrada por lava e cinzas no ano 79 vindas do vulcão Vesúvio. Esta visita é imprescindível para quem gosta de cultura.

Em Pompeia podes encontrar por exemplo o fórum, basílica, coliseu, teatro, os frescos nas casas mais ricas entre outros artefactos extremamente bem conservados. O museu audio-visual também faz um excelente enquadramento da história desta cidade dizimada por um vulcão.

É uma sorte poder estar num espaço em que a preservação é o clímax. Passear naquelas ruas, entrar em casas que foram habitadas há mais de dois mil anos, perceber como estava organizada uma cidade romana. Pode não ser o sonho de muitos, mas é um legado!

DCIM101MEDIADJI_0028.JPGDCIM101MEDIADJI_0039.JPGDCIM101MEDIADJI_0041.JPGDCIM101MEDIADJI_0054.JPG

5º Nápoles

Nápoles não é uma cidade charmosa. Aliás o encanto perde-se logo quando pareces conduzir no meio de malucos às buzinadelas e sem cumprirem as regras de trânsito. A passagem por aqui foi bastante rápida. Falaram-nos de uma pizzaria conhecida, a L’Antica Pizzeria da Michele. Aqui foi rodado um filme com a atriz Julia Roberts e daí ser tão conhecida. É um verdadeiro tasco, mas as duas pizzas são muito boas. E só custam 4,5€ cada. Digo duas, porque é a única coisa que servem e o estabelecimento está sempre à pinha (cheio)!

Marguerita ou Marinara!

Pode não parecer uma boa forma de terminar a viagem, mas marcou. Depois daquele encanto todo de Amalfi entras num reboliço e cultura diferente.

Foi bom!
Até à próxima viagem!
P.S.: Podes ver mais fotografias e histórias no meu Instagram (feed e destaques)

Voar com a Aer Lingus

A Aer Lingus é a companhia aérea de bandeira da Irlanda. Marquei a viagem Dublin – Lisboa, porque tinha um horário mais favorável no dia em que queria fazer a viagem de regresso. Acabou por ser uma agradável surpresa voar nesta companhia.

Durante a estadia na Irlanda acabámos por perguntar porque é que o trevo (“shamrock”) aparece tantas vezes. Quer seja nos souvenires, na roupa, como símbolo dos clubes, ou em qualquer outra coisa, o trevo acaba por estar presente. Desta forma, surgiu-nos essa dúvida. Para os Irlandenses o trevo significa sorte e está associado também às celebrações do St Patrick, o mais conhecido santo padroeiro.

Assim, faz todo o sentido que a Aer Lingus o utilize também como símbolo.

No entanto, a nossa viagem pela Aer Lingus foi mais do que agraciada pela sorte 🙂 Para além de termos chegado ao destino, a tripulação foi super simpática, sempre pronta a ajudar. A comodidade do avião também é bastante melhor comparando com as lowcost, tornando a viagem bem mais confortável.

Se tiverem curiosidade, podem consultar o site da Aer Lingus e consultar as tarifas dos voos. Podem ficar surpreendidos com a ponte aérea que fazem com New York, já que anunciam um valor desde o 209€ de ida. Se fizerem uma simulação a 7 meses, podem reparar que se consegue ir e vir por pouco mais de 400€. Um bom preço para quem quiser fazer um combinado Dublin\New York. O segredo é anteciparem a compra dos bilhetes. Faz toda a diferença para uma viagem mais barata. No nosso caso, marcámos o voo Dublin-Lisboa com cinco meses de antecedência e pagámos 114€ por dois bilhetes. Nada caro, comparando com outras companhias.

Ao pesquisar no site reparei que têm os aviões de longo curso equipados com wi-fi a bordo, entretenimento (tv, filmes, musica), tudo o que é necessário para fazer uma viagem tranquila.

IMG_20170301_175956

 

Reservar na IHG, InterContinental Hotels Group

O hotel onde ficas alojado tem um grande peso na satisfação final da tua viagem. É claro que fazer uma viagem em conta, também é importante. No entanto, se começares desde logo a associar-te às vantagens de ser sócio do club (sem custos), podes vir a ter grandes vantagens no longo prazo.

ihg.png

É o que acontece no caso da IHG, um grande grupo de hotelaria que te dá benefícios. Em primeiro lugar tem tarifas especiais para associados em mais de 5000 hotéis espalhados pelo mundo. Para além disso permite-te acumular pontos e ganhar noites grátis, por exemplo, ou trocar por milhas aéreas nas companhias associadas. Isto entre outras vantagens que podes encontrar no IHG Rewards Club. Como é óbvio, para acelerar a “conquista” de pontos tens de reservar mais vezes nesta cadeia. No entanto, com 5000 hotéis disponíveis, de certo que vais arranjar um à tua medida. E se queres uma prova, então aqui vai. Se desejares fazer uma reserva para Madrid, em Outubro, em quarto privado: No site Worldhostels.com consegues reservas a partir de 40€ sem pequeno almoço; Pelo IHG dependendo do hotel que escolherias, terias reservas a partir de 53€, com pequeno almoço (num hotel com casa de banho privativa e todas as comodidades associadas). Por tanto, eu, que já experimentei os dois aconselho-te a medires bem os prós e contras. Por vezes ficamos demasiado obcecados com a ideia de que é caro ir para hotéis, mas pode compensar.

Foi o que aconteceu em Dublin e Belfast. Ficámos no Holiday Inn Express nas duas cidades. As noites foram tranquilas, sem barulho e com todos os luxos que merecíamos para acordar de manhã com energia para fazer quilómetros e quilómetros a pé ou de carro, de modo a usufruir ao máximo da viagem.

Em Belfast, o hotel estava praticamente no centro da cidade. E como estávamos de carro, era mesmo rápido chegar ao centro (tem parque de estacionamento grátis).

rsz_double_with_sofa

Em Dublin, o hotel era um pouco mais confortável. Para além do quarto em excelentes condições, usufruímos do “late check out” para ficar mais tempo em Dublin, no último dia. O hotel também tinha um “shuttle grátis” para o Aeroporto, o que deu imenso jeito para não ter de apanhar um autocarro ou taxi.

images

 

¡Hola, México!

Depois de Miami, aterrámos no México! Direcção: Riviera Maya. Desde logo porque fiquei sem máquina fotográfica e não pude registar os momentos da melhor forma. Às vezes temos destes imprevistos! Foi um bocado frustrante ter avariado. O nosso último recurso foi o telemóvel.

Quando temos imprevistos destes, o que interessa é adaptar rapidamente as expectativas: “Nem tudo está perdido!” – Diverte-te na mesma!

Mais uma vez, viajámos pela nossa agência Clube 2000 que providenciou todo o alojamento, com uma excelente recomendação – o Occidental Grand Xcaret Resort.

No resort adorei os espaços amplos, com grandes halls e zonas de lazer. A piscina fazia-se acompanhar por um bar junto à água. Para além disso, o resort está incluído numa zona onde convivemos com animais selvagens. Macacos, iguanas, pelicanos e aras como que adornam a tua visita à piscina! A Riviera Maia não tem praias. Aliás a mais próxima era a Playa del Carmen. Este resort proporciona uma praia artificial. Ainda assim, uma bela praia por onde alguns peixes exóticos vagueiam, refugiando-se do campo aberto do mar. Podes sempre pedir os óculos de mergulho e acompanhar mais de perto os seus movimentos.

20140530_17092420140601_13251420140602_11054820140602_110618

No entanto, a vida no resort vai muito mais para além da vida animal. Para quem costuma passar uma semana ou mais, em regime “Tudo Incluído” sabe que, ao fim de algumas refeições, o buffet começa a ser um pouco repetitivo. Mas por aqui foi fácil fazer face ao tédio: onze restaurantes (entre os quais alguns temáticos: mexicano, italiano, oriental e grill), nove bares e uma discoteca, cinco piscinas, ginásio, ténis, ufa!  O Resort é tão grande que tem um serviço de transporte.

É bastante fácil fazer conversa com os mexicanos. Como sabem alguma comida mexicana é muito picante. Numa visita à Tacaria, pedimos uns tacos para provar e um dos que escolhi era extra-picante. O rapaz que me serviu pediu-me para ter cuidado, porque no México o picante arde duas vezes… Para quem não percebeu a piada, não vou aprofundar mais o assunto. O certo é que, chamar “picante” aquele que comi, é estar a ser dócil no português.

Park Xcaret

Outro dos pontos fortes do resort é a proximidade com o Park Xcaret, para muitos o melhor parque de diversões do México. Gerei uma grande expectativa em torno desta visita, mas realmente não sais decepcionado. Como estão lado a lado, existe uma entrada directa entre o resort e o parque. Numa gondola, que vai navegando através de um canal, ouvem-se os pássaros, que cantam as melodias matinais. Enquanto atravessas o canal de águas calmas, podes observar a beleza da vegetação e, a aragem quente da manhã bate-te na face. Seria uma óptima forma de começar a visita… O problema é que enquanto tudo isto acontece , o teu coração começa a bombar adrenalina e ansiedade. Começas a pensar nas filas e no plano que traçaste para o dia: – “E se me atrasar nas filas e não vir tudo?”,”Agora às 9 horas começa a alimentação das araras, e às 9:30 é o início do espectáculo dos golfinhos!!”. Apesar do barco ir deslizando lentamente, a velocidade já não é suficiente. Tu só desejas que o raio da gondola tivesse um motor e que atracasse o mais rápido possível no cais.

20140604_085857.jpg

Voltando à parte do melhor parque de diversões do México… Esta conclusão deve-se a diversos aspectos. Em primeiro lugar porque concilia o zoo com a história do México. Consegues perceber que existiu uma forte ligação entre o que foi a civilização Maya e a natureza. Quem visita o parque consegue-se divertir com as inúmeras actividades que tem para oferecer. Foi aqui que nadei a primeira vez com golfinhos. O ponto alto é seres empurrado por dois ao mesmo tempo. Espectacular! Se tiveres oportunidade de o fazer, aproveita! Para além dos golfinhos tens inúmeras diversões, animais e teatros que procuram mostrar a história do méxico! Top top top!! Visita o site para saberes mais.

20140604_09175520140604_10360520140604_11205020140604_11264920140604_11301020140604_11305420140604_11355920140604_11380220140604_17143120140604_17351320140604_18025220140604_180824

No entanto, o fim do dia é o auge. O parque proporciona um mega espetáculo, que está dividido em duas partes. Em primeiro lugar conta-se a história da civilização Maya, com os seus costumes e o jogo da bola mesoamericano que se praticava à 3000 anos. Tudo com efeitos de fogo, som e centenas de actores. Na segunda parte, conta-se a história do México: “Descoberta” do México, como terminou a civilização Maya, ouves os Mariachi, enfim. Para quem gosta de parques, é uma experiência que recomendo.

Aqui ficam mais umas fotos do que podes ver e fazer.

20140604_13091120140604_19223520140604_19261520140604_19364420140605_11534720140605_12112720140605_111057

Playa del Carmen

Este é outro dos locais que não podes perder. Visitar a Calle 5 da cidade de Playa del Carmen. Dizem que a cada dia que passa ela cresce mais um pouco e realmente, é de perder de vista! Tem de tudo: restaurantes, hotéis, lojas, artistas de rua, e sempre cheia de turistas. É aqui que podes aproveitar para comprar algumas lembranças, como tequilla, rum, picante mexicano por exemplo. Ao lado temos a praia propriamente dita.

20140604_182016

Exploratours

Muitos factores explicam que o México seja um destino de férias fantástico. Sol, praia, hotelaria de qualidade e actividades para entreter. Ainda se torna mais fantástico, se souberes em quem confiar um dia inteiro. Foi o que aconteceu com a Exploratours, uma empresa do Miguel Castela, no México. O tour que escolhemos fazer com o Miguel foi Chichen Itza, Ek Balam, cenote e Valladolid. Foi-nos fazendo sempre um enquadramento do que íamos visitar. A qualidade do transporte também excelente, em carrinhas com ar condicionado (a não ser que faças um safari de jipe).

Na excursão que escolhemos, a primeira paragem foi numa cidade Maya, Ek Balam. Para além do Miguel, também nos acompanha um guia, com descendência Maya. Este ia explicando a organização da cidade, como a separação das zonas ricas e pobres, a simbologia das construções e as regras do jogo da bola. Nesta cidade abandonada subimos a pirâmide (porque no Chichen Itza não é permitido).

20140531_10502920140531_10595020140531_10555620140531_11034120140531_10504920140531_110149

Há muitos milhares de anos, toda a região onde os Mayas viveram, foi uma zona de corais. Por isso quando subimos vemos umas grande planície – Yucatán. Muitas vezes confunde-se o extermínio da civilização Azteca, levada a cabo espanhóis, com a história do Mayas. Os Mayas não foram extintos, aliás eles continuam a viver em comunidades no México. O abandono destas zonas é explicada pela sobre-população para os recursos disponíveis, que obrigou a civilização a migrar. As cidades Mayas foram assim tomadas pela vegetação selvagem, após o século X. Passados mil anos, foram sendo descobertas por acaso, visto que nesta enorme planície, aqui e ali surgiam montes. Estes identificam as pirâmides construídas, cobertas de vegetação. No Chichen Itza esta realidade é mais flagrante, já que apenas metade da pirâmide está recuperada/escavada – sim, uma das sete maravilhas do mundo, não está completamente “recuperada”.

20140531_12464920140531_13243120140531_13061520140531_132038

A pirâmide é um templo construído em homenagem ao Deus Kukulcán (Serpente Emplumada). Nos Equinócios e Solstícios geram-se fenómenos de luz e sombras na pirâmide, que permitem a “descida” do Deus serpente (em forma de luz) pela escadaria. Todos os anos, este fenómeno é acompanhado por milhares de visitantes, que se juntam à volta do templo para observação. Outra particularidade da pirâmide, é o efeito acústico que produz quando se batem palmas em frente à escadaria. Este efeito imita o chilrear de uma ave sagrada – o Quetzal. Um verdadeiro deleite, para quem, como eu, não estava à espera destas surpresas.

Depois de sairmos de Chichen Itza, fomos em direcção a um cenote – Ik kil. Os cenotes relacionam-se quer com a civilização Maya, quer com o meio ambiente. Em primeiro são poços de água límpida e gelada por onde caem lianas gigantes. Tivemos oportunidade de nadar neste local. A água, como não é salgada, exige muito mais esforço para te manteres à tona. Para além disso, é um sítio um pouco assustador, porque um cenote pode ter várias dezenas de metros de profundidade, ficando sem saber muito bem o que pode andar por ali.

A ligação dos cenotes à civilização Maya tem um significado até um pouco mórbido. Os Mayas acreditavam que os cenotes eram portais entre a vida e a morte, e faziam parte do seu culto religioso. Sabe-se isto porque foram encontrados esqueletos e muito ouro nos fundos destes poços.

20140531_14515420140531_150650

A última paragem foi Valladolid, uma cidade colonial, fundada em 1545, pelos espanhóis.

20140531_17223420140531_172208

E assim foi a nossa passagem pelo México, um destino verdadeiramente completo!

Se vais viajar, não te esqueças de subscrever o seguro de viagem, que disponibilizo aqui no site.

Os meus parceiros de viagem foram Clube 2000 e Exploratours

De Krabi para…Koh Hong e Koh Phi Phi

Depois de sairmos de Bangkok fomos em direcção a Krabi, uma região de praias e ilhas no sul da Tailândia. Viajámos pela Bangkok Airways, uma companhia moderna e com os voos relativamente baratos. Marquei mesmo pelo seu site. Muito simples e intuitivo. A viagem dura cerca de 50 minutos e é possível apreciar também a paisagem aérea.

IMG_3713.JPG

Escolhemos o voo das 9:00 horas da manhã para conseguirmos optimizar o dia. Calculei que por volta da hora de almoço já poderia estar livre para começar a explorar a praia de Ao Nang. E assim foi. À chegada ao aeroporto, também foi fácil chegar ao hotel. Existe uma empresa de autocarros e basta indicar qual o hotel, que deixam-nos mesmo à porta. Depois de fazer o check-in no Pakasay Resort, estávamos livres para desfrutar, longe da agitação metropolitana de Bangkok.

A escolha de Ao Nang recaiu sobretudo pela proximidade às ilhas Phi Phi e Hong, que são mais próximas do que de quem vem de Phuket, por exemplo.

Um dos primeiros locais que exploramos era mesmo ali. Ao lado de Ao Nang, encontrámos uma das praias mais bonitas que visitámos na Tailânia -Railay Beach. Só acessível de barco, fica num género de península, rodeada de rochedos e árvores tropicais, com habitantes curiosos a circular, como os macacos. Aqui começámos a recordar as ilhas escarpadas que se vêm nas fotografias das agências de viagens. O mar azul e transparente, como que nos impele para um mergulho. De cada vez que descobríamos uma praia nova, nem imaginávamos que logo a seguir, vinha outra vista diferente e maravilhosa.

DSC00611DSC00615

DSC00634DSC00636

Podes atravessar península através de uma rua estreita e vais dar a um lugar muito calmo, de águas quase paradas. A meio do caminho vai-te dar vontade de voltar para trás, mas não pares. Continua que vai valer a pena. Foi aí que almoçamos, no Diamond Restaurant.

DSC00618DSC00625DSC00631

Koh Phi Phi

Em Krabi, a ideia era aproveitar o bom tempo e visitar as ilhas. Esta visita é a mais procurada. Passámos por sete locais, embora não tenho ficado com o registo do último em que parámos para fazer mergulho. Apenas sustive a respiração e atirei-me ao mar para ver os peixes e os corais que existiam no fundo.

Bamboo Island, eventualmente a melhor praia em que estivemos. Água cristalina, areia fina…uma maravilha!

DSC00652.JPG

Viking Cave, com pinturas e ninhos de aves migratórias.

DSC00660.JPG

Pileh Laggon, uma lagoa com águas límpidas.

DSC00662.JPG

Maya Bay, famosa ilha onde foi filmado “The Beach”, com Leonardo Di Caprio. Mas como podem ver, a sobrelotação de turistas, tira o encanto todo.
maya.png

Mergulho em Monkey Bay

DCIM102MEDIA

DCIM102MEDIA

Almoço nas ilhas Phi Phi

phi.png

Ko Hong

Esta viagem fizemos quase nos últimos dias, antes de regressarmos a Portugal. Foi pena estar um dia mais fechado. Apanhámos alguma chuva, mas mesmo assim foi uma viagem estrondosa. Na excursão que tínhamos feito às Phi Phi, conhecemos o Aurélio, a Marlene, a Madalena, o António e a Elvira. Tínhamos combinado em alugar um barco e visitar as ilhas sem a rotina típica deste tipo de excursões. Quando tivéssemos cansados de um lugar, avançávamos para outro. O nosso marinheiro não sabia inglês por isso foi um pouco difícil comunicar. “It’s up to you” dizia ele. Ainda assim levou-nos a sítios mui belos. 

Hong island foi a primeira paragem. Fizemos mergulho.

hong.pngDSCF8876.JPG

Blue Lagoon que fica no meio da ilha Hong.
DSC00714

Koh Phak Bia uma ilha com uma língua de areia. Apenas estávamos nós!

 DSC00718DSC00719DSC00721

Trecking de Elefante

Para quem gosta de conviver com animais, aqui está uma oportunidade de interagir com eles. Andámos com o Elefante, pelo meio de uma savana tailandesa e um rio. Acho que é o suficiente, tanto para o animal como para nós, pois torna-se desconfortável ao fim de algum tempo.
DSC00702.JPG

Pôr do Sol em Ao Nang. Ao Nang não é daquelas praias paradisíacas que esperas encontrar na Tailândia. O comércio de rua, os restaurantes fazem desta zona ideal para os fins de dia, onde podes passear, comer e fazer umas massagens tailandesas. É um local turístico, onde há supermercados, bancos, lojas de câmbio etc. Um lugar cem por cento seguro para estares tranquilo e longe dos teus problemas. Ao Nang ainda está em reconstrução devido ao tsunami de 2004, por isso não te admires de veres algumas zonas demolidas.

IMG_3750DSC00593DSC00597

Por pessoa:

Ida e volta de Avião (Bangkok – Krabi) – cerca de 70€

Transporte do Aeroporto para o Hotel -150 baht
Ida e volta a Ralay Beach – 200 baht
Visita Ilhas Phi Phi – 1200 baht (sendo que estão incluídos 400 bahts de entrada no parque nacional) – O almoço está incluído.
Visita Ilhas Hong – 800 baht (300 bahts incluídos de entrada do parque nacional)
Trecking Elefante – 500 baht

Bangkok, cidade dos 1000 templos

Depois de começar a viajar, nasce em nós um espírito de superação. Tal como acontece em criança, onde cada passo tem de ser maior que o anterior. Comecei por destinos mais “fáceis”, mas a pouco e pouco vai nascendo aquela necessidade de superação. Acho que quando escolhi este destino, foi mesmo com esse objectivo. Deixar de lado os pacotes dos operadores turísticos e fazer algo à nossa medida.

Podia ter escolhido algo mais próximo, mas quando existem referências tão boas de um país como a Tailândia, país dos mochileiros, para quê adiar? Embarquem nesta viagem de 11 dias, cheia de surpresas e descobertas. O encontro com maravilhoso mundo asiático.

Tínhamos planeado ir em Junho, que marca o início da época das chuvas (de Maio até Setembro). Apesar disso, nos 11 dias que estivemos na Tailândia, apanhamos apenas 1 dia de chuva, e em Krabi, no Sul.

Voamos pela Lufthansa até Bangkok. Tínhamos 3 dias e meio para visitar uma parte desta cidade gigante e, pelo meio, visitar a antiga capital do Sião – Ayutthaya.  Um dos sites que baseei o meu plano de visitas foi o www.bangkok.com. Aqui podes encontrar o que se considera ser o top 10 de cada categoria. Assim adaptas a tua viagem, porque nem todos gostamos das mesmas atracções, certo?

É uma cidade imensa e poderíamos ter 2 semanas que não íamos conseguir ver tudo o que tem para nos dar. Por tanto, quando fizeres o teu plano, preocupa-te em escolher bem as zonas, porque a rede de transportes não é das mais eficientes. Em baixo, no mapa deixo o roteiro que fiz.

Slide1

Ficamos alojados na zona antiga da cidade, junto à famosa Kao San Road, mais propriamente na Rambuttri road. Dessa forma, ficamos perto dos principais templos, palácio e junto ao rio. Na altura em que decidimos ficar por aqui, nem sabíamos o quanto tínhamos ficado bem localizados. A proximidade do rio, permitia percorrer bangkok de barco em cerca de meia hora, o que, de transportes, taxi ou tuc tuc não seria possível, dada a distância para o Metro (MRT).

No primeiro dia (circulo vermelho), chegámos ao hotel a meio da tarde, por isso só nos sobrou tempo para explorar a famosa Kao San Road. Aqui (e nas ruas adjacentes) podes encontrar bastante movimento, com lojas, restaurantes, bancas de comida. Enfim, uma zona “completa” que não te deixa sem nada por fazer!

No dia seguinte, e por ser domingo, fomos a um dos maiores mercados do mundo – o Chatuchak Weekend Market. Se querem fazer compras é aqui! De todos os locais onde andámos, é com certeza o mais barato. Aqui mistura-se tudo: fruta, comida, massagens, electrónica, roupa, lembranças, artesanato. Parece que estás sempre perdido por aqueles estreitos corredores.

jatujakjatujak 2jatuka 1DSC00487DSC00484

De seguida avançamos para o centro Siam, pelo Skytrain, que é uma das zonas mais modernas da cidade. Por entre os arranha-céus e centros comerciais, entras numa Tailância mais globalizada e rica, que não encontras no resto da cidade. Aqui já tudo te parece familiar, como por exemplos as lojas e a alimentação.

Durante a tarde voltamos a entrar no Skytrain e fomos em direcção a estação Saphan. Visitámos um templo Budista Wat Yannawa. Lá dentro, encontrámos um local de culto e oração, onde as constantes vénias nos deixavam constragindos. Afinal estávamos apenas a contemplar, enquanto que para os tailandeses, era uma parte importante do dia.

wat.png

DCIM102MEDIA

wat 2wat 1

Tentamos subir ao Skybar, perto dali. Foi-nos impedido pelo dresscode. Fica para a próxima!

DSC00492DSC00491

Apanhámos então o barco até ao pier 13. Ainda faltava comprar o tour para Ayuthaya, que queríamos fazer no dia seguinte. Tínhamos referências de um agente que era confiável. Conseguimos convencer o Mr Thai a fazer-nos um bom preço pela excursão no dia seguinte. Por cerca de 500 bahts por pessoa e tínhamos o dia seguinte completo. O que acham deste tour? Vale a pena…

DSC00500DSC00502DSC00504DSC00514DSC00516DSC00520DSC00523DSC00526DSC00528

DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA

DSC00551

Visitámos a antiga capital do Sião, Ayuthaya, que é um complexo de templos e zonas abandonadas, depois da invasão do exército birmanês e também mais alguns templos como: Wat Yai Chaimang Khon, Wat Mahathat, Wat Phu Khao Thang e Wat Pharasinsanpeth. Depois de chegarmos ao hotel, fomos aproveitar a piscina Rooftop.

Por fim, no quarto dia, andámos pela zona do Grand Palace. Desde já uma informação muito relevante. Se tiverem que visitar o Grand Palace, garantam que estão lá por volta das 8h. Esta é uma das 40 atracções mais visitadas do mundo com cerca de oito milhões de entradas por ano. O espaço não é muito grande e à hora que terminamos a visita, realmente a multidão aglomerava-se! E para desfrutar do local, é mesmo importante ir bem cedo.

DSC00552DSC00555DSC00557DSC00558DSC00559DSC00561DSC00564

esm

DCIM102MEDIA
DCIM102MEDIA

Depois de visitar o palácio (500 baht), dirigimo-nos para o templo Wat Pho (100 baht), logo ali ao lado. É um complexo de construções, que para além disso, tem um dos maiores budas deitados.

DCIM102MEDIA

DSC00573DSC00575

DSC00576.JPG

Atravessando o rio nesta zona, por apenas 3 bahts, encontramos o Wat Arun (50 baht), outro lugar de referência.

DSC00578DSC00585

O que vestir?

Decidimos, e bem, isolar a visita de alguns templos, como o Wat Arun, Wat Pho e Grand Palace, porque a restrição de vestuário (calças e ombros tapados), podia criar algumas dificuldades, dado o intenso calor. No resto dos dias, a vestuário tem de ser leve para conseguires gerir o intenso calor. É fácil encontrares água engarrafada pela rua.

Relação com o dinheiro

Na minha opinião, o mais acertado é levar Euros e trocar por lá. Optei por levar algum dinheiro de Portugal (Bahts e Euro), mas foi um erro. Vale muito mais a pena trocar o dinheiro todo na Tailância. Existem inúmeras casas de câmbio onde é muito mais fácil fazer o câmbio. Como não cobram uma taxa fixa, podes ir trocando à medida que vais precisando. Por exemplo, levas 500€ e trocas de 100€ em 100€. A segurança é total se trocares nas casa próprias. Quanto a levantar dinheiro, é mesmo uma situação a evitar. Em primeiro lugar, o país “cobra” uma taxa de 200 bahts por levantamento. E para além disso, o teu banco também te vai cobrar mais algumas, por isso, tenho a certeza que não compensa. Vale mesmo a pena levar dinheiro, em Euros.

Onde comer?

Em Bangkok a comida está presente em todo o lado. Qualquer beco, praça ou rua movimentada tem bancas de comida com fruta, carne, peixe e outras coisas que desconheço. É mesmo um traço cultural da cidade. Para os mais atrevidos, sinceramente, desfrutem. Para quem não quer arriscar, também é muito fácil encontrar comida mais “europeia”, por exemplo, nos centros comerciais na zona do Siam.

Garrafa de água fresca – 10 baht

Cerveja da marca “Chang” (idêntica à Super Bock) – 40 baht

Almoçar no McDonalds +/- 150 baht um menu

 Jantar num restaurante > 150 baht (duas pessoas)

Comer nas bancas de comida na rua > 20 baht

Como funcionam os transportes?

Podemos encontrar inúmeras formas de nos movimentar:

BTS Skytrain e/ou MRT Subway são as duas redes de metro da cidade. A rede em si não é muito extensa. Por exemplo, não existe no centro histórico de Bangkok, mas é moderna. Faz uma boa ligação entre o mercado de Chatuchak, o centro Siam e a estação de Saphan, com ligação ao rio Chao Phraya, entre outras.

Ligação do Aeroporto de Suvarnabhumi – 45 baht

Preço do bilhete na cidade, dependendo das distâncias, anda à volta dos 40 bahts

IMG_3710.JPG

Autocarro da cidade. Não existe muita informação para os turistas sobre esta rede. Foi-nos útil quando quisemos ir ao mercado Chatuchak desde a Kao San road. Rapidamente me indicaram a estação mais próxima. Após esperar algum tempo, apanhamos o autocarro e também foi fácil saber em que estação saíamos. Existe um cobrador no autocarro, e o bilhete foi tão barato que perguntei 3 vezes ao senhor, para ter a certeza (13 baht).

Tuk Tuk é um meio de transporte comum para os turistas. Acabei por usar uma vez. Podes negociar o preço, mas fico sempre com a sensação que me estão a aldrabar. Ah! E são extremamente chatos! O táxi é ligeiramente mais caro e funciona da mesma forma. Por exemplo, no último dia, apanhámos um taxi da Kao San Road até Phaya Thai Station, para irmos para o aeroporto. Tentámos negociar e alguns deram-nos preços de 300 a 400 bahts pela viagem. Finalmente encontramos um taxista que nos fez por 120 bahts.

Barco no rio Chao Phraya. Esta foi uma das surpresas em bangkok. Quase todos os dias andamos de barco! É importante reter que existem duas linhas (barcos com bandeiras azuis e com bandeiras laranja). Esta distinção é feita porque uns são os barcos para turistas e outros são os barcos para os habitantes. No entanto, os preços são muito diferentes. Por isso só tens que apanhar os barcos laranja, que são muito mais baratos.

Percorrer o rio desde a Estação de Saphan Taksin (central pier) até ao molhe 13 (pier 13) – 14 bahts.

Atravessar o rio na zona do Wat Arun – 3 bahts.

Esperem pelo próximo post em Krabi!

Seguradora World Nomad, uma nova parceria

Foi com muito orgulho que me tornei parceiro da World Nomad Travel Insurance, uma seguradora para as tuas viagens.

Na preparação da viagem à Tailândia andei à procura de seguro de viagem. Por sorte (ou azar), no momento de compra das passagens na Lufhansa, algo correu mal no site e não pude comprar o seguro de viagens da AIG. O Seguro até tinha boas coberturas e um preço aceitável. No entanto, a dois dias da partida ainda não tinha o seguro feito.

Dentro da Europa, tiro sempre o Cartão Europeu de Saúde, que com o seguro de vida, fazem um bom complemento. No entanto, para fora, não arrisco. São frequentes relatos de amigos ou conhecidos que têm azares em viagens. Por vezes, uma simples queda ou roubo de documentos pode arruinar umas férias que demoraram imenso tempo a preparar (em tempo e dinheiro). Faço sempre seguro, porque não quero que eu, ou a minha família, numa eventualidade, fiquem “descalços” por uma irresponsabilidade minha.

Foi então que conheci a World Nomad. O site é simples e em Português. Basta entrares, escolheres os países que vais visitar (não te esqueças de colocar os que vais fazer escala, porque não agrava), o tempo de duração de viagem (que é uma vantagem relativamente a outras seguradores, que te dão tempo limitado) e fazer o pagamento. Na hora, recebes a apólice e podes viajar no minuto seguinte, se assim desejares.

Relativamente às coberturas, é muito completo, e vai desde despesas médicas, cancelamento de viagem por motivos urgentes, roubos de documentos, equipamento fotográfico ou electrónico, etc. Passa no site e informa-te para saberes se é mesmo o que te interessa.

Faz uma simulação e vais ficar impressionado.

Declaração de interesses: Nesta parceria, por cada seguro angariado, recebo uma comissão, que vou utilizar para desenvolver este site. No entanto, as declarações são isentas e verdadeiras.