Black Friday 2019 – Voos a preços incríveis!

Olá,

Cá estou eu com novidades espetaculares para a tua carteira!

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Aprender, viajando!

Olá,

Existem imensos acontecimentos que vão moldando o nosso espírito. Uma doença grave, uma pessoa que parte, um desgosto de amor ou até uma viagem. Pode até parecer leviano estar a comparar estes diferentes pontos, mas uma coisa é certa! Nós estamos vulneráveis ao mundo que nos rodeia. Por mais muros que façamos à nossa volta, procurando a segurança e o conforto, vai sempre existir algo arrebatador que o pode fazer resvalar. Esta é a verdade! Pelo contrário, pessoas que estão mais disponíveis para a mudança acabam por ser mais felizes, porque não constroem um mundo “seguro” que não existe.

Uma das viagens que mais me marcou, despertou os sentidos e me fez crescer foi Cabo Verde, em 2013. Em Portugal nunca tinha visto a verdadeira pobreza. Talvez porque fui sempre protegido pelos meus pais. O que é certo é que esta viagem me pode mostrar ambos os lados da moeda. Por um lado, a riqueza de estar num resort com todas as comodidades (piscina, jacuzzi, bebidas e comida à descrição, etc), onde pratiquei snorkling e apanhei um sol maravilhoso. Por outro, numa visita pela ilha, a observação de pobreza extrema, com pessoas a necessitar de tudo.

Na escola Zeca Ramos na Ilha do Sal, uma que visitámos, a realidade era semelhante. A professora dizia que alguns dos miúdos faziam a única refeição na escola, por exemplo. As pessoas (turistas) que iam connosco levavam material para oferecer aos alunos. O nosso guia, Ulisses chegou-nos a dizer para o entregarem em mão, já que muitas vezes, se se entregasse o material aos professores, estes iam vende-los para as feiras. A evidência de um povo cheio de necessidades.

Na rua, alguns miúdos caminhavam nus, mostrando a despreocupação/desconhecimento dos riscos de doenças.

E por fim, o que mais me tocou, foi a visita a uma favela. Um mar de barracas e pessoas em extrema pobreza. O guia não nos deixou sair da camioneta e as pessoas aproximaram-se porque sabiam que iamos oferecer comida, eventualmente a única que iam comer nesse dia. Ainda chegamos a parar no infantário da favela, um edificio inacabado onde estavam imensas crianças em actividades educativas. Todos os brinquedos tinha sido deixados por turistas. Podemos abraçar algumas delas.

O contacto com esta realidade foi completamente diferente do que tinha planeado para a viagem. Por norma idealizamos contacto com a natureza, a cultura e relaxamento. Mas o guia fez questão de passar por locais que nos iam “tocar” e sensibilizar. E por isso, esta foi uma das viagens que mais me fez crescer, despertando-me para o respeito que deve haver para com outras culturas, ou a preservação dos dos locais que visitamos, não poluindo e não interferindo com a natureza.

É muito importante aprendermos a relativizar os nosso problemas, e focarmo-nos em seguir em frente. Não precisamos de viajar para sermos assim. Mas há certas experiências que nos tocam e, nas quais aprendemos com elas!

 

A @momondo incentivou-me a escrever este texto como forma de demonstrar como podemos crescer ao viajar.

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#owtravelers e #admomondo