Clube do Paiva – Rafting, Canyoning, Canoing e River Tracking

Esta pode vir a ser uma das mais fantásticas aventuras que vais ter na tua vida. Uma experiência marcante com o Clube do Paiva, que proporciona a prática de vários desportos radicais como o Rafting, Canyoning, Canoing e River Tracking.

Sempre fui louco por aventuras, adepto do inesperado, sedento de adrenalina. Estas coisas fazem-me bem para saber os limites do meu corpo e mente. Não posso envelhecer sem experimentar estas coisas. E num ano de pandemia, nada melhor do que ficar por Portugal e usufruir um pouco da nossa natureza e turismo. Por isso decidi escrever um pouco sobre a minha experiência e sobre as atividades.

João Tiago Oliveira Arouca geopark Passadiços do Paiva clube do paiva

João Tiago Oliveira Arouca geopark Passadiços do Paiva clube do paiva

Antes de mais quero deixar aqui um alerta. Por força da minha evolução no vídeo, cada vez vou profissionalizando mais este hobbie que era a fotografia e o vídeo. Há já algum tempo que faço propostas de parceira para desenvolver projetos em empresas que querem ter vídeos institucionais ou para redes sociais. Já é um segundo trabalho.  Quem me acompanha nas redes sociais sabe disso. Por isso, se conheceres alguém que precise deste tipo de serviços podes dar-lhe o meu contacto. Os vídeos que produzi para o Clube do Paiva estiveram dentro desse âmbito.

A viagem do Porto até ao Clube do Paiva faz-se em pouco tempo. As primeiras filmagens que fizemos foram no fim do Verão e estava incrivelmente quente. Eu não sou adepto de rio mas acho que esta experiência me converteu, finalmente. O Rio Paiva estava a uns incríveis 26º, o que transformava este rio num autêntico mar das caraíbas.

A empresa tem uma equipa fantástica e proporcionou momentos únicos. Só posso referir o melhor: Simpáticos, responsáveis, esclarecedores. São os adjetivos que mais rapidamente me vêm à cabeça, especialmente da parte do Gonçalo que esteve comigo em todas as atividades. Outro ponto a destacar são os equipamentos. Já pratiquei outro tipo de desportos radicais com outras empresas. Por vezes apanhamos equipamentos demasiado usados e com marcas de desgaste elevadas. Fiquei impressionado com o cuidado do Clube do Paiva. Tudo parecia novo e pronto a estrear.

João Tiago Oliveira Arouca geopark Passadiços do Paiva clube do paiva

River Tracking

Antes de mais é uma excelente atividade para team building. É possível ir conversando com o pessoal e perceber a destreza e coragem de cada um dos participantes. No final, ficamos a conhecer-nos todos um pouco melhor, sem estar num ambiente profissional. A atividade assim o permite. Caminhando pela margem usufruindo da geologia do rio, a parte mais emotiva vai-se proporcionando. Isto significa: SALTAR PARA A ÁGUA.

3 metros

5 metros

7 metros

9 metros

A intensidade vai aumentando. As formações rochosas é que ditam a altura. Há sempre um local por onde subir e a segurança está em primeiro lugar. Sempre pensei que um impacto com capacete seria algo doloroso, mas não. Quem não quiser não salta. É opcional.

Mas mesmo quando não temos a coragem para sentir esta adrenalina há imenso que ver. Desde logo a caminhada em si permite ver a natureza no seu estado mais puro, com várias espécies a nascer ali como a hortelã. Lembro-me perfeitamente de estar a caminhar e a sentir aquele cheirinho. A meio da atividade há mesmo uma pequena cascata com água gelada onde se pode tirar umas fotos mais radicais e descansar da subida, já que é um bocadinho exigente em termos físicos.

Mas uma das melhores sensações desta atividade é a descida do rio…. pelo rio. O pouco fluxo do caudal permite aproveitar alguns rápidos. E assim, de lagoa em lagoa, de rápido em rápido lá se vai curtindo.



Booking.com

 

Canoing

Enquanto que no inverno a atividade mais conhecida por estas bandas é o rafting, no verão são as canoas. O caudal assim o permite.

Como o video do rafting ainda está a ser planeado, posso já dizer que o canoning deve ser uma bela introdução. Passámos uma tarde inteira a descer o rio, quando de manhã já tínhamos feito o trekking. A atividade começa numa aldeia antiga em xisto, já que é preciso dar tempo à equipa do Paiva para preparem os equipamentos. Mas o calor era tanto que só tínhamos vontade de ir para água.

Achei imensa graça a duas nuances. Em primeiro lugar os rápidos que vão surgindo durante o percurso nem sempre são fáceis de fazer. Exigem alguma destreza nas pagaias e várias vezes virávamos, divertidamente, as canoas. A outra nuance é o facto de termos entrado num rio adjacente e andarmos em águas espelhadas e lindas em que se via o fundo e os peixes, numa garganta de rochas. Que cenário fantástico. Como estávamos com o andamento dos saltos da manhã, claro que não resistimos em estacionar as canoas e dar mais uns jumps para a água.

De todas as atividades, esta é a que já fiz mais vezes, por isso destaco mais o facto de estar no meio da natureza.

Deixo um mega alerta. Adorava que subscrevesses o meu canal de Youtube. Significa muito para mim que os subscritores possam aumentar de forma a fazer chegar os meus trabalhos a cada vez mais público. Por isso, ao clicares no próximo vídeo, não te esqueças de fazer a tua subscrição! Muito obrigado.

Canyoning

Talvez a atividade com mais adrenalina das 3 que vou aqui referir. Não esteve um perfeito dia de sol. Na verdade, já estávamos em Outubro, fim da época alta do canyoning. Dirigimo-nos ao rio Frades passa no meio das montanhas da Serra da Freita. Quando no local onde parámos para nos equipar, no meio de uma pequena aldeia, levantei o drone para captar alguns planos para este vídeo. Nunca pensei que houvesse uma paisagem tao bonita por ali. Pareciam paisagens de filmes como Jurássico Parque ou assim! Encostas super ingremes e altas que enchem a tela o visor. Que incrível!

Vejam no vídeo ao que me refiro. Simplesmente fantástico.

O canyoning é um desporto radical que pretende descer um rio acidentado com material de escalada. O Rio Frades é muito propício a este tipo de atividades já que tem mais de 7 cascatas seguidas, impossível de voltar para trás! Com as cordas fazemos rappel para descer…. ou simplesmente saltamos.

5 metros

7 metros

9 metros

12 metros

Não faltam locais seguros de onde dar o jump da tua vida. As águas são cristalinas e saltamos de cascata em cascata. O salto é sempre opcional para quem não quer arriscar tanto. Eu gosto tanto de saltar como descer com corda e, tendo coragem, deves experimentar ambos.

O canyoning foi dos desportos mais intensos que pratiquei. Tanto a nível físico como a nível de adrenalina.

Como reparaste referi o Rafting no título do texto. Estou precisamente a cozinhar com o Clube do Paiva esse momento. Por isso, se estás interessado em saber mais, acompanha as redes sociais.

www.joaotiagoliveira.com

www.facebook.com/joaotiagoliveira

www.instagram.com/joaotiagoliveira

www.youtube.com/user/joaotiagobemhaja

 

Que equipamento utilizar

Aqui é que a porca torce o rabo.

A segurança está em primeiro lugar por isso o calçado é dos equipamentos mais importantes que deves ter em conta. Para além de confortável, deve ser seguro, por isso nada de levar sapatilhas velhas. Os pés é onde poderás sentir mais frio e é o ponto de contacto mais frequente com o terreno acidentado.

Eu utilizei umas Merrel Waterpro porque são leves, secam rapidamente e oferecem a proteção necessária neste tipo de terrenos.

Os fatos de neoprene que o Clube do Paiva disponibiliza foram suficientes para mim. Nas atividades do River Trekking e do Canoing estava um calor imenso e bastou ter um calção de banho. No entanto, como fizemos o Canyoning em Outubro, já poderia ter utilizado uma t-shirt térmica, visto que em algumas partes da caminhada, estivemos muito tempo parados e acabei por ter algum frio.

Se ficaste curioso, espera pelo próximo video!

João Tiago Oliveira Arouca geopark Passadiços do Paiva clube do paiva

Até já

Podcast de viagens – Cuba

Olá,

Hoje em dia há uma fatia das pessoas que não tem tempo para ler ou não lê sequer. Então andei à procura dos melhores podcasts de viagens. Inspirei-me em alguns e acrescentei ainda a componente video. Criei o meu podcast de viagens! Neste primeiro capitulo falo da viagem a Cuba, com o título – Organizámos uma viagem a CUBA! Custos, dormidas e passeios em Havana, Viñales e Varadero.

Criei-o em dois formatos – SoundCloud só com audio e também disponibilizei no youtube, já que o gravei em video também. Nesta última adicionei os trechos de video que filmo nas viagens, já que tenho o backup de tudo. Por exemplo, sobre esta viagem a Cuba, e à medida que a história se vai desenvolvendo coloquei os videos que ilustram essa viagem. Achei que ia ficar giro. Diz-me a tua opinião. Ainda fiz alguns testes antes de avançar e foi cansativo chegar a um ponto em que estava satisfeito. Mas neste meio temos de ir publicando. Na próxima vez talvez inclua mais alguns detalhes que acho importantes!

Um dos problemas que me surgiu era a capa que ia utilizar. Como trago recuerdos, lembrei-me de juntar todos os que tinha desta viagem e fotografá-los numa caixa. Deixa-me dizer-te o que trouxe:

  1. Uma garrafa de rum. Podes reparar que ainda tem o selo da república Cubana;
  2. Um maço de tabaco Popular, também com selo;
  3. Alguns charutos. Pah! mas arrependi-me de não ter trazido uns conjuntos que fumámos na quinta em Viñales. Uma pena!
  4. Uns pesos cubanos. Tenho um copo cheio de moedas do mundo, dos locais onde já estive!

Já tinha a ideia de criar um podcast à algum tempo. Como estamos em quarentena foi o escape ideal para o que estamos a viver. Ocupo assim a mente com outras tarefas. E até foi giro reencontrar as histórias que conto. Cuba foi uma viagem especial! A cultura dos cubanos, as experiências que vivemos lá! Foi uma viagem impecável e muito segura

Aqui ficam os links dos posts que fiz, que tem as informações que contei.

Havana

Varadero

Viñales e Soroa

E o Video que fiz sobre Cuba. Para quem tem acompanhado os meus últimos videos, vai perceber a grande evolução que tive. Este video tem 3 ano, mas estou orgulhoso do trabalho que fazia na altura!!! hahahaha (Que vergonha!!!!)

Para além disso, acabo por apresentar outro tipo de conteúdo das meus videos. Achei um piadão estar a fazer este tipo de conteúdo.

Obrigado por estares desse lado. Espero ter-te inspirado um pouco mais para visitares Cuba, e quem sabe, fazê-lo pelos teus próprios meios!

Se quiseres acompanhar mais aventuras, basta subscreveres o canal de Youtube ou Soundcloud. 

 

Croácia, dicas para a tua viagem!

Croácia, dicas para a tua viagem

Esta pode ser uma das viagens da tua vida. A Croácia e os seus roteiros compadecem do que de melhor espera um travel addicted. Um país completo na gastronomia, simpático nas suas gentes, atraente nas suas praias e com um clima fantástico. Bem vindo à Croácia.

Há imenso tempo que não escrevia aqui pelo blog. A maratona de representar a Momondo como embaixador e o fim de ano tiraram-me por completo a vontade de escrever! Mas já estou a pôr a escrita em dia! Para além disso, terminei o video sobre a Croácia. Convido-te a veres e a subscreveres o canal. O meu grande objectivo no Youtube é atingir os 1000 subscritores, por isso pedia-te a tua ajuda!! Clica aqui para subscrição rápida!!

UH! Adorei fazer este video. Foi partilhado pelo Turismo da Croácia nas redes Sociais!! Fiquei mesmo contente pelo reconhecimento.

Mas chega de introduções. O que tu queres saber é como é que podes visitar a Croácia. Sendo assim vou preparar este post com vários destaques como Roteiro, O que comer, Dicas e Top locais que deves visitar.

Roteiro e dormidas (Booking)

De todas as viagens, esta foi a primeira vez que viajámos sem estadia planeada/reservada para toda a duração da mesma. Nas anteriores fiz o planeamento ao detalhe das dormidas e já saía de Portugal com tudo marcado. Mas para aqui foi diferente. Optámos por marcar apenas as primeiras noites, em Zadar.

Na minha perpectiva a grande vantagem de usar este sistema é que se conseguem apanhar os cancelamentos de boas habitações, que ficam a preços porreiros. Como sabes, o Booking oferece cancelamento gratuito. Algumas vezes, até dois dias antes da data efetiva de alojamento. Se alguém cancelar uma estadia, ela volta a ficar disponível na plataforma e, dessa forma, os proprietários acabam por baixar um pouco o preço. Se estiveres atento vais apanhando essas “promoções”. É um risco que vale a pena correr.



Booking.com

Esta viagem teve um total de 11 dias. Aterrámos em Split por volta das 20:30 e arrancámos logo para Zadar onde iriamos dormir essa noite. No dia seguinte visitariamos o Parque Natural dos Lagos Plitvice, que ainda ficam a algumas horas de distância. No regresso dormiriamos novamente em Zadar.

Por falar em carro, alugámos o nosso pela plataforma da Ryanair. Acho que é o site mais barato. Já tinha escrito sobre este assunto no post de Amalfi. Também contratamos sempre o seguro contra todos os riscos. Não vale a pena poupar no seguro e arriscar estragar umas férias se acontecer algo com o carro. As estradas na Croácia são espetaculares e podes confiar nos tempos do Google maps. Fartei-me de utilizar esta aplicação com o roaming grátis da UE.

No terceiro dia visitámos Zadar de manhã e logo após o almoço dirigimo-nos para Trogir. Optámos por fazer uma estrada nacional que vai junto ao mar. Assim iámos parando pela praias e visitanto algumas localidades. Os sítios onde parámos foram um pouco aleatórios. Na Croácia, à entrada de cada vila ou cidade existe um outdoor com o principal ponto de visita ou praia. Assim, se te parecer bem, podes parar para dar uma vista de olhos. É óptimo viajar fora das autoestradas. Conhece-se o país de outra forma. Este foi um desses exemplos.

Croácia, dicas para a tua viagem

Pela hora de almoço chegámos a Trogir. Estava uma vaga de calor imensa. Aí uns 40º. Ficámos alojados bastante próximos do centro e mal fizémos o check in, deram-nos logo duas cervejas fresquinhas! Veio mesmo a calhar! Os Croatas são bastante acolhedores e em vários locais ofereceram-nos cerveja ou vinho. Mas também apanhei anfitriões menos simpáticos. Penso que depende da sorte! ahahah

No dia em que chegámos a Trogir ainda fomos visitar uma das melhores praias daquela zona – Labadusa. Foi sem dúvida uma excelente introdução às praias da Croácia. De referir que deves levar um calçado próprio para as praias deste país. Tem sempre imensas rochas e não estivemos em praias de areia fina, o que se pode tornar um pouco incómodo. Nós já iamos prevenidos, mas podes sempre desenrascar este calçado numa loja Decathlon que exista lá.

 

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

No quarto dia visitámos Trogir no início da manhã e Split logo a seguir, de forma a almoçar por lá. As cidades croatas têm imensa influência da cultura romana. Split é uma dessas cidades, já que é uma cidade portuária, e logo, mais sujeita ao elevado fluxo de culturas. O centro é pequeno faz-se bem a pé (quando não está calor). Para quem gosta de andar nestes centros históricos é um passeio super charmoso (melhor, só mesmo em Hvar).

Na parte da tarde fomos às praias de Podstrana. o que achas deste paraíso? Se achas que é bom, espera pelos próximos episódios.

Quinto dia. A viagem ia quase a meio. O objectivo deste dia era chegar à ilha de Hvar. Esta dica que te vou passar descobri ao preparar a viagem. Existe um transfer que liga Split a Hvar. No entanto, não é possível ir de carro. É um barco exlusivo a pessoas. A empresa que opera é a Jadrolinija e é pelo seu site que podes comprar os bilhetes. Nós comprámos online, pagando com cartão de crédito. Como estávamos de carro, e queríamos conhecer a ilha de Hvar, descobrimos que existe uma ligação/transfer mais barata e onde é possível levar o carro. Ou seja, a ligação Drevnik – Sucuraj. Já sei que implica uma viagem pela costa croata de algumas horas. Mas afinal de contas não é assim tanto tempo. Ao fazeres esse percurso vais conhecendo mais um pouco deste país. A viagem de Trogir até Jelsa, em Hvar, fez-se numa manhã, com duas paragens para praia e almoço. Tenta ter conta que é preciso estar com alguma antecipação no Ferry, porque no Verão foma-se alguma fila, podendo comprometer os tempos da viagem. Por sorte, o nosso carro foi o último a entrar nesse ferry! Se não teríamos que esperar pelo próximo.

Nesse dia acabámos por nos instalar no alojamento e jantar por perto. Nesta altura ainda estávamos com ideia de ir até Dubrovnic, mas rapidamente abandonaríamos essa ideia. Um dos motivos foi a elevada hospitalidade dos nossos anfitriões. Por outro, a qualidade de “vida”/férias proporcionada por esta ilha é fenomenal. Acabámos por ficar os restantes dias aqui, conhecendo toda a ilha e algumas adjacentes fazendo recurso de operadores locais.

Este foi o nosso roteiro para 11 dias na Croácia. Como referi atrás, estávamos preparados para ir até Dubrovnic. Mas para quem acompanhou as stories no Instagram percebeu que decidimos parar na beleza e qualidade da ilha de Hvar. Não deu mesmo para continuar. hahah Nos próximos ano continuaremos esta viagem. No fim deste post podes ver o outro video que fiz só acerca desta ilha!!!

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

 

O que comer/ Onde Comer na Croácia

Um dos segredos para viajar muito é poupar. Inclusivé durante as viagens. Todos os alojamentos que escolhemos tinham cozinha e isso permitiu-nos viver um fenómeno super interessante – o acolhimento dos croatas. Por incrível que pareça, a maior parte dos anfitriões excederam a expetativa. Alguns deles ofereceram cerveja e algo para petiscar e, em Hvar, ofereceram-nos vinho e licor. Acho que as piores experiências foram as localizadas junto aos centros históricos. As casas rurais que alugámos foram muito mais amigáveis.

Em termos de custos, diria que comprar algumas coisas para fazer em casa fica pelo preço médio de Portugal. Talvez 10% mais caro! O que é decididamente mais caro é a fruta. Em qualquer lado encontramos um Lidl, Kozum ou Ribola. Embora não se perceba o que está escrito nas etiquetas, é fácil perceber o que se está a comprar! Por isso, esta não é uma experiência complicada.

Na Croácia apenas utilizei o Cartão Revolut. É um Cartão pré-pago que podes pedir GRATUITAMENTE através do meu link e aceite universalmente. Podes bloquear o cartão através da app caso o percas, levantar dinheiro, fazer pagamentos nos TPA’s e consultar os cambios.

Quanto aos restaurantes, tivemos algumas boas e excelentes surpresas.

Konoba Maslina

IG@konobamaslina – Bem no centro da Ilha de Hvar. Foi um restaurante que nos foi aconcelhado por estar no meio de uma plantação de oliveiras. O Pôr-do Sol na Croácia tem tons mágnificos e este ficou na memória. A comida era muito boa e bem confecionada. A chef e dona do restaurante passava algum tempo a falar com os clientes. Explicou-nos que era tudo feito com produtos regionais. Muito simpática.

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

mamato bar

Mamato Bar

IG@mamatobarzdrilca – Nas ilhas Paklinski otoci, mesmo em frente à cidade de Hvar foi a melhor experiência gastronómica. É um restaurante com cozinha de autor. Entradas com queijos, enchidos, ovas de peixes. Os pratos são super bem confeccionados. Mais uma vez o pôr do Sol esteve presente! De destacar a calma destes locais, sem excesso de gente nem das multidões. Estes locais são excelentes para terminar o dia, já que durante as férias passamos por sítios com excesso de gente.

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

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mamato bar

Lola Bar

IG@lola_bar_and_street_food_hvar – Bem no centro da zona portuária/turística de hvar, aqui dá para sentir o início da vida nocturna da Croácia. As ruas apertadas e os turistas amontoam-se por ali. Tivemos de esperar um pouco para ter mesa, mas valeu a pena. A comida era também deliciosa.

Estas foram três experiências que acho que tinha mesmo de partilhar.

 

Top atrações na Croácia

Pôr do sol cor de rosa

Pois! Esta é uma daquelas coisas que não vais querer perder na Croácia. Autênticos Por do Sol em tons cor de rosa. Quando estávamos a jantar no Mamato bar tive mesmo de perguntar se era só eu que estava com essa impressão. Também tivemos bastante sorte com o tempo que apanhámos. Todos os dias com céu limpo e um calor abrasador fizeram as delícias destas férias. Outra questão importante é que a Cróacia está localizada a norte de Portugal, ou seja no pico do Verão amanhece por volta das 5h da manhã e anoitece por volta das 22h.

Croácia, dicas para a tua viagem

Praias

Há quem goste, há quem não goste. As praias não são de areia fina, mas são de uma beleza incontornável. Apenas por um dia não estivemos em locais com vista para o mar, quando fomos aos lagos Plitvice. De resto andámos sempre com a água aos nossos pés. Há locais que não são muito convidativos, é certo. Mas de uma forma geral só se está bem lá dentro. Uma boa maneira de selecionar as praias que podemos visitar é seguir algumas páginas do Instagram temáticas deste país. Desde que marquei os voos que fui guardando as localizações das que mais gostei e marcando no mapa para ser mais fácil localizar. Quer pela costa desde Zadar até Drvenic e na ilha de Hvar. Na ilha de Hvar apanhámos praias simplesmente espetaculares. Quer pela ilha, quer no tour a Vis. Aparecem imensas nos videos que fiz de drone.

Lagos Plitvice

O Parque natural dos Lagos Plitvice ficam a meio caminho de Zadar a Zagrev. O parque é enorme e até carote. Só vale a pena visitar quem gosta de estar na natureza. Nestes lagos não é possível mergulhar e existem vários percursos conforme o tempo disponível. Existem duas zonas de cascatas. As pequenas e as grandes e estão em zonas distintas. Dentro do parque existem diversos transportes para facilitar a rápida visita, mas ainda assim o percurso mais completo demora cerca de 6 horas a concluir. Existem zonas de alimentação e os passdiçoes são incrívei. Mas como disse, para quem gosta.

Croácia, dicas para a tua viagem

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Cidades medievais

Como já referi, as cidades Croatas receberam enorme influência romana. Por isso, quando andamos pelas ruas estreitas não estranhamos a arquitectura. Não é como no norte da Europa, assemelhando-se até ao que encontramos em algumas cidades portuguesas. Em Split há até teatros que encenam cenas romanas, onde se aglomeram centenas de turistas curiosos. Outra vantagem é que não são cidades grandes. Por exemplo Split e Zadar visitam-se numa parte do dia, se selecionarmos um top 5 do que há para ver.

Ilha Vis

Um verdadeiro tesouro escondido da Croácia. A Ilha em si tem pouquíssimos habitantes e todos os dias saem centenas ou dezenas de barcos para visitar Ilha. A ilha tem praias lindísssimas, uma gruta azul mas também outra curiosidade. Era a ilha escolhida pelo Marechal Tito para passar férias. Foi presidente da Jugoslávia. Como tinha uma casa de férias aqui, também tinha um bunker nautico, uma espécie de tunel onde se poderia abrigar de um eventual ataque militar. Foi engraçado entrar ali de barco a toda a velocidade, experimentando o que poderia ter vivido Tito nessa altura.

Croácia, dicas para a tua viagem

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Croácia, dicas para a tua viagem

 

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Ilha Hvar

É uma das melhores formas de acabar este post sobre a Croácia. A ilha de hvar preencheu-nos. Conseguimos viver aqui momentos verdadeiramente deliciosos. Não é um destino sobrelotado, embora se vejam imensos turistas. Mas sente-se que o turista é respeitado. Não fomos importunados uma única vez por vendedores ambulantes. Andar pela ilha de carro era facilimo e as praias preenchiam por completo a sede de verão que se acumulad durante um ano inteiro de trabalho. É um sítio que nos deixa completamente confortável até pelas pessoas. Ficámos alojados numa casa em que o anfitrião nos deixava vinho todos os dias no quarto, já que o produzia nas suas terras. Quando acordávamos dávamos de caras com o seu jardim e figueiras cheias de frutos prontos a comer!

Outro ponto a destacar nesta ilha são os campos de alfazema. Não tenho nenhum registo fotográfico, mas na parte mais “montanhosa” da ilha é possível ver estes campos e colher alguma alfazema como recordação!!

No tema praias, as melhores foram Zarace, Ivan Dolac, Milna e Dubovica.



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Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Croácia, dicas para a tua viagem

Como pudeste perceber foi uma viagem que adorei. Se tiveres alguma questão a colocar, sente-te à vontade para perguntar! Terei todo o gosto em responder!

 

Despeço-me com o habitual pedido de subscrição de alguns dos meus canais, que teria todo o gosto que fizesses parte!

Obrigado e boas viagens!

www.joaotiagoliveira.com

www.facebook.com/joaotiagoliveira

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www.youtube.com/user/joaotiagobemhaja

 

Marrocos, Marrakesh à noite

Olá de novo!

Podia fazer um post/texto! Mas pensa que podias sentir e estar lá?

Daí que me lembrei que podia fazer um vídeo, sem música. Só com os próprios sons…. Depois acrescentei alguma narrativa!

Nasceu Marrakesh à noite!

E não é daquelas viagens caras!

Marca hotel

Marca voo

@momondo #owtravelers #admomondo

Marrocos, a minha primeira viagem fotográfica

A viagem de Marraquexe até Merzouga foi a minha primeira viagem fotográfica a sério. Estive muito mais focado em desenvolver competências com a máquina nova, uma Sony A7ii. Assim decidi escrever sobre a última parte da viagem a Marrocos, conjugando com o convite que a @momondo fez para escrever sobre o que nos apaixona, neste caso a fotografia em viagem. Cada dica que achei importante, deixei em legenda nas próprias fotos!

Já há quatro anos que ando vidrado no vídeo e achei que era altura de fazer algo de diferente. É engraçado porque muitos pensam que quem faz vídeo, faz fotografia. Mas não nos esqueçamos que são disciplinas diferentes. Como levo isto como um hobbie, nunca conseguiria avançar com o conhecimento das duas ao mesmo tempo, por isso, este ano tenho investido muito mais na fotografia. Ainda assim fiz o vídeo da viagem, que podes ver aqui, antes de leres o post completo.

Neste post vou tentar dar algumas dicas de como tirei as fotografias e destacar os pontos turísticos da viagem entre Marraquexe e Merzouga. Não sou um expert. São algumas dicas que, na minha opinião, melhoram instantaneamente fotógrafos menos experientes. Ainda assim, recordo que tudo o que sei é porque me interesso. Nunca tirei nenhum curso. Em algumas fotografias vou deixar as dicas que são mais oportunas! 

Já passou algum tempo sobre o último post sobre Marraquexe. Foram apenas dois dias completos, mas que no meu entender chegam bem para uma primeira abordagem a Marrocos. Algumas pessoas gostam de “devorar” um destino, não deixando espaço para uma futura visita. Acho importante deixar coisas por ver porque fica aquele desejo de voltar. Quanto ao resto da viagem por Marrocos, as paisagens mudam imenso, por isso existem sítios lindíssimos por onde passei que nem sei o nome. Embatemos de frente com a beleza deste país. Nunca julguei que se tornasse numa experiência inesquecível e tão diversa.

Passo então aos destaques destes 5 dias de viagem com a Janka Tours.

Alto Atlas e Aït Ben Haddou

Arrancámos cedo do Riad Zaki até parar pela primeira vez.  Passadas várias dezenas de quilómetros já não estavam 40º como em Marraquexe. No topo das montanhas do Atlas, 15º convidam a um cházinho, num estabelecimento à beira da estrada. Estiquei as pernas e tirei a máquina da mochila. Estava a 2000 metros de altitude, e com alguma probabilidade apanha-se escarpas com neve. A altitude máxima destas montanhas é de 4167 metros em Jbel Toubkal. O Atlas é um lugar obrigatório de passagem para a zona do deserto, até Merzouga. Nestas montanhas levámos com o primeiro embate com a cultura berbere. Aldeias isoladas, rios secos que só correm no Inverno, populações que apenas vivem do pastoreio, agricultura e turismo, vendendo artefactos junto à estrada. Os berberes foram “baptizados” pelos romanos quando invadiram esta zona, e mantém as suas tradições até hoje.

Fomos fazendo caminho até Ait Ben Haddou. Um verdadeiro tesouro já classificado como património da humanidade pela Unesco. Foi palco de alguns filmes como a Múmia e Gladiador. Visitámos a vila com Mohamed, um berbere de turbante amarelo, que podem ver no vídeo que fiz. Ele mostrou como a cidade cresceu ao longo dos séculos. As várias fortalezas delimitam os séculos de crescimento e, a seus pés, passa o rio Drá, que nessa altura do ano está seco. Andei por dentro de algumas casas abandonadas, atalhos, até chegar ao topo, onde pude captar a paisagem. Esta cidade transmite algum misticismo, e os relatos do guia transportam-nos para outros tempos. A localização da cidade é estratégica. Da colina consegue-se ver toda a planície adjacente e perceber que foi, outrora palco de grandes guerras.

Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira

Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira
Dica Fotográfica: Isola o objecto. Para captares momentos tens de ter uma lente com um f baixo. É importante manteres o objecto ao centro da fotografia para trasmitir o efeito desejado.
Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira
Dica Fotográfica: Para captares fotografias de paisagem ou panorâmicas coloca o f alto, por exemplo 10 ou 11.

Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira

Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira
Dica Fotográfica: quando queres tirar uma fotografia de paisagem, tenta lembrar-te de que podes estar incluido(a). A foto ganhará automaticamente maior interesse!
Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira
Dica fotográfica: Não temos de estar a olhar para a máquina sempre que queremos ser fotografados. Pede a alguém que te vá fotografando enquanto caminhas distraidamente pelo local.

Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira

Ait ben haddou marrocos joao tiago oliveira

Marrocos Alto atlas João Tiago Oliveira
Dica Fotográfica: Sempre que puderes tira a fotografia em formato RAW. Estes formatos contêm muito mais informação para que possas editá-las em programas próprias.

 

Kasbah Amiridil e Vale de Dades

As Kasbah fazem lembrar “casas” na nossa língua. Talvez seja daí que vem o nome.

Tinhamos saído de Ait Ben Haddou em direcção a Dades. No entanto fora de Marraquexe vêem-se imensas placas com o nome Kasbah. A Janka Tours tinha preparado uma visita numa das mais bem preservadas que se conhecem. Estas casas são construções de madeira, palha e lama. Pode parecer esquisito, mas parecem muito consistentes. Amridil é um autêntico museu dos costumes berberes. Tem os utensílios muito bem preservados e consegui colocar-me na pele daqueles habitantes, e de como vivem nestas zonas. Outro facto que desconhecia é a abundância de água que este país tem. Uma grande parte da produção agrícola é exportada para a Europa. Mesmo quando os rios estão secos, a água continua a correr por baixo do subsolo, o que alimenta o verde dos oásis.

Este primeiro dia é bastante cansativo porque são cerca de 350 km em 6 horas de viagem de carro, sem contar com as paragens. Mas o dia acabou num sítio fantástico, o Ksar Sultan Dades. Podes consultar os preços pela plataforma da Momondo clicando no link.

Mas estava na hora de descansar. Este alojamento tem umas condições excelentes e a experiência gastronómica foi muito boa. Ainda com energia, aproveitei para fazer um pequeno vídeo.

Dades é uma região paisagística muito bonita, algo que apenas veríamos no dia seguinte. 

Kashbah marrocos João Tiago Oliveira

dades marrocos João Tiago oliveira
Dica fotográfica: Aproveita para tirar fotografias em contraluz. Ficam bem se a tua máquina tirar fotos em HDR.

dades marrocos João Tiago oliveira

vale de dades marrocos joao tiago oliveira

 

Gargantas del todra

Acordar no vale de Dades é fantástico. Só de manhã me apercebi da beleza do mesmo. É uma pena que em Marrocos não se pode voar o drone. Teria captado umas boas imagens neste país.

Saímos do hotel em direcção à Garganta del Todra, mas sem antes fazer um pequeno desvio aos estranhos “Dedos dos macacos“, umas construções montanhosas a que os locais dão a esse local. Mas permitiu permitiu umas fotografias muito engraçadas.

Voltámos ao caminho até ao espetacular miradouro da Garganta del Todra. As ruas em zig zag já se tornaram um símbolo dos tours até ao deserto do Sahara. A máquina ainda nem tinha aquecido a mochila e já estava a sair outra vez.

A paisagem muda completamente apenas em algumas horas. Impressionante como veremos…

dades marrocos João Tiago oliveira
Dica Fotográfica: corta a fotografia para eliminares os elementos que não desejas captar. Assim, a fotografia terá muito mais impacto.
dades marrocos João Tiago oliveira
Dica fotográfica: Adiciona um acessório de moda ao teu guarda roupa para te fazer sobressair na fotografia.

todra marrocos joao tiago oliveira

marrocos joao tiago oliveira
Dica fotográfica: Por vezes apenas temos de parar o carro e aproveitar o que a paisagem tem para nos dar!

garganta dele todra marrocos joao tiago oliveira

Os dromedários e dormir no Deserto de Merzouga

Em direcção ao deserto….

As paisagens sucedem-se. Ultrapassadas as montanhas e os vales de Dades, dirigimo-nos para o momento aúreo da viagem: a visita ao deserto do Sahara e a noite no acampamento. Era uma viagem de cerca de 3 horas. Muitas vezes a estrada desaparecia e o Amid seguia os instintos (e talvez sinais visuais que conhecia).

Aqui se desfez outra ideia pré concebida do turismo nos desertos. As dunas alaranjadas são apenas partes insignificantes do deserto do Sahara. Uma grande parte dele é o chamado deserto negro. Convido-te a ver isso no Google maps. Apenas a mancha laranja junto a Merzouga são as “famosas” dunas alaranjadas. Os acampamentos ora estão na orla das dunas ora no meio.

Chegámos por volta das 16 horas a Merzouga e montámos os nossos dromedários (em Marrocos não há camelos), fazendo caminho até ao acampamento Horaz Luxury Desert Camp. Este fica a cerca de uma hora de dromedário. Mas optei por fazer parte do caminho no jipe do alojamento, que nos apanhou a meio do percurso.

A experiência de dormir no deserto é fantástica. À chegada somos brindados com um chá e podemos disfrutar do pôr do sol nas zonas de sofás. Não estava muito calor o que permitiu esperar pelo jantar comodamente deitado nas almofadas! O que mais gostei do acampamento foi a equipa de animação. Tocam música berbere e foram bastante interactivos. Tocamos tambor e tal! Porreiro! Já para não falar de um facto extraordinário. Tínhamos o acampamento só para nós. Não estava mais nenhum hóspede!

Excepcionais foram as condições do quarto. Nem parece que estamos no deserto. Se precisássemos tínhamos aquecimento. É um quarto convencional dentro de uma tenda robusta e super bem decorada. A noite foi muito confortável.

deserto sahara marrocos joao oliveira
Dica fotográfica: Aproveita algumas nuvens para captar a paisagem. Vão existir lugares com diferente iluminação para criar um efeito visual mais potente

deserto sahara marrocos joao oliveira

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Dica fotográfica: Utiliza os vários planos: perto, médio e longo.

deserto sahara marrocos joao oliveira

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Rally no deserto e o deserto Negro

O tempo não esteve de feição para captar o pôr e o nascer do Sol. Esteve sempre nublado. Quando é assim não podemos bloquear. Há tanta coisa que pode ser o objecto ideal para uma boa foto. Basta puxar pela imaginação e disparar. É nestes momentos que desenvolvemos algumas competências.

Logo pela manhã é hora de sair do deserto. Ainda fiquei por ali a ver se o Sol aparecia, mas nesse dia não queria nada comigo. Entrei no Jipe e o condutor acelerou para uma autêntica experiência no Deserto. O Rally Dakar passava nesta zona: “A Elizabete Jacinto vem todos os anos treinar para aqui” dizia ele enquanto desbravava mais umas dunas. A sensação é fantástica. Apesar de pensarmos que o carro se vai afundar na areia, isso nunca aconteceu. Fomos fazendo os altos e baixos das dunas por uma areia incrivelmente consistente. Mas as cores estavam maravilhosas, especialmente o cor de laranja das dunas.

Depois de sair desta zona de dunas, contorna-se o deserto para a zona do deserto negro. Amid, da Jankar Tours disse-nos que íamos procurar os nómadas, as tribos que, como o próprio nome indica, saltam de lugar em lugar em busca de pastoreio. “Pastoreio?”, perguntam vocês? Pois, o deserto, no seu subsolo, tem bastante água. Por exemplo, o acampamento de Horaz tinha um poço próprio. Mais! Fomos visitar um autêntico lago, perto de Méridja onde centenas de aves discutiam o “sexo dos anjos”. Relativamente aos nómadas é possível tomar um chá com eles, no entanto não se proporcionou esta “aventura”. Sinceramente tive algum receio acerca da higiene. Acredito que corresse tudo bem, mas resolvi não experimentar.

Tive a tarde livre e fiquei alojado no Riad Madu. Pesquisa aqui alojamentos pelo site da Momondo.

deserto sahara marrocos joao tiago oliveira

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Dica fotográfica: experimenta um angulo diferente. De drone ou de angulo inferior, estas fotos costumam captar a atenção.

deserto sahara marrocos joao tiago oliveira

deserto do sahara marrocos

riad madu joao tiago oliveira

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Aldeia de Khamlia e os Sudaneses

Ainda de manhã visitámos esta aldeia. Nela habitam maioritariamente descendentes de sudaneses, trazidos como escravos para trabalhar no campo e pastoreio. Hoje em dia é uma aldeia pacata, onde é possível ouvir a musica Gnawa. No vídeo apanhei alguns momentos desta visita. Foi servido um chá  de menta delicioso! Ficámos a ouvir música e a degustá-lo! Um excelente momento à sombra. Mesmo assim, o chá quente caia bem! Parece que nos despertava das temperaturas altas.

Aldeia de Khamlia e os Sudaneses

 

Ouarzazate e os estudios de cinema

Ouarzazate foi um dos últimos destinos de Marrocos. A última paragem antes do regresso! A cidade do cinema, onde ficam os estúdios Cinema Atlas.

Esta cidade cresceu em torno do cinema. Aqui foram criados os estúdios de Gladiador, Babel, Missão Cleopatra entre outras. O bilhete inclui visita guiada em várias línguas. Infelizmente, não existe em português. Mas a visita é bem interessante, e passei pelos vários cenários ainda montados. Alguns são reaproveitados para séries e filmes actuais. Nessa altura estavam a preparar filmagens para uma série italiana.

Em Ouarzazate fiquei alojado no Riad Dar Chamaa. Experimenta a plataforma da Momondo para pesquisar alojamentos em Marrocos.

A viagem chegou ao fim. Mas ainda fiquei com alguns momentos por contar. As paisagens de Marrocos são maravilhosas e a cultura deste país consegue acompanhá-la!

cine atlas marrocos

cine atlas marrocos

cine atlas marrocos

Espero também que tenham gostado das dicas fotográficas (ficaram nas legendas).

Esta viagem foi realizada com a Janka Tours.

Obrigado e boas viagens!!

 

#owtravelers #admomondo

Visitar Marrakesh em dois dias

Olá,

Marraquexe (ou Marrakech) significa “a cidade de Deus”, dito pelo guia. Neste post vais saber o que fazer nesta cidade desde hoteis, riads, souks, tours. O essencial para quem fica 2 ou 3 dias por aqui ou de passagem em viagem por Marrocos.

Nos dias seguintes, fiz uma tour com a Janka Tours até ao Deserto do Sahara, mas só nos próximos posts falarei da restante viagem!

Em jeito de introdução podes ver o video que realizei para te aguçar a curiosidade sobre este destino fantástico. Podes sempre subscrever o canal! Obrigado

P.S.: O resto da viagem está no Post: Marrocos, a minha primeira viagem fotográfica

Já estava com saudades de fazer uma “grande” viagem. As escapadelas deste Inverno foram boas mas o corpo já estava a ressacar por uma viagem maior.

Gosto de ficar muitos dias fora de casa. Desligo logo a ficha do trabalho, e a “incerteza” apodera-se do nosso dia a dia. E esta viagem foi um verdadeiro sinónimo de incerteza. Eventualmente, a que menos preparei de todas as que já fiz. Por norma, costumo pesquisar imenso, planear os dias ao detalhe. Um grande exercicio de planeamento nos dias que antecedem à viagen. Desta vez não foi assim. Duas horas antes de entrar no avião, abri o Google Trips, baixei o mapa de Marraquexe com as principais atracções da cidade e confiei que ia correr tudo bem.

Em Marraquexe

Os dois dias chegaram perfeitamente. Como é óbvio, mais tempo teria dado oportunidade para conhecer mais, mas penso que chegou para perceber como funciona a cidade. E eu adorei. Já visitei cidades que não deram tanta pica. Talvez fosse das pessoas ou do ambiente, não sei bem, mas Marraquexe incute a vontade de ver mais. Por vezes, estava numa praça qualquer, e metia-me nas ruas só para descobrir o que havia por ali!

Para além das principais atracções, como os jardins de Majorelle, Mesquitas, Madraça, Palácio el Badi, museus etc, a grande paixão da cidade está nos souks. Estes são mercadinhos que inundam a cidade. Vê-se de tudo: ruas de carnes, frutas, legumes, incensos, especiarias, artefactos e tantos outros. Muita da essência de Marrakesh está nesse detalhe, inundando a cidade de cheiros e cores e que traz as pessoas para a rua, como se fosse o sangue que corre em nós!

DICA importante: sempre que te perguntarem se é a primeira vez que estás em Marrocos, diz que não. Os marroquinos estão sempre à procura de um momento para te levarem mais dinheiro pelas coisas.

Se quiseres ver algumas das stories que coloquei durante a viagem, adicionei um destaque da viagem no meu Instagram.

 

João Tiago Oliveira Marraquexe Marrocos Visitar
Pôr do Sol do Café de France
João Tiago Oliveira Marraquexe Marrocos Visitar
Loja de artefactos num Souk

Trocar dinheiro

A moeda oficial é o Dirrã marroquino. Essencialmente, vais precisar deles para entrar nos museus ou em locais mais oficiais. De resto, aceitam Euros. À medida que ia visitando a cidade, fui encontrando várias lojas de câmbio e a mais vantagosa era na praça Jemaa El-Fna, ao lado do restaurante Argana. Este povo lida muito bem com o dinheiro e começa sempre por negociar os preços demasiado altos. Houve casos em que comprei por metade do preço. Se queres comprar lembranças, especiarias, etc tenta não fazê-lo nos primeiros dias. Por exemplo, algumas especiarias e chás são mais baratas nos hipermercados como o Carrefour. Existiu um caso em que o preço aqui era cerca de 10% do que o que encontrei na rua.

Onde Ficar (Riad)

A estadia foi no Riad Zaki, dez minutos a pé da praça Jemaa El-Fna, o ponto “principal” da cidade. O Riad (nome dado aos alojamentos locais de Marrocos) Zaki tem um pessoal super simpático e umas acomodações normais. Não optei por um com piscina (ou tanque) porque sabia que ia ter outras oportunidades para dar uns mergulhos, durante a viagem. Para além disso, estava previsto só regressar ao riad depois de jantar, por isso era algo que não iriamos usufruir.

Os quartos eram grandes e o pequeno almoço era bom. Serviram uns bolos caseiros, o pão típico khobz e uma espécie de panqueca de semolina. A acompanhar existem os doces, sumo de laranja, café…

Os riads são uma excelente opção de alojamento. São locais típicos e aqui, podes aproximar-te ainda mais da cultura marroquina (certamente uma experiência diferente da dos hoteís!). Se quiseres ver alguns videos dos Riads em que fiquei, podes visitar o meu canal de Youtube.

Utiliza este simulador do booking para realizares as tuas reservas. Ao reservar por aqui, estarás a ajudar o blog, sem que pagues um preço mais elevado, ou custos adicionais.



Booking.com

O que visitar

Algo que ainda não tinha referido, foi o facto de ter visitado Marrocos por altura do Ramadão, o que pode dificultar a visita a alguns locais. Existem algumas atracções que fecham mais cedo, ou que não abrem por esta altura. Mesmo os lojistas aproveitam o dia para tirar longas cestas, já que não podem comer ou beber entre as três da manhã e a sete da tarde.

No primeiro dia, saindo do Riad, fui em direcção um dos ex-libris da cidade, a Mesquita Koutobia e o seu minarete. O minarete é a torre da mesma e ninguém pode construir acima deste ponto. A cultura árabe acredita que os minaretes são essenciais para relembrar os crentes que tem que rezar, ou que encontram facilmente um local de culto. Ou seja, alguém que não seja da cidade pode identificar facilmente uma mesquita. Quem não é crente não pode entrar. A única mesquita que se pode visitar em Marrocos está em Casablanca.

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Mesquita Koutoubia

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Moulay El Yazid

Atravessei os jardins da mesquita e diriji-me mais para sul, para Moulay El yazid, onde estão os túmulos Saadianos. As entradas as atracções não são caras. O problemas são por vezes algumas filas! Mas nada que impeça a visita.

Logo ali ao lado está o palácio El badi. É engraçado porque à medida que visitamos as atracções, encontram-se os tais souks. Ou seja, em vez de se caminhar entre pontos, parece que se está sempre em visita. Há sempre algo para ver, e isso é muito estimulante. O Palácio El Badi desemboca na praça de Ferblantiers, que é perto do bairro Judeu (que só conhecemos no dia seguinte).

Da praça Ferblantiers pode-se seguir para a praça Jemaa El-Fna. Mas não vás pela avenida Hommane Al Fatouaki. Tem imenso trânsito e os passeios são estreitos. À direita dessa avenida, existe uma rua que tem imenso que ver e percorrer, e muito mais calmamente. É quase toda ela um mercado, cheia de lojas de todos os tipos. No fim, “desagua” na Praça Jemaa El- Fna. Esta é fascinante porque tem de tudo, todo o dia. No entanto, é à noite que ganha ainda mais vida!

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Praça Jemaa El Fna
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Praça Jemaa El Fna

 

Segui para os Jardins secretos que foram contruídos à cerca de quatrocentos anos e utilizados por figuras políticas da cidade. São compostos por duas zonas diferentes e tem imensas espécies de árvores e detalhes de arquitetura. É um local ideal para descansar do rebuliço da rua de onde saí.

Depois de almoçar (vê em baixo algumas das opções) dirigi-me para a zona da Mesquita de Ben Youssef.

Cansados destas voltas todas, voltei ao Riad e pela hora de jantar fui ao restaurante Argana! Não deixes de dar um passeio pela praça à noite! 

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Mesquita Ben Youssef
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Secret Gardens
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Praça Jemaa El Fna à noite
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Banca de comida

No segundo dia estava planeado visitar os jardins de Majorelle logo pela manhã! O percurso a pé faz-se bem desde o centro. Tem que se sair das muralhas da cidade e quando o fazemos, parece que se “entra” noutro local. As avenidas são largas e os edificios são completamente diferentes, e já não se amontoam como no centro.

Ao chegar ao jardim constatei que as filas eram enormes, por isso aconselho-te que vás o mais cedo possível, e que leves sempre água! Este jardins têm uma colecção de espécies incrível. Vêem-se plantas de todo o mundo e a casa onde viveu Yves St. Lourent. Passei aqui a manhã! De tarde não fiz mais do que andar perdido pela cidade a comprar algumas lembranças. É uma boa cidade para ter perderes! Aqui e ali experimenta-se algo novo. Para quem gosta de fotografia e video é espetacular, porque existe sempre um motivo para disparar!

Como tinha dito anteriormente, voltei ao bairro judeu, que é um local completamente diferente da zona envolvente. É aqui que encontras aquelas pirâmides coloridas (de tinta ou especiarias) que tanto caracterizam as fotografias de Marrocos.

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Jardins Majorelle
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Jardins Majorelle
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Jardins Majorelle

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Jardins Majorelle

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Bairro Judeu

 

Onde comer

Comer foi fácil. A cultura gastronómica de Marrocos é semelhante à nossa. Ao contrário do que se possa imaginar, Marrocos tem imensa agricultura e imensa água. Passei por imensos campos agrícolas nos dias seguintes à estadia em Marraquexe. Isso faz com que exista muita diversidade de verduras e vegetais. No entanto, a carne de vaca é mais dificil de encontrar. Como eles dizem, é mais um luxo!

Sendo assim, destaco 2 locais bem diferentes para se poder almoçar ou jantar:

Argana, localizado na praça Jemaa El-fna. A vista do pôr-do-sol sobre a praça é cativante. Adorei estar a jantar calmamente, enquanto assistia ao frenezim lá em baixo. Das varandas do restaurante conseguem-se ver os encantadores de cobras, berberes a dançar e a tocar, tendas agitadas de comida, enfim.

Terrasse des Epices é um restaurante mais distante do centro, mais foi das melhores experiências gastronómicas. Consegue combinar uma decoração mais moderna com a cultura marroquina. O Dj coloca uma música ambiente que proporciona um bom momento gastronómico. Por causa do calor também estão instalados sprays de água para refrescar do intenso calor!

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Terrace des Epices

Cafe de France está na mesma praça do Argana. Tem uma vista oposta a este último e é um excelente local para passar um fim de tarde, a beber um sumo e observar o movimento lá em baixo, enquanto o sol se punha!

Estas são duas sugestões top. Os menus são compostos por tagines, espetadas, etc. Não é dificil escolher, logo depois de perceber a técnica culinária que utilizam.

 

Estas são algumas das dicas de Maraquexe. Espero voltar, porque adorei a experiência.

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Os cincos lugares mais bonitos que visitei na Serra da Estrela

Em Janeiro tive uma oportunidade de visitar a nossa Serra da Estrela. Fui filmar o Hotel dos Carquejais da Luna Hotéis e, para enquadrar o hotel na paisagem, acabei por visitar a Torre e mais alguns locais de excepcional beleza da região!

Embora tenha sido uma estadia pequena, foi possível percorrer alguns lugares, dada a proximidade geográfica entre eles. Fiquei com a ideia que devia dedicar mais dias de férias em instâncias de neve. Em primeiro lugar porque adoro o frio! Ou melhor, estar bem agasalhado no meio do frio. E, em segundo lugar porque gosto de experimentar desportos novos. Nunca tive oportunidade de fazer ski ou snowboard. Ou seja, fico sempre com a espectativa de conseguir, mas também não foi desta. 🙂

Falando do Hotel. Fica localizado entre a Covilhã e as Penhas da Saúde. A vista é espectacular, já que está virado a nascente para o vale. O pequeno-almoço, para além de ter imensos produtos regionais (como o queijo da Serra) também é guarnecido pelo nascer do Sol, aumentando logo a boa disposição matinal! As instalações também são muito confortáveis e achei que no Verão também é um bom local para desfrutar, já que dispõe de piscina no exterior! Devia ter um Spa o que tornaria a acomodação muito melhor!

Serra da Estrela, João Tiago Oliveira, Hotel dos Carquejaiss cinco locais que visitei e que mais gostei foram:

  • A Torre (0:42 segundos do video), especialmente porque estava praticamente deserta. Existiam algumas lojas de comércio tradicional e de recordações. Aproveitei para comprar um queijo da serra e fumeiro da região!
  • Covão d’ametade (1:00 segundos do video), ou seja o início do vale do Rio Zêzere. Este lugar parecia saído de um conto. As árvores debruçadas pelo rio, a água transparente e aquela neve toda a acomodar a paisagem. Lindo! Lindo! Uma verdadeira relíquia da nossa paisagem!
  • Vale Glaciar (1:27 segundos do video). Tem este nome porque as temperaturas podem chegar a ser bem mais rigorosas do que em outros locais da serra. Ainda me aventurei a fazer uns quilómetros. No início do percurso existe um pinhal que faz lembrar aquelas florestas dos filmes, onde a neve cobre os ramos das árvores.
  • Lagoas Comprida e do Viriato (1:03 segundos do video) são reservatórios de água, mas de especial beleza. Quando cheguei, parte do lago estava congelada, o que produzia um duplo efeito de reflexo nas fotografias! Consegues ver?
  • Cântaro Magro (0:53 segundos do video). Uma enorme “construção de pedra” mesmo ali ao lado da estrada. Existem algumas pessoas que escalam esta beleza natural! Eu acho bem. Deve ter umas vistas lindíssimas. Eu preferi levantar o drone e ver no ecrã! Ahahhah

Não tive tempo para muito mais. Ainda consegui experimentar um cabrito da região mas depois tive que voltar!

Foram dois dias excelentes, com céu limpo que permitiram aproveitar o melhor da Serra da Estrela! Inesquecível!

Serra da Estrela, João Tiago Oliveira, Drone Mavic

Quanto ao sorteio da noite no Hotel dos Carquejais, da Luna Hoteis. Já foi sorteado e a vencedora foi a Ana Matos, da Maia.

 

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Presets para fotografias

Presets

Costa Amalfi, o que fazer? Uma roadtrip de sonho?

As fotografias da costa de Amalfi, ou amalfitana são sempre convidativas. Sol, praia, mar, cidades empoleiradas nas encostas junto ao mar. Um cenário bastante idílico que os italianos conseguiram construir nesta “curta” costa do mediterrâneo.

Itália não é um país homogéneo e o ritmo é bem diferente de outras zonas mais stressantes, como é o caso de Milão. Por isso, se vieres para aqui de férias, desliga a ficha e aproveita! Vais precisar da tua concentração para resolveres outros problemas! Alguns deles podes resolver com a ajuda da Momondo. Já te explico tudo!

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Tal como em outras viagens, existem sempre alguns planos que não correm bem. E esta zona tens de ter mais cuidado a planear visto que é uma zona “especial”. Mas não te preocupes que vou contar tudo.

A nossa viagem foi em Maio. Apanhámos alguma chuva o que nos levou a cancelar algumas actividades, como um passeio de barco e visita a Capri. (Mas até fico contente. É mais um motivo para regressar numa próxima. 🙂 Temos sempre de ver as coisas pelo lado positivo.)

Para chegar até aqui existe uma solução super económica – Ryanair. Os voos low cost são super baratos se comprares com antecedência porque a ligação Porto-Nápoles não tem muito fluxo. E para além disso, Amalfi fica a uma hora e meia de carro de Nápoles e três horas e meia de Roma. O que não é longe. Podes pensar que o aluguer do carro foi caro. Mas a verdade é que estou rendido à plataforma da Momondo! Os preços dos alugueres de carros são fantásticos. Já é a segunda vez que utilizo e não encontro mais barato, tal como nos tinha acontecido nos Açores. O aluguer ficou por menos de 10€ por dia. E agora vai o meu primeiro conselho. Se alugares carro, adiciona o seguro de protecção para acidentes. quebras de vidro etc. No segundo dia da viagem um autocarro fez o favor de quase partir um retrovisor. E se não tivéssemos o seguro, já estávamos a chorar o dinheiro. As ruas desta zona são muito estreitas por isso, neste ponto, não hesites.

Relativamente ao alojamento, tens imensas hipóteses, embora os preços dos hotéis seja relativamente elevado, dada a “escassa” oferta. Penso que uma boa solução é a marcação pelo Airbnb. Tenta escolher um alojamento fora das zonas mais populares, para conseguires um lugar virado para o mar! Ficámos alojados em “casa” do Chef Fiorenzo, em Conca dei Marini. Um aldeia pacata, localizada entre Amalfi e Praiano.

5 coisas que podes fazer em Amalfi

1º Experiência Roadtrip

A experiência de carro pode vir a ser traumatizante nas “grandes” cidades desta costa, como Amalfi ou Positano. Existem outras formas de deslocação como autocarro, barco ou a pé. No entanto, se te deslocares de carro, prepara-te para pagares uns bons Euros pelo estacionamento (3€ por hora em época baixa e 5€ em época alta). No centro, os parques são muito limitados, por isso tenta chegar bem cedo a Positano e Amalfi por exemplo. A experiência roadtrip é para quem gosta de ir descobrindo. Não te preocupes com as horas. Aproveita para ir calcorreando a costa, as vilas, os mercadinhos, as catedrais e as praias. É tudo maravilhoso!

Começa a viagem em Positano, a mais glamourosa de todas e segue por aí fora: Praiano, Amalfi, Atrani, Minori, Maiori, Cetara, Vietri Sul Mare até Salerno. Todas são bastante peculiares, com diversos estilos arquitectónicos já catalogados como património Mundial da Unesco.

Vais ficar ainda estupefacto com as plantações de limoeiros e o licor de limoncelo que esta gente venera; com as ruas que acabam em precipícios e as casas ali penduradas; com ao detalhe do artesanato e as mil e uma cores das cidades; com as catedrais e centros pitorescos; com as praias escondidas; com a imensidão de barcos de recreio… Acho que este ambiente deve durar o ano inteiro.

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2º Fiordo di Furore

Esta praia é a mais icónica da costa Amalfitana. O público aplaude os saltos dos mais corajosos que saltam da pequena ponte a 30 metros de altura. Coragem!!! Perguntamo-nos como é que a natureza conseguiu criar ali um recanto bastante cénico. Por trás da praia, ainda surgem umas pequenas casas esculpidas nas encostas e barcos em repouso, à espera da hora certa para zarpar para a pesca.

Mergulha no mediterrâneo, esta é a hora de aproveitar!

A melhor hora para ir é por volta da hora de almoço já que as escarpas impedem a entrada de luz do Sol nas horas em que está mais colado ao horizonte.

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3º Le Bonta del Capo

Foi o que mais me fascinou. Que delícia. Estes senhores respeitam a comida!

Apaixonei-me por este restaurante – Le Bonta del Capo. Tudo o que experimentámos era excelente. Algumas imagens do video são de lá, por isso, se poderem fazer uma visita a este sítio não se vão arrepender. A vista é espantosa, o ambiente delicioso, o staff amigável. Tanto ao almoço, como ao jantar vale a pena! E se vieres à costa amalfitana, então tens de escolher um restaurante que te dê uma vista sobre o mediterrâneo, tal como este.

O Chef Fiorenzo consegue criar um ambiente espectacular e charmoso. Simplesmente italiano, onde tudo é bom!

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4º Pompeia e o Vesúvio

Quem não ouviu falar de Pompeia nas aulas de história? Soterrada por lava e cinzas no ano 79 vindas do vulcão Vesúvio. Esta visita é imprescindível para quem gosta de cultura.

Em Pompeia podes encontrar por exemplo o fórum, basílica, coliseu, teatro, os frescos nas casas mais ricas entre outros artefactos extremamente bem conservados. O museu audio-visual também faz um excelente enquadramento da história desta cidade dizimada por um vulcão.

É uma sorte poder estar num espaço em que a preservação é o clímax. Passear naquelas ruas, entrar em casas que foram habitadas há mais de dois mil anos, perceber como estava organizada uma cidade romana. Pode não ser o sonho de muitos, mas é um legado!

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5º Nápoles

Nápoles não é uma cidade charmosa. Aliás o encanto perde-se logo quando pareces conduzir no meio de malucos às buzinadelas e sem cumprirem as regras de trânsito. A passagem por aqui foi bastante rápida. Falaram-nos de uma pizzaria conhecida, a L’Antica Pizzeria da Michele. Aqui foi rodado um filme com a atriz Julia Roberts e daí ser tão conhecida. É um verdadeiro tasco, mas as duas pizzas são muito boas. E só custam 4,5€ cada. Digo duas, porque é a única coisa que servem e o estabelecimento está sempre à pinha (cheio)!

Marguerita ou Marinara!

Pode não parecer uma boa forma de terminar a viagem, mas marcou. Depois daquele encanto todo de Amalfi entras num reboliço e cultura diferente.

Foi bom!
Até à próxima viagem!
P.S.: Podes ver mais fotografias e histórias no meu Instagram (feed e destaques)

Açores, São Miguel

A ideia de fazer uma viagem aos Açores não era urgente. No entanto, a curiosidade aguçou-se! Olhei para o mapa e fazia sentido numa escapadela de quatro dias.

A viagem é rápida, por isso, quando aterras tens a “pica” toda para começar logo a descobrir São Miguel, a única ilha por onde íamos estar estes dias.

Alojamento

Quanto ao alojamento, a Beatriz acolheu-nos na Exclusive Guesthouse Praia de Santos, num antigo bairro de pescadores, mesmo nos arredores de Ponta Delgada. Fiquei deliciado com a decoração e pela amável equipa que nos recebeu. Fica junto à marginal, o que completa o quadro de aconchego. Podes ler mais sobre a estadia aqui.

 

Quanto à nossa viagem

Alugar um carro é imprescindível. Logo depois de pousarmos as malas, saímos disparados para o único local que queríamos visitar antes que o dia terminasse, as Poças de Dona Beija. Estas piscinas de água quente eram o aperitivo do prato principal que nos aguardava nos restantes dias. A entrada custa 4 euros. No entanto, sabem a muito mais e estariam sobrelotadas em qualquer cidade europeia. A temperatura exterior era cerca de 12º, por isso só apetecia estar dentro de água (39º). As várias piscinas tem uma cor preta e alaranjada como podes ver pelas fotos. O preto tem a haver com a cor da rocha e a cor alaranjada devido aos metais que compõem a água, e que cobrem a paisagem por onde passam. Saímos para jantar por volta das 19 horas e voltámos. Era irresistível. O cenário à noite parecia saído de um filme, com as luzes a iluminar apenas o suficiente para se ver a névoa levantada pela evaporação da água.

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Para o dia seguinte tínhamos combinado uma excursão com o Daniel da Turisverde. É um dos guias mais antigos dos Açores. E depois de fazer esta viagem com ele acredito que é um dos que os conhece melhor. A minha opinião sobre os guias locais tem mudado. Tendo essa possibilidade, acho que se fica a conhecer muito melhor um sítio, ao invés de  nos entregarmos orgulhosamente à descoberta de um local por nós próprios.

Fizemos a viagem pela costa sul, em direcção das Furnas. À medida que íamos avançando, iam aparecendo os monumentos e recantos históricos. Lagoa, Água de Pau, Vila Franca do Campo, Ribeira Quente eram as vilas mais pitorescas. Muita da espectacularidade dos Açores está nos seus lindos miradouros. Aquelas paisagens deslumbrantes que surgem nos altos e baixos da ilha. E o Daniel levou-nos a esses sítios fantásticos.

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Continuámos e inflectimos então para as Furnas para presenciarmos o momento em que as panelas de cozido saem do chão, por volta do meio-dia. Almoçámos no Tony’s, um negócio que já se expandiu para 3 restaurantes. É necessário fazer reserva. Depois de almoço fomos à fábrica de chá Gorreana. Nestes dias, ainda invernosos e frios, sabe bem beber um chá quente. O Daniel explicou-nos o processo de fabrico do mesmo e, a própria fábrica oferece chá verde e preto para experimentares. Sabias que estes dois chás são apanhados da mesma planta? A única diferença está na maturidade das folhas que originam cada um deles.

Mais tarde tentámos fazer uma abordagem à Lagoa do Fogo. As nuvens baixas não permitiram observá-la, prazer que só viríamos a ter no dia seguinte. Ainda assim, fomos percorrer a estrada junto à costa norte: Ribeira Grande, Rabo de Peixe, Calhetas entre outras paisagens maravilhosas. As dicas do Daniel permitiram-nos continuar a descobrir a ilha de uma forma autónoma. Obrigado!

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Os Açores permitem também explorar o Mar. Acho que vai sempre existir aquele sentimento de incerteza. Será que vamos ver alguma coisa neste mar imenso? Uma baleia? Um cachalote? Uma tartaruga? A Picos de Aventura disponibiliza uma estatística onde se registam os aparecimentos das várias espécies ao longo do ano. No briefing é comunicado que podemos não avistar qualquer espécie. No entanto, a sorte ia estar do nosso lado. Vimos imensos golfinhos comuns, uma espécie residente ao largo da ilha. No total mais de 50, espalhados pelo percurso que fizemos. Ora saltavam, ora brincavam. Valeu a pena ver esta espécie em liberdade, principalmente com a equipa de biólogos que estava connosco no barco, que iam esclarecendo algumas dúvidas e contando detalhes da vida marinha dos Açores.

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Do mar era possível ver que o pico da Lagoa do Fogo estava meio descoberto, o que me levava a acreditar que poderíamos visitá-la de tarde. E assim foi, mas não com plena ausência de nuvens. Conseguiu-se ver a maravilha cratera do vulcão com água. Após uma breve sessão fotográfica, dirigimo-nos para Ponta Delgada, mas fizemos a viagem por Ribeira Grande, onde o Sol se começava a pôr. É a segunda maior cidade de São Miguel e é possível fazer uma caminhada para descobrir alguns dos seus recantos. À noite nada melhor que um passeio pela marginal de Ponta Delgada, onde atracam os Cruzeiros.

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Acordámos. Só nos restava este dia para ver o resto da ilha, o lado Oeste da Lagoa das Sete Cidades. Ainda não tínhamos vindo para esta zona porque o tempo não tinha andado de feição. Através do site www.spotazores.com é possível ver o estado do tempo de vários locais, pelas imagens das câmaras espalhadas pela ilha. Neste último dia, finalmente podíamos estar descansados, estava bom tempo. Arrancámos logo de manhã em direcção ao que é, para mim, o melhor miradouro de São Miguel, a Boca do Inferno. Deste miradouro é possível ver imensas lagoas (Rasa, Santiago e Sete Cidades) divididas pelo verde dos montes e crateras de vulcões. Uma vista arrebatadora e fantástica. O acesso a este miradouro não é difícil e vale bem o esforço de o encontrar. Fica perto da Lagoa do Canário.

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De seguida podes dirigir-te ao miradouro da Vista do Rei, de onde se vê a lagoa das Sete Cidades, com as suas duas cores. E até descer até Sete Cidades, a vila, bem no centro da cratera. Entretanto já se aproximava a hora de almoço e fomos percorrer a costa Oeste/Norte, desde Ferraria até Capelas. No caminho almoçámos em Mosteiros, uma vila piscatória em volta de uma baía.

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O fim de tarde mereceu um lanche no Café central de Ponta delgada que tem uma óptima pastelaria e onde podes experimentar alguns bolos típicos da ilha como a Queijada de Vila Franca do Campo e as Fofas da Povoação.

Tendo a nossa viagem começado com um excelente aperitivo, não podia ter terminado melhor do que com este doce. Ainda ficaram mais oito ilhas por conhecer. Fica para uma próxima.

Onde almoçar/jantar?

  • O Galego, conhecido pela sua carne, com preço médio para 2 pessoas 30€;
  • Cais 20, para quem gosta de peixe, com preço médio para 2 pessoas 30€
  • Taberna Açor, para petiscos e produtos regionais. Preço médio para 2 pessoas 25€
  • Tony’s, para o cozido das Furnas. Preço médio para 2 pessoas 25€

Alojamento?
Casa Praia de santos, Exclusive Guest house
Para saberes mais consulta www.praiadesantosguesthouse.com

Aluguer de carro?
Plataforma Ryanair tem os melhores preços. Para estes 5 dias pagámos 170€ pelo aluguer de uma Fiat500 com seguro sem franquia, GPS e segundo condutor. O gasóleo ficou por mais 20€

Actividades na ilha

  • Guia turístico – Turisverde, com o Daniel. Pela sua experiência é a escolha mais acertada

Para saberes mais consulta www.turisverde.com

  • Picos de Aventura – É uma das empresas mais conceituadas para actividades em S. Miguel.

Para saberes mais consulta www.picosdeaventura.com

  • Poças Dona Beija – 4€. Se quiseres sair e voltar, pede para te carimbarem o pulso.
  • Plantações de Chá Gorreana – Grátis
  • Uma festa numa vaca – Grátis
  • Queijos regionais no “Rei dos Queijos”, no mercado da Graça em S. Miguel é o sítio ideal para comprares os queijos das várias ilhas.

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Obrigado

Praia de Santos – Exclusive Guest house

A guest house Praia dos Santos é um excelente local para uma estadia em Ponta Delgada. O serviço personalizado, distancia-nos das habituais cadeias hoteleiras, e faz-nos sentir em casa. O ambiente exclusivo e a decoração cuidada transmite-nos algum do conforto que procuramos quando viajamos.

Situa-se no centro do Bairro de São Roque, antiga zona de pescadores, ao largo da cidade de Ponta Delgada. Em cinco minutos estamos na baixa da cidade, pela marginal e tão rapidamente deslocamo-nos para outro qualquer lado da ilha, dada proximidade com a via rápida.

No entanto, o charme está todo lá dentro. Tem vista para o mar. piscina interior e um ambiente super acolhedor. A decoração é moderna e leve. Tudo parece novo e jovem.

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A Lídia prepara-nos um pequeno almoço regional, com produtos da época. Todos os dias existe algo de novo para experimentar, como diferentes tipos de pão, queijos variados, sumos naturais e doces. Dado o ambiente familiar vamos tirando umas dúvidas sobre a região.

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A minha zona predilecta da casa era a zona comum. Adorei a vista para a piscina com as grandes janelas de vidro que deixavam entrar a luz natural do dia. Mas os quartos também eram maravilhosos: espaçosos, com imensa luz e conforto. Tínhamos espaço para pousar todas as nossas coisas e ainda andar livremente pelo quarto.

De manhã era possível acordar, abrir a janela e olhar para o amanhecer com o mar logo ali tão perto.

Temos de agradecer à Beatriz por nos ter acolhido estes quatro dias em S. Miguel.

www.praiadesantosguesthouse.com