¡Hola, México!

Depois de Miami, aterrámos no México! Direcção: Riviera Maya. Desde logo porque fiquei sem máquina fotográfica e não pude registar os momentos da melhor forma. Às vezes temos destes imprevistos! Foi um bocado frustrante ter avariado. O nosso último recurso foi o telemóvel.

Quando temos imprevistos destes, o que interessa é adaptar rapidamente as expectativas: “Nem tudo está perdido!” – Diverte-te na mesma!

Mais uma vez, viajámos pela nossa agência Clube 2000 que providenciou todo o alojamento, com uma excelente recomendação – o Occidental Grand Xcaret Resort.

No resort adorei os espaços amplos, com grandes halls e zonas de lazer. A piscina fazia-se acompanhar por um bar junto à água. Para além disso, o resort está incluído numa zona onde convivemos com animais selvagens. Macacos, iguanas, pelicanos e aras como que adornam a tua visita à piscina! A Riviera Maia não tem praias. Aliás a mais próxima era a Playa del Carmen. Este resort proporciona uma praia artificial. Ainda assim, uma bela praia por onde alguns peixes exóticos vagueiam, refugiando-se do campo aberto do mar. Podes sempre pedir os óculos de mergulho e acompanhar mais de perto os seus movimentos.

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No entanto, a vida no resort vai muito mais para além da vida animal. Para quem costuma passar uma semana ou mais, em regime “Tudo Incluído” sabe que, ao fim de algumas refeições, o buffet começa a ser um pouco repetitivo. Mas por aqui foi fácil fazer face ao tédio: onze restaurantes (entre os quais alguns temáticos: mexicano, italiano, oriental e grill), nove bares e uma discoteca, cinco piscinas, ginásio, ténis, ufa!  O Resort é tão grande que tem um serviço de transporte.

É bastante fácil fazer conversa com os mexicanos. Como sabem alguma comida mexicana é muito picante. Numa visita à Tacaria, pedimos uns tacos para provar e um dos que escolhi era extra-picante. O rapaz que me serviu pediu-me para ter cuidado, porque no México o picante arde duas vezes… Para quem não percebeu a piada, não vou aprofundar mais o assunto. O certo é que, chamar “picante” aquele que comi, é estar a ser dócil no português.

Park Xcaret

Outro dos pontos fortes do resort é a proximidade com o Park Xcaret, para muitos o melhor parque de diversões do México. Gerei uma grande expectativa em torno desta visita, mas realmente não sais decepcionado. Como estão lado a lado, existe uma entrada directa entre o resort e o parque. Numa gondola, que vai navegando através de um canal, ouvem-se os pássaros, que cantam as melodias matinais. Enquanto atravessas o canal de águas calmas, podes observar a beleza da vegetação e, a aragem quente da manhã bate-te na face. Seria uma óptima forma de começar a visita… O problema é que enquanto tudo isto acontece , o teu coração começa a bombar adrenalina e ansiedade. Começas a pensar nas filas e no plano que traçaste para o dia: – “E se me atrasar nas filas e não vir tudo?”,”Agora às 9 horas começa a alimentação das araras, e às 9:30 é o início do espectáculo dos golfinhos!!”. Apesar do barco ir deslizando lentamente, a velocidade já não é suficiente. Tu só desejas que o raio da gondola tivesse um motor e que atracasse o mais rápido possível no cais.

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Voltando à parte do melhor parque de diversões do México… Esta conclusão deve-se a diversos aspectos. Em primeiro lugar porque concilia o zoo com a história do México. Consegues perceber que existiu uma forte ligação entre o que foi a civilização Maya e a natureza. Quem visita o parque consegue-se divertir com as inúmeras actividades que tem para oferecer. Foi aqui que nadei a primeira vez com golfinhos. O ponto alto é seres empurrado por dois ao mesmo tempo. Espectacular! Se tiveres oportunidade de o fazer, aproveita! Para além dos golfinhos tens inúmeras diversões, animais e teatros que procuram mostrar a história do méxico! Top top top!! Visita o site para saberes mais.

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No entanto, o fim do dia é o auge. O parque proporciona um mega espetáculo, que está dividido em duas partes. Em primeiro lugar conta-se a história da civilização Maya, com os seus costumes e o jogo da bola mesoamericano que se praticava à 3000 anos. Tudo com efeitos de fogo, som e centenas de actores. Na segunda parte, conta-se a história do México: “Descoberta” do México, como terminou a civilização Maya, ouves os Mariachi, enfim. Para quem gosta de parques, é uma experiência que recomendo.

Aqui ficam mais umas fotos do que podes ver e fazer.

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Playa del Carmen

Este é outro dos locais que não podes perder. Visitar a Calle 5 da cidade de Playa del Carmen. Dizem que a cada dia que passa ela cresce mais um pouco e realmente, é de perder de vista! Tem de tudo: restaurantes, hotéis, lojas, artistas de rua, e sempre cheia de turistas. É aqui que podes aproveitar para comprar algumas lembranças, como tequilla, rum, picante mexicano por exemplo. Ao lado temos a praia propriamente dita.

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Exploratours

Muitos factores explicam que o México seja um destino de férias fantástico. Sol, praia, hotelaria de qualidade e actividades para entreter. Ainda se torna mais fantástico, se souberes em quem confiar um dia inteiro. Foi o que aconteceu com a Exploratours, uma empresa do Miguel Castela, no México. O tour que escolhemos fazer com o Miguel foi Chichen Itza, Ek Balam, cenote e Valladolid. Foi-nos fazendo sempre um enquadramento do que íamos visitar. A qualidade do transporte também excelente, em carrinhas com ar condicionado (a não ser que faças um safari de jipe).

Na excursão que escolhemos, a primeira paragem foi numa cidade Maya, Ek Balam. Para além do Miguel, também nos acompanha um guia, com descendência Maya. Este ia explicando a organização da cidade, como a separação das zonas ricas e pobres, a simbologia das construções e as regras do jogo da bola. Nesta cidade abandonada subimos a pirâmide (porque no Chichen Itza não é permitido).

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Há muitos milhares de anos, toda a região onde os Mayas viveram, foi uma zona de corais. Por isso quando subimos vemos umas grande planície – Yucatán. Muitas vezes confunde-se o extermínio da civilização Azteca, levada a cabo espanhóis, com a história do Mayas. Os Mayas não foram extintos, aliás eles continuam a viver em comunidades no México. O abandono destas zonas é explicada pela sobre-população para os recursos disponíveis, que obrigou a civilização a migrar. As cidades Mayas foram assim tomadas pela vegetação selvagem, após o século X. Passados mil anos, foram sendo descobertas por acaso, visto que nesta enorme planície, aqui e ali surgiam montes. Estes identificam as pirâmides construídas, cobertas de vegetação. No Chichen Itza esta realidade é mais flagrante, já que apenas metade da pirâmide está recuperada/escavada – sim, uma das sete maravilhas do mundo, não está completamente “recuperada”.

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A pirâmide é um templo construído em homenagem ao Deus Kukulcán (Serpente Emplumada). Nos Equinócios e Solstícios geram-se fenómenos de luz e sombras na pirâmide, que permitem a “descida” do Deus serpente (em forma de luz) pela escadaria. Todos os anos, este fenómeno é acompanhado por milhares de visitantes, que se juntam à volta do templo para observação. Outra particularidade da pirâmide, é o efeito acústico que produz quando se batem palmas em frente à escadaria. Este efeito imita o chilrear de uma ave sagrada – o Quetzal. Um verdadeiro deleite, para quem, como eu, não estava à espera destas surpresas.

Depois de sairmos de Chichen Itza, fomos em direcção a um cenote – Ik kil. Os cenotes relacionam-se quer com a civilização Maya, quer com o meio ambiente. Em primeiro são poços de água límpida e gelada por onde caem lianas gigantes. Tivemos oportunidade de nadar neste local. A água, como não é salgada, exige muito mais esforço para te manteres à tona. Para além disso, é um sítio um pouco assustador, porque um cenote pode ter várias dezenas de metros de profundidade, ficando sem saber muito bem o que pode andar por ali.

A ligação dos cenotes à civilização Maya tem um significado até um pouco mórbido. Os Mayas acreditavam que os cenotes eram portais entre a vida e a morte, e faziam parte do seu culto religioso. Sabe-se isto porque foram encontrados esqueletos e muito ouro nos fundos destes poços.

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A última paragem foi Valladolid, uma cidade colonial, fundada em 1545, pelos espanhóis.

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E assim foi a nossa passagem pelo México, um destino verdadeiramente completo!

Se vais viajar, não te esqueças de subscrever o seguro de viagem, que disponibilizo aqui no site.

Os meus parceiros de viagem foram Clube 2000 e Exploratours

De Krabi para…Koh Hong e Koh Phi Phi

Depois de sairmos de Bangkok fomos em direcção a Krabi, uma região de praias e ilhas no sul da Tailândia. Viajámos pela Bangkok Airways, uma companhia moderna e com os voos relativamente baratos. Marquei mesmo pelo seu site. Muito simples e intuitivo. A viagem dura cerca de 50 minutos e é possível apreciar também a paisagem aérea.

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Escolhemos o voo das 9:00 horas da manhã para conseguirmos optimizar o dia. Calculei que por volta da hora de almoço já poderia estar livre para começar a explorar a praia de Ao Nang. E assim foi. À chegada ao aeroporto, também foi fácil chegar ao hotel. Existe uma empresa de autocarros e basta indicar qual o hotel, que deixam-nos mesmo à porta. Depois de fazer o check-in no Pakasay Resort, estávamos livres para desfrutar, longe da agitação metropolitana de Bangkok.

A escolha de Ao Nang recaiu sobretudo pela proximidade às ilhas Phi Phi e Hong, que são mais próximas do que de quem vem de Phuket, por exemplo.

Um dos primeiros locais que exploramos era mesmo ali. Ao lado de Ao Nang, encontrámos uma das praias mais bonitas que visitámos na Tailânia -Railay Beach. Só acessível de barco, fica num género de península, rodeada de rochedos e árvores tropicais, com habitantes curiosos a circular, como os macacos. Aqui começámos a recordar as ilhas escarpadas que se vêm nas fotografias das agências de viagens. O mar azul e transparente, como que nos impele para um mergulho. De cada vez que descobríamos uma praia nova, nem imaginávamos que logo a seguir, vinha outra vista diferente e maravilhosa.

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Podes atravessar península através de uma rua estreita e vais dar a um lugar muito calmo, de águas quase paradas. A meio do caminho vai-te dar vontade de voltar para trás, mas não pares. Continua que vai valer a pena. Foi aí que almoçamos, no Diamond Restaurant.

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Koh Phi Phi

Em Krabi, a ideia era aproveitar o bom tempo e visitar as ilhas. Esta visita é a mais procurada. Passámos por sete locais, embora não tenho ficado com o registo do último em que parámos para fazer mergulho. Apenas sustive a respiração e atirei-me ao mar para ver os peixes e os corais que existiam no fundo.

Bamboo Island, eventualmente a melhor praia em que estivemos. Água cristalina, areia fina…uma maravilha!

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Viking Cave, com pinturas e ninhos de aves migratórias.

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Pileh Laggon, uma lagoa com águas límpidas.

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Maya Bay, famosa ilha onde foi filmado “The Beach”, com Leonardo Di Caprio. Mas como podem ver, a sobrelotação de turistas, tira o encanto todo.
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Mergulho em Monkey Bay

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Almoço nas ilhas Phi Phi

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Ko Hong

Esta viagem fizemos quase nos últimos dias, antes de regressarmos a Portugal. Foi pena estar um dia mais fechado. Apanhámos alguma chuva, mas mesmo assim foi uma viagem estrondosa. Na excursão que tínhamos feito às Phi Phi, conhecemos o Aurélio, a Marlene, a Madalena, o António e a Elvira. Tínhamos combinado em alugar um barco e visitar as ilhas sem a rotina típica deste tipo de excursões. Quando tivéssemos cansados de um lugar, avançávamos para outro. O nosso marinheiro não sabia inglês por isso foi um pouco difícil comunicar. “It’s up to you” dizia ele. Ainda assim levou-nos a sítios mui belos. 

Hong island foi a primeira paragem. Fizemos mergulho.

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Blue Lagoon que fica no meio da ilha Hong.
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Koh Phak Bia uma ilha com uma língua de areia. Apenas estávamos nós!

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Trecking de Elefante

Para quem gosta de conviver com animais, aqui está uma oportunidade de interagir com eles. Andámos com o Elefante, pelo meio de uma savana tailandesa e um rio. Acho que é o suficiente, tanto para o animal como para nós, pois torna-se desconfortável ao fim de algum tempo.
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Pôr do Sol em Ao Nang. Ao Nang não é daquelas praias paradisíacas que esperas encontrar na Tailândia. O comércio de rua, os restaurantes fazem desta zona ideal para os fins de dia, onde podes passear, comer e fazer umas massagens tailandesas. É um local turístico, onde há supermercados, bancos, lojas de câmbio etc. Um lugar cem por cento seguro para estares tranquilo e longe dos teus problemas. Ao Nang ainda está em reconstrução devido ao tsunami de 2004, por isso não te admires de veres algumas zonas demolidas.

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Por pessoa:

Ida e volta de Avião (Bangkok – Krabi) – cerca de 70€

Transporte do Aeroporto para o Hotel -150 baht
Ida e volta a Ralay Beach – 200 baht
Visita Ilhas Phi Phi – 1200 baht (sendo que estão incluídos 400 bahts de entrada no parque nacional) – O almoço está incluído.
Visita Ilhas Hong – 800 baht (300 bahts incluídos de entrada do parque nacional)
Trecking Elefante – 500 baht