Braie’s Lake – O Lago de Braie’s

Achei giríssimo o desafio lançado pela @Momondo para partilharmos dicas de outros embaixadores espalhados pelo mundo. Por isso, hoje vou partilhar um daqueles locais que parecem reconditos, mas lindos, o Lago de Braies. O texto foi excrito em inglês pelo Riccardo do IG @brigrc. A fotografia está maravilhosa e cativou-me logo. O local, descobriu porque ele partilhou este texto:

Inglês: Lago di Braies is often referred to as the most beautiful lake in the South Tyrol, where the emerald green lake is featured as the backdrop. Go there in the early morning at sunrise. Then you’ll have most of the lake all to yourself and there’s more likely to be reflections from the mountains as well. Rent a boat, this makes for a great experience and gives you a different point of view. Walk around the lake, is about 4 kilometers and takes about 2 hours depending on how fast you walk.

Português: O lago Braies é frequentemente referido como o lago mais bonito do sul do Tirol, onde o lago verde esmeralda é destaque como pano de fundo. Vai lá de manhã cedo ao nascer do sol. Então terás a maior parte do lago só para ti e é mais provável que haja reflexos das montanhas também. Aluga um barco, isso proporcionará uma ótima experiência e oferece um ponto de vista diferente. Caminha em redor do lago, tem cerca de 4 quilometros e leva cerca de 2 horas, dependendo da velocidade com que andas.

Fui investigar onde fica a zona do Tirol e fica no norte da Itália, acerca de duas horas de Veneza. Por isso, podes sempre marcar o voo e dar lá um saltinho!

IG e FB – @BRIGRC

 

Também partilhei um artigo sobre os Açores, uma das nossas pérolas turísticas que já está a ser partilhado pelo Mundo! 😉 Um dia destes deixo aqui o texto com o top a visitar naquelas ilhas!!

#owtravelers #admomondo

 

Ofertas de escapadinhas urbanas na Europa

O Verão acabou, mas isso não quer dizer que tenhas de ficar em casa! O segredo para viajar mais está no planeamento. Quanto mais cedo decidires o destino, mais baratos podes encontrar os voos!

As companhias aéreas estão a oferecer voos mais baixos para os meses que se avizinham! A @momondo tem uma página de ofertas, sabias? Uma página que é actualizada todos os dias com os preços mais baixos para alguns destinos e onde podes encontrar algumas dessas oportunidades.

São voos para a Europa desde 26€. Até tem oportunidades para destinos de sonho a preços muito convidativos.

IGTV – Video sobre as ofertas do dia.

 

Obrigado

#admomondo #owtravelers

Serra da Freita – Descobrir e explorar!

A @Momondo desafiou-me a partilhar um destino alternativo da minha região. Um local onde é possível descansar uns dias, com boas comodidades e longe dos atropelos turísticos.

Sim, é ótimo viajar, mas às vezes vemo-nos rodeados de tanta gente que nem conseguimos desfrutar do local. Depois de picar o ponto, só dá mesmo vontade de desaparecer. É cada vez mais importante termos locais “só” nossos.

Um desses que prometi explorar melhor é a Serra da Freita. Algum tempo depois de terem sido inaugurados os Passadiços do Paiva, passeei por aí e achei que era quase inexplorada. Na zona mais alta existe menos mato e é possível vislumbrar as montanhas e os vales da Serra. Paisagens maravilhosas que nos tranquilizam e nos deixam em paz. Fico sempre com a sensação que temos receio de conhecer e divulgar locais que não são o mainstream do turismo. Existem imensos lugares, de valor cultural e paisagístico, que não merecem a devida atenção.

Eu adoro este tipo de locais. É possível ouvir a Natureza e focarmo-nos noutros problemas como a lente a utilizar, velocidade de obturação ou melhor pose para a foto. A riqueza gastronómica deste local também é fantástica.

Tantas vezes abrimos as redes sociais e vemos os nossos amigos a viajar para montes de sitíos. E assim menosprezamos oásis aqui mais perto! Nunca pensaste nisso?

Assim, a não perder na Serra da Freita:

– Geopark de Arouca;

– Mosteiro de Arouca;

– Passadiços do Paiva;

– Carne da raça Arouquense;

– Doces conventuais;

– Aventura (rafting e canoagem no rio Paiva);

Estes são apenas alguns exemplos

Dá aqui umas vista de olhos nos hotéis das proximidades. Existem preços muito apelativos para uma escapadela! Link aqui

Lembrei-me que tinha feito um video dos Passadiços do Paiva, quando comprei o drone. Vou voltar a deixar aqui o link

 

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Os cincos lugares mais bonitos que visitei na Serra da Estrela

Em Janeiro tive uma oportunidade de visitar a nossa Serra da Estrela. Fui filmar o Hotel dos Carquejais da Luna Hotéis e, para enquadrar o hotel na paisagem, acabei por visitar a Torre e mais alguns locais de excepcional beleza da região!

Embora tenha sido uma estadia pequena, foi possível percorrer alguns lugares, dada a proximidade geográfica entre eles. Fiquei com a ideia que devia dedicar mais dias de férias em instâncias de neve. Em primeiro lugar porque adoro o frio! Ou melhor, estar bem agasalhado no meio do frio. E, em segundo lugar porque gosto de experimentar desportos novos. Nunca tive oportunidade de fazer ski ou snowboard. Ou seja, fico sempre com a espectativa de conseguir, mas também não foi desta. 🙂

Falando do Hotel. Fica localizado entre a Covilhã e as Penhas da Saúde. A vista é espectacular, já que está virado a nascente para o vale. O pequeno-almoço, para além de ter imensos produtos regionais (como o queijo da Serra) também é guarnecido pelo nascer do Sol, aumentando logo a boa disposição matinal! As instalações também são muito confortáveis e achei que no Verão também é um bom local para desfrutar, já que dispõe de piscina no exterior! Devia ter um Spa o que tornaria a acomodação muito melhor!

Serra da Estrela, João Tiago Oliveira, Hotel dos Carquejaiss cinco locais que visitei e que mais gostei foram:

  • A Torre (0:42 segundos do video), especialmente porque estava praticamente deserta. Existiam algumas lojas de comércio tradicional e de recordações. Aproveitei para comprar um queijo da serra e fumeiro da região!
  • Covão d’ametade (1:00 segundos do video), ou seja o início do vale do Rio Zêzere. Este lugar parecia saído de um conto. As árvores debruçadas pelo rio, a água transparente e aquela neve toda a acomodar a paisagem. Lindo! Lindo! Uma verdadeira relíquia da nossa paisagem!
  • Vale Glaciar (1:27 segundos do video). Tem este nome porque as temperaturas podem chegar a ser bem mais rigorosas do que em outros locais da serra. Ainda me aventurei a fazer uns quilómetros. No início do percurso existe um pinhal que faz lembrar aquelas florestas dos filmes, onde a neve cobre os ramos das árvores.
  • Lagoas Comprida e do Viriato (1:03 segundos do video) são reservatórios de água, mas de especial beleza. Quando cheguei, parte do lago estava congelada, o que produzia um duplo efeito de reflexo nas fotografias! Consegues ver?
  • Cântaro Magro (0:53 segundos do video). Uma enorme “construção de pedra” mesmo ali ao lado da estrada. Existem algumas pessoas que escalam esta beleza natural! Eu acho bem. Deve ter umas vistas lindíssimas. Eu preferi levantar o drone e ver no ecrã! Ahahhah

Não tive tempo para muito mais. Ainda consegui experimentar um cabrito da região mas depois tive que voltar!

Foram dois dias excelentes, com céu limpo que permitiram aproveitar o melhor da Serra da Estrela! Inesquecível!

Serra da Estrela, João Tiago Oliveira, Drone Mavic

Quanto ao sorteio da noite no Hotel dos Carquejais, da Luna Hoteis. Já foi sorteado e a vencedora foi a Ana Matos, da Maia.

 

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Presets para fotografias

Presets

Açores, São Miguel

A ideia de fazer uma viagem aos Açores não era urgente. No entanto, a curiosidade aguçou-se! Olhei para o mapa e fazia sentido numa escapadela de quatro dias.

A viagem é rápida, por isso, quando aterras tens a “pica” toda para começar logo a descobrir São Miguel, a única ilha por onde íamos estar estes dias.

Alojamento

Quanto ao alojamento, a Beatriz acolheu-nos na Exclusive Guesthouse Praia de Santos, num antigo bairro de pescadores, mesmo nos arredores de Ponta Delgada. Fiquei deliciado com a decoração e pela amável equipa que nos recebeu. Fica junto à marginal, o que completa o quadro de aconchego. Podes ler mais sobre a estadia aqui.

 

Quanto à nossa viagem

Alugar um carro é imprescindível. Logo depois de pousarmos as malas, saímos disparados para o único local que queríamos visitar antes que o dia terminasse, as Poças de Dona Beija. Estas piscinas de água quente eram o aperitivo do prato principal que nos aguardava nos restantes dias. A entrada custa 4 euros. No entanto, sabem a muito mais e estariam sobrelotadas em qualquer cidade europeia. A temperatura exterior era cerca de 12º, por isso só apetecia estar dentro de água (39º). As várias piscinas tem uma cor preta e alaranjada como podes ver pelas fotos. O preto tem a haver com a cor da rocha e a cor alaranjada devido aos metais que compõem a água, e que cobrem a paisagem por onde passam. Saímos para jantar por volta das 19 horas e voltámos. Era irresistível. O cenário à noite parecia saído de um filme, com as luzes a iluminar apenas o suficiente para se ver a névoa levantada pela evaporação da água.

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Para o dia seguinte tínhamos combinado uma excursão com o Daniel da Turisverde. É um dos guias mais antigos dos Açores. E depois de fazer esta viagem com ele acredito que é um dos que os conhece melhor. A minha opinião sobre os guias locais tem mudado. Tendo essa possibilidade, acho que se fica a conhecer muito melhor um sítio, ao invés de  nos entregarmos orgulhosamente à descoberta de um local por nós próprios.

Fizemos a viagem pela costa sul, em direcção das Furnas. À medida que íamos avançando, iam aparecendo os monumentos e recantos históricos. Lagoa, Água de Pau, Vila Franca do Campo, Ribeira Quente eram as vilas mais pitorescas. Muita da espectacularidade dos Açores está nos seus lindos miradouros. Aquelas paisagens deslumbrantes que surgem nos altos e baixos da ilha. E o Daniel levou-nos a esses sítios fantásticos.

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Continuámos e inflectimos então para as Furnas para presenciarmos o momento em que as panelas de cozido saem do chão, por volta do meio-dia. Almoçámos no Tony’s, um negócio que já se expandiu para 3 restaurantes. É necessário fazer reserva. Depois de almoço fomos à fábrica de chá Gorreana. Nestes dias, ainda invernosos e frios, sabe bem beber um chá quente. O Daniel explicou-nos o processo de fabrico do mesmo e, a própria fábrica oferece chá verde e preto para experimentares. Sabias que estes dois chás são apanhados da mesma planta? A única diferença está na maturidade das folhas que originam cada um deles.

Mais tarde tentámos fazer uma abordagem à Lagoa do Fogo. As nuvens baixas não permitiram observá-la, prazer que só viríamos a ter no dia seguinte. Ainda assim, fomos percorrer a estrada junto à costa norte: Ribeira Grande, Rabo de Peixe, Calhetas entre outras paisagens maravilhosas. As dicas do Daniel permitiram-nos continuar a descobrir a ilha de uma forma autónoma. Obrigado!

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Os Açores permitem também explorar o Mar. Acho que vai sempre existir aquele sentimento de incerteza. Será que vamos ver alguma coisa neste mar imenso? Uma baleia? Um cachalote? Uma tartaruga? A Picos de Aventura disponibiliza uma estatística onde se registam os aparecimentos das várias espécies ao longo do ano. No briefing é comunicado que podemos não avistar qualquer espécie. No entanto, a sorte ia estar do nosso lado. Vimos imensos golfinhos comuns, uma espécie residente ao largo da ilha. No total mais de 50, espalhados pelo percurso que fizemos. Ora saltavam, ora brincavam. Valeu a pena ver esta espécie em liberdade, principalmente com a equipa de biólogos que estava connosco no barco, que iam esclarecendo algumas dúvidas e contando detalhes da vida marinha dos Açores.

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Do mar era possível ver que o pico da Lagoa do Fogo estava meio descoberto, o que me levava a acreditar que poderíamos visitá-la de tarde. E assim foi, mas não com plena ausência de nuvens. Conseguiu-se ver a maravilha cratera do vulcão com água. Após uma breve sessão fotográfica, dirigimo-nos para Ponta Delgada, mas fizemos a viagem por Ribeira Grande, onde o Sol se começava a pôr. É a segunda maior cidade de São Miguel e é possível fazer uma caminhada para descobrir alguns dos seus recantos. À noite nada melhor que um passeio pela marginal de Ponta Delgada, onde atracam os Cruzeiros.

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Acordámos. Só nos restava este dia para ver o resto da ilha, o lado Oeste da Lagoa das Sete Cidades. Ainda não tínhamos vindo para esta zona porque o tempo não tinha andado de feição. Através do site www.spotazores.com é possível ver o estado do tempo de vários locais, pelas imagens das câmaras espalhadas pela ilha. Neste último dia, finalmente podíamos estar descansados, estava bom tempo. Arrancámos logo de manhã em direcção ao que é, para mim, o melhor miradouro de São Miguel, a Boca do Inferno. Deste miradouro é possível ver imensas lagoas (Rasa, Santiago e Sete Cidades) divididas pelo verde dos montes e crateras de vulcões. Uma vista arrebatadora e fantástica. O acesso a este miradouro não é difícil e vale bem o esforço de o encontrar. Fica perto da Lagoa do Canário.

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De seguida podes dirigir-te ao miradouro da Vista do Rei, de onde se vê a lagoa das Sete Cidades, com as suas duas cores. E até descer até Sete Cidades, a vila, bem no centro da cratera. Entretanto já se aproximava a hora de almoço e fomos percorrer a costa Oeste/Norte, desde Ferraria até Capelas. No caminho almoçámos em Mosteiros, uma vila piscatória em volta de uma baía.

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O fim de tarde mereceu um lanche no Café central de Ponta delgada que tem uma óptima pastelaria e onde podes experimentar alguns bolos típicos da ilha como a Queijada de Vila Franca do Campo e as Fofas da Povoação.

Tendo a nossa viagem começado com um excelente aperitivo, não podia ter terminado melhor do que com este doce. Ainda ficaram mais oito ilhas por conhecer. Fica para uma próxima.

Onde almoçar/jantar?

  • O Galego, conhecido pela sua carne, com preço médio para 2 pessoas 30€;
  • Cais 20, para quem gosta de peixe, com preço médio para 2 pessoas 30€
  • Taberna Açor, para petiscos e produtos regionais. Preço médio para 2 pessoas 25€
  • Tony’s, para o cozido das Furnas. Preço médio para 2 pessoas 25€

Alojamento?
Casa Praia de santos, Exclusive Guest house
Para saberes mais consulta www.praiadesantosguesthouse.com

Aluguer de carro?
Plataforma Ryanair tem os melhores preços. Para estes 5 dias pagámos 170€ pelo aluguer de uma Fiat500 com seguro sem franquia, GPS e segundo condutor. O gasóleo ficou por mais 20€

Actividades na ilha

  • Guia turístico – Turisverde, com o Daniel. Pela sua experiência é a escolha mais acertada

Para saberes mais consulta www.turisverde.com

  • Picos de Aventura – É uma das empresas mais conceituadas para actividades em S. Miguel.

Para saberes mais consulta www.picosdeaventura.com

  • Poças Dona Beija – 4€. Se quiseres sair e voltar, pede para te carimbarem o pulso.
  • Plantações de Chá Gorreana – Grátis
  • Uma festa numa vaca – Grátis
  • Queijos regionais no “Rei dos Queijos”, no mercado da Graça em S. Miguel é o sítio ideal para comprares os queijos das várias ilhas.

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Obrigado

Praia de Santos – Exclusive Guest house

A guest house Praia dos Santos é um excelente local para uma estadia em Ponta Delgada. O serviço personalizado, distancia-nos das habituais cadeias hoteleiras, e faz-nos sentir em casa. O ambiente exclusivo e a decoração cuidada transmite-nos algum do conforto que procuramos quando viajamos.

Situa-se no centro do Bairro de São Roque, antiga zona de pescadores, ao largo da cidade de Ponta Delgada. Em cinco minutos estamos na baixa da cidade, pela marginal e tão rapidamente deslocamo-nos para outro qualquer lado da ilha, dada proximidade com a via rápida.

No entanto, o charme está todo lá dentro. Tem vista para o mar. piscina interior e um ambiente super acolhedor. A decoração é moderna e leve. Tudo parece novo e jovem.

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A Lídia prepara-nos um pequeno almoço regional, com produtos da época. Todos os dias existe algo de novo para experimentar, como diferentes tipos de pão, queijos variados, sumos naturais e doces. Dado o ambiente familiar vamos tirando umas dúvidas sobre a região.

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A minha zona predilecta da casa era a zona comum. Adorei a vista para a piscina com as grandes janelas de vidro que deixavam entrar a luz natural do dia. Mas os quartos também eram maravilhosos: espaçosos, com imensa luz e conforto. Tínhamos espaço para pousar todas as nossas coisas e ainda andar livremente pelo quarto.

De manhã era possível acordar, abrir a janela e olhar para o amanhecer com o mar logo ali tão perto.

Temos de agradecer à Beatriz por nos ter acolhido estes quatro dias em S. Miguel.

www.praiadesantosguesthouse.com

Douro, um destino internacional

Existem convites que não podemos rejeitar.  Visitar o Douro é um deles!

Há uns anos atrás era bem mais difícil chegar aqui mas com o recente apetrechamento  de infraestruturas do interior, este cada vez se aproxima mais do litoral. Património Mundial pela UNESCO e primeira região de vinhos demarcada do Mundo, o Alto Douro vinhateiro é uma região que já se afirmou também como zona turística. Desde a degustação de pratos regionais, prova de vinhos, alojamento turístico, pesca, caça e “tours” organizados, aqui não falta nada para uma boa semana de férias. Nós fomos testar isso mesmo com a DouroVou e o José Alberto, que nos levou ao alguns dos lugares mais mágicos desta região.
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Saindo do cais de Ferradosa (sim, porque não fomos de carro mas de iate) dirigimo-nos até à barragem da Valeira para apreciar as fragas do Douro. Esses muros de rocha que aconchegam o rio Douro, actor principal de um elenco composto também pelo coro de vinhas e vida animal da região, reduzem-nos à nossa mínima existência, pelo pequeno que somos, em idade e tamanho. O calor atípico deste Outubro transportava-nos também, para o que terá sido a brasa deste verão por ali. Atracando junto à margem ou numa praia fluvial e bem poderíamos, complementar esta volta de barco, com um mergulho ou um simples molhar de pés para refrescar.
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Depois das fragas voltámos Douro acima, ultrapassados com alguma frequência com os cruzeiros que vêm do Porto carregados de turistas, ansiosos, como nós, para conhecer e visitar algo mais.
À medida que avançamos vamos descobrindo as quintas onde nascem as uvas e que dão origem a um dos vinhos mais conhecidos do Mundo, o Vinho do Porto. Exemplo disso, é a quinta das Vargellas (Taylors). O José vai-nos explicando algumas histórias do Douro, intimamente ligadas às poderosas famílias que socalcaram esta região. Ele próprio tem uma relação sentimental e familiar com a região, o que nos ajuda a compreender melhor todos os pormenores. Vemos ainda a Fraga amarela, a quinta do Vesúvio e a majestosa “casa” onde viveu Antónia Ferreira.
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O rio parece um espelho. Com o passar do tempo, o apetite vai crescendo e aproxima-se a hora de almoço. Logo a seguir, paramos num cais por baixo de uma linha de comboios (Ribeira de Murça) e saímos do barco. Como que estranhando o solo rijo e poeirento, subimos um pouco até alcançarmos o restaurante “Preguiça“. É uma petisqueira e o menu é delicioso. Podes experimentar a sopa de peixe, o peixe frito e entrecosto grelhado. Os preços não são nada puxados, e com vontade, fica-se ali uma tarde a comer mais coisas boas.
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Para quem tiver mais tempo disponível, a DouroVou disponibiliza ainda mais “tours”. Podes ainda ir mais além até Barca de Alva, junto à fronteira com Espanha ou descer o Douro. até ao Rio Tua, sempre com este tipo de paragens gastronómicas.

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Nós optámos por descansar junto aos Bungalows, com a piscina e o Douro aos nossos pés, aproveitando o pôr do sol precoce do Outono. Ao jantar, aconselho o restaurante Cantiflas e uma boa posta à mirandesa.
Uma viagem que fica na memória.
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Viagem do Porto até Ferradosa: 20€
Aluguer do bungalow ou no iate para dormir: desde 80€
Tour de iate: desde 45€ por pessoa
Almoço no Preguiça: 22€ para duas pessoas
Jantar no Cantiflas: 30€ para duas pessoas

Ilhas Cies. Caraíbas aqui tão perto!

No fim deste Verão decidimos ir às Cies, arquipélago espanhol à saída da ria de Vigo. Pronuncia-se como “sis” e não “seis”. Até porque são três ilhas – Monteagudo, Farol e San Martiño. A unir estas últimas está a famosa praia de Rodas, eleita em 2006 a praia mais bonita do mundo, pelo The Guardian, que deu um empurrão ao turismo do arquipélago.

As Cies podem ser visitadas de várias perspectivas: praia, natureza e desporto (caminhada). Visitando o site é fácil perceber a diversidade de actividades que podemos realizar. Para quem gosta desporto, pode fazer mergulho, caminhadas e kayak. Os preços são bastante acessíveis, por isso não há porque não experimentar algumas delas.

Para quem gosta de natureza também está bem servido. Desde a década de 50 que os espanhóis encaram este destino como reserva natural e tem evidentes medidas de preservação. Por exemplo, a entrada de turistas está limitado a 2200 pessoas por dia, não existem hotéis, apenas campismo, e verificámos que existe uma equipa de técnicos que cuidam da ilha.

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Existe bastante vida pela ilha. Junto às praias, a água translúcida deixa ver muita variedade de peixes pequenos que se protegem dos predadores do alto mar. Pela praia e trilhos, também estamos sempre acompanhados pelos habitantes locais – As gaivotas. Existem cerca de  quinze mil exemplares espalhados pela ilha. E realmente são bastante observadoras. Não deixes os teus haveres a mais de uma braçada, pois podes ser alvo da sua curiosidade, especialmente no que toca à comida!!!

Para te deslocares para as ilhas tens contactar uma das operadoras – “Mar de Ons” ou “NABIA”. Comprei os bilhetes online com cerca de uma semana de antecedência. No entanto, em pleno Verão é bastante mais concorrido e convém fazê-lo com mais antecedência. Por exemplo os portos de Cangas e Baiona são menos concorridos. Fiz também a viagem de ida e volta no mesmo dia de Baiona. A travessia é calma, dependendo do estado do mar. Por exemplo, na ida, o catamaran era mais pequeno e sentia-se bem a ondulação. Na volta viemos num catamaran muito maior, que permitiu aproveitar a viagem.

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Achei que são necessários pelo menos dois dias para ver a ilha toda. De facto existem muitos pontos a ver, e as distâncias ainda são consideráveis. No check-in são fornecidos uns folhetos informativos com o que podes visitar, incluindo as distâncias e tempos necessários para chegar a esses pontos. Por exemplo, a volta completa à ilha são cerca de cinco horas a caminhar sem parar, o que deixa pouco tempo para desfrutar da praia.

A praia é fabulosa! Areia fina, água transparente e sem ondulação. – Se é fria? – É, claro! mas isso era de esperar. Estamos a norte e aqui não há hipótese! Ainda assim, dei vários mergulhos, porque estava tanto calor que não resisti em refrescar-me.

O restaurante da ilha não é caro e está situado junto ao cais de desembarque. Aí também existem uns carrinhos para os campistas levarem o material de campismo até ao parque.

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O resto da semana ficámos no parque de campismo de Baiona. Fomos em família e foi uma excelente opção ficar por ali. Alugámos bungalows, acendemos os grelhadores e fomos para a piscina e praia do parque. Esta é mesmo ali ao lado. Alías, é só abrir a porta de vidro em frente ao bungalow e estamos com os pés na areia. Existe um bocado de moliço, mas isto é porque existe um canal da ria nas proximidades. Baiona é uma cidade piscatória e oferece tudo o que precisamos para uma semana de férias.

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Belfast e a Calçada dos Gigantes

Das imensas planícies verdes à costa rugosa do norte, dos guisados da saborosa carne irlandesa à deliciosa pint (forma como pronunciam “cerveja”), das simpáticas pessoas com que nos cruzámos até às ruas desertas que percorremos. Foi isto que encontrámos na Irlanda do Norte, nação integrante do Reino Unido.

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A Irlanda não é daqueles países que te surge em primeiro lugar, como destino de férias. Para nós, que vivemos no Sul da Europa, apenas desejamos países mais quentes, onde possamos vestir as tee’s e os calções de praia. Afinal passa-se o Inverno inteiro a pensar nisso. Daí que seja preciso alguma força de vontade para desembolçar uns bons euros para fazer a mala e voar até estes destinos, em pleno Inverno! Mas valeu a pena.

Ao preparar a viagem devo dizer que o site institucional da Turismo da Irlanda dá uma grande ajuda. Consegui perder-me por lá durante vários dias, de forma a desencantar um roteiro para o tempo que tínhamos disponível – 5 dias. Ainda assim existem montes de sugestões pela net.

No primeiro ainda aproveitámos para dar uma volta em Dublin. Mas depois arrancámos para Belfast, para pernoitar na primeira noite. De carro é uma viagem de 2 horas. Sempre em autoestrada (que não se paga), nem fronteira visível. Passámos dois dias a visitar a Irlanda do Norte. Na manhã do 4º dia voltámos para Dublin. E regressámos ao 5º dia para Portugal.

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O primeiro dia na Irlanda do Norte foi o que mais gostei. Estava frio (0ºC) e eu adoro o frio. Aquela sensação dele a querer entrar por todo o lado e eu ali, firme! Não treme! Entrámos no carro e desbravámos a Causeway Coastal journey. Esta viagem que começa em Carrickfergus Castle e não se afasta mais do mar irlandês, pelo menos até Downhill Castle. Os pontos altos são a ponte de rede, em Carrick e a Calçada dos Gigantes. Este é um daqueles roteiros que faz lembrar a nossa costa alentejana. Com um mapa na mão, vais parando onde queres. Entrelaçado neste roteiro, encontras os cenários da Guerra dos Tronos. Ainda assim, está tudo sobre segredo. Não é fácil encontrar os locais das filmagens visto que ainda estão monopolizadas por empresas que fazem os tours. São mesmo top secret e, só comunicando com alguns irlandeses, é possível saber a localização de alguns deles.

À medida que se vai avançando vão aparecendo as vilas piscatórias, com os seus portos. Assim foi em Ballintoy onde tirámos umas fotografias. Nesta altura da manhã, estava muita chuva e vento, o que não nos tinha permitido percorrer a ponte de corda em Carrick-a-rede. Uma pena, já que tinha colocado alguma expectativa na experiência. No entanto, em Ballintoy, depois de uma descida abrupta encontrámos um dos cenários da Guerra dos Tronos, as Iron islands. Historicamente, esta vila cresceu por causa da extracção mineira.

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O próximo ponto levou-nos até à Calçada do Gigantes. Pelo meio íamos parando e desfrutando das paisagens.

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A Calçada dos Gigantes é uma formação rochosa de basalto, constituída por milhares de colunas prismáticas. Um apontamento singular no mundo. Este local deu origem a uma lenda irlandesa, que passo a transcrever. “Segundo uma lenda irlandesa um gigante chamado Finn MacCool queria enfrentar numa luta um gigante escocês chamado Benandonner, mas havia um problema: não existia uma embarcação com tamanho suficiente para atravessar o mar e levar um ao encontro do outro. A lenda diz que MacCool resolveu o problema construindo uma calçada que ligava os dois lados, usando enormes colunas de pedra. Benandonner aceitou o desafio e viajou pela calçada ate à Irlanda. Ele era mais forte e maior do que MacCool. Percebendo isso a esposa de Finn MacCool, de forma muito perspicaz decidiu vestir seu marido gigante como um bebé. Quando Benandonner chegou à casa dos dois e viu o bebé, pensou: “Se o bebé deste tamanho, imagine-se o pai!”, e fugiu correndo de volta para a Escócia. Para ter certeza de que não seria perseguido por Finn MacCool destruiu a estrada enquanto corria, restando apenas as pedras que agora formam a Calçada do Gigante.

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O sol começou a aparecer a meio do dia e já estávamos a caminho de Bushmills, a vila de onde vem um dos mais conhecidos uísques do mundo. A visita ao museu é indispensável e aproveita a paragem no bar é essencial para apreciares um Irish Coffe. Se achares que não consegues beber um sozinho, leva alguém para partilhares 🙂

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Na Irlanda acabei por experimentar uma aplicação de viagens – Google Trips. Esta ajudou-nos imenso para descobrir locais para jantar, ou mesmo estabelecer roteiros de visitas. Aconselho-te a teres sempre contigo. Além disso, mantém os mapas em off-line, se por vezes não tiveres acesso à internet.

Em Belfast tentámos jantar num Pub. Mas o que escolhemos estava cheio, por isso voltámos na noite seguinte – Ryan’s Bar, onde podes provar o Fish & Chips ou uns grelhados. A Lisburn Road é uma rua onde se podem encontrar inúmeras opções para jantar, por isso dá uma vista de olhos para encontrares o que mais te agrada. O preço médio para jantar é semelhante a Portugal. O Amici e o Ryan’s Bar são boas opções para recuperares as energias. E sempre acompanhado por uma grande Guiness…

O outro dia que tínhamos dedicado a Belfast foi para percorrer a cidade, andando de um lado para o outro. Os pontos altos a visitamos são os seguintes:

Titanic Museum enquadra a construção do Titanic no panorama socio-económico da Irlanda e do Mundo no século XIX. O museu é super interactivo com o público e foge da visita tradicional aos museus. Aqui vais encontrar imensos botões, maquetes, explicações e até um mini percurso de comboio. Nas imediações podes visitar um navio-museu, o SS Nomadic, grátis para que adquiriu o bilhete para o Museu do Titanic. Durante a visita tens um guarda roupa disponível.

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Passeio pela Universidade e Jardim botânico. São muito próximos um do outro, e é o sítio ideal para começares o dia com uma caminhada. A arquitectura da Universidade e os esquilos do parque acabam por te distrair dos teus problemas.

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Para compras dá uma volta no Victoria Secret, que é um dos principais shopping da cidade. No último andar podes usufruir da vista do globo, que permite ter uma vista aérea da capital.

Albert Memorial Clock e downtown. Perde-te e vai encontrando ruas caricatas. A arquitectura imponente do centro também traz harmonia ao teu passeio. Parámos para almoçar no Dirty Onion, mais uma sugestão do Google Trips. Neste pub deliciei-me com a carne irlandesa. Umas fabulosas asas de frango e costelinhas acompanhadas por uma Guiness. Os irlandeses começam a sair do trabalho por volta das 17h e a encher este tipo de estabelecimentos.

Resumindo, a Irlanda do Norte foi uma surpresa. As pessoas, a comida, os museus e os passeios encheram a mente de coisas boas. Ficamos inspirados com o cuidado com que os Irlandeses cuidam do seu país. E embora não parecendo um país muito turístico, a verdade é que está pronto para nos acolher!

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Algarve, 4 coisas imperdíveis

Ainda não tinha escrito sobre a ida ao Algarve, no Verão passado. Com esta chuva e o frio do Inverno, sabe bem lembrar o tempo quente e a água transparente do sul de Portugal. É óptimo viajar para um destino quente a meio do nosso Inverno. Como este ano ainda não tive planos para tal, vamos com o meu blog. Faz um chá, cobre os joelhos com uma manta e vem daí.

O Algarve é uma zona de eleição para férias. Tem tudo o que precisamos para passar uns dias, fora do rebuliço do dia a dia do trabalho. Durante muitos anos passei temporadas de férias no Algarve e é uma zona que conheço bem. Desde as praias, aos parques de diversão, os restaurantes, o tempo. É decididamente uma zona que tens de explorar.

O Algarve divide-se em “dois”. O barlavento e o sotavento. Chama-se assim por causa das direcções dos ventos. De qualquer das formas, em termos paisagísticos, as praias são também diferentes. Por exemplo, a Barlavento (de Sagres até Albufeira) tem praias encaixadas em falésias, com muitas formações rochosas. O Sotavento, pelo contrário tem praias com areia mais fina.

Então, se fores ao Barlavento há coisas que tens que visitar. Não fiques a semana toda na mesma praia e aproveita para conhecer o Algarve. Aqui estão quatro alternativas.

1º – Praias escondidas

No Algarve não falta alojamento. Nós optámos por ficar em Portimão. Daqui, e de carro planeámos conhecer as mais famosas praias desta zona. No caminho, junto às estradas encontrámos figueiras que nos ofereciam deliciosos figos. Por isso, sempre que puderes, evita as auto-estradas. No GPS, basta optares pelo caminho sem portagens, que inevitavelmente vais encontrar estas dádivas da natureza.

Praia Dona Ana

Esta praia, localizada em Lagos, é uma verdadeira delícia. Acabámos por visitar duas vezes. Protegida pela Ponta da Piedade, quase não tem ondulação. Maravilhosa para umas férias de família com crianças, já que o mar é mesmo calmo. Na maré baixa é possível nadar um pouco e entrar em praias inacessíveis. O estacionamento não é fácil.

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Praia de Benagil

Para chegares a Benagil, tens de ir na direcção contrária. Podes aproveitar para conhecer a gruta mais famosa do mundo… e arredores 🙂 – O algar de benagil. De qualquer das formas a praia é linda. Pode-se subir pela escarpa do lado direito e observar os aventureiros a saltar a mais de 20 metros de altura. A Redbull ainda não encontrou spot para saltos acrobáticos. Por isso o máximo que vais ver são chapas de amadores.

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Praia Castelos

Esta praia está situada entre a praia do Vau e da Rocha, as mais conhecidas de Portimão. Foi num daqueles dias de Verão, em que o calor fica, até as oito da tarde, a fazer força para continuarmos deitados na areia, que ficámos para ver o pôr do sol. Não estávamos sós. Dezenas continuavam a ir à água, a jogar à bola ou simplesmente a aproveitar os últimos momentos de luz.

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Praia do Vau e Praia da Rocha

Como referi atrás, estas são as mais conhecidas de Portimão. Não cheguei a estender a toalha na Rocha. É demasiada confusão para mim. Passei lá, numa caminhada matinal, logo depois de deixar as coisas no areal. Quanto à praia do Vau, esta é bastante mais calma. Óptima para tomar aquele café da manhã, na esplanada, enquanto ainda está uma temperatura amena!

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2º Ria Formosa e a praia de Faro

Ter tempo livre nas férias permite sair da rotina e ter novas experiências. Através do Ciência Viva, aproveita para marcares uma actividade. Na época do Verão existem sempre programas gratuitos, que te permitem descobrir novas áreas de interesse. Os programas disponibilizados existem por todo o país, não só no Algarve. Nós fizemos a pesquisa e marcámos uma experiência de caiaque na Ria Formosa. O nosso guia foi um professor universitário que explicou a biodiversidade da Ria. Foi uma mini-aula, onde podemos aliar o desporto e o conhecimento. Excelente!

Depois desta actividade fomos à praia de Faro. Com pouquíssima gente, podemos estender as toalhas na praia à vontade, sem que ninguém estivesse em cima de nós. A água estava muito quente!

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3º Ponta da Piedade

A minha vontade de visitar este cabo nasceu quando vi uma fotografia de uma amigo, no Instagram. Realmente, tens de vir aqui e dar uma volta de barco para conhecer a Ponta da Piedade. Podes fazê-lo quando visitares a Praia Dona Ana, em Lagos. É fácil chegar até aqui. Toda a cidade tem imensos placards direccionais. A vista é maravilhosa.

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4º Grutas de Benagil

O grande ex-librís do Barlavento são as grutas de Benagil, nomeadamente o Algar de Benagil. Uma enorme gruta, com uma abertura no topo. Já tinha escrito um post sobre este tema, mas deixo-vos o video e algumas fotos para se deliciarem com a visita.


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