Melgaço, início de uma visita pelo Gerês

Com mais um pretexto para desaparecer do mapa, aproveitamos para ir até Melgaço, à Festa do Alvarinho e do Fumeiro. Típica festa popular, é impossível ficar indiferente a este tipo de eventos. Com vinho, enchidos e música, é certo que gente não vai faltar.

Melgaço fica mesmo lá em cima, quase na fronteira com Espanha. Podes sempre aproveitar para visitar mais algumas locais lá para cima.

O Gerês é hoje um sítio bem preparado para receber turismo. Tem montes de locais de interesse e infraestruturas para passares alguns dias de lazer.  Por isso aproveita. Deixo-te uma sugestão de um roteiro que podes fazer.

Melgaço

É uma vila pequena, mas com os seus detalhes. No alto do monte encontramos uma torre com muralhas e toda a zona antiga. Por aí, pode-se encontrar uma igreja, ruas sinuosas, casas de pedra e o museu do vinho alvarinho. O museu presenteia-nos as várias casas que produzem um vinho fantástico – Vinho Alvarinho, típico desta região.

Palácio da Brejoeira

Edifício do Século XIX e hoje transformado em ponto turístico. Existem vários tipos de bilhetes (palácio, jardins, ou os dois em conjunto). Convém não chegar muito tarde, pois os bilhetes esgotam, já que as visitas são guiadas e limitadas a certo número de pessoas. Tanto o interior e exterior são fascinantes e ficamos a conhecer a história deste local, onde ainda hoje se produz vinho alvarinho.

Monção

É outra aldeia conhecida desta região. No dia em que visitamos havia uma feira de velharias na praça central. Logo ao lado temos um miradouro fantástico sobre o rio Minho. Nesse mesmo miradouro ergue-se um impressionante Ulmeiro.

Peneda

Situada entre duas montanhas, aqui encontramos o santuário de Nossa Senhora da Peneda, que serve também de miradouro. Vale a pena subir as escadarias e observar a tranquilidade presente.

Parque Nacional Peneda-Gerês

É uma reserva natural, onde é suposto não haver interferência humana. A única visita possível é a pé (vê-se imensas caminhantes) ou de carro (mas os carros não podem parar). Através da estrada vais ver cascatas de água, e cenários lindos de como é a natureza no seu estado puro.

Barragem da Caniçada

Por entre desfiladeiros, o Rio Cávado, agora travado pela barragem, forma uma albufeira que é um dos centros turísticos da região. Aqui é possível alugar barcos, caiaques e gaivotas. Praticar pesca, mota de água e mesmo Flyboard.

Onde comer

O Chana – Mesmo em frente fica a albufeira da Barragem da Caniçada (N308). Tem umas pizzas a forno de lenha maravilhosas e os preços são muito acessíveis – 1 Pizza 8€

O que visitar

Palácio da Brejoeira – 5 €  (Palácio, Jardins e Capela). Visita ao Bosque, Vinhas e Adega Antiga: €3. Visita Completa: €7,5.

Festa do Alvarinho e do Fumeiro – 5€ entrada (mas oferecem-te um copo para beberes o vinho). A degustação do vinho é gratuita e cada garrafa começa nos 5,50€. Os petiscos vão desde o caldo verde a 3,50€ até pratos mais elaborados.

Museu do Alvarinho em Melgaço – 1€

Três dias em Miami

Reservamos o Modriam South Beach através da minha agência de viagens Clube 2000, virados para a Biscayne Bay. A famosa baía onde estão as ilhas com as casa dos milionários americanos: vivendas enormes, com barcos nos caís, prontos a sair para mais uma manhã de sol tropical e água quente. A baía transmite tranquilidade, algo que não encontrámos em outros locais da cidade. À nossa frente tínhamos 3 dias de descoberta desta cidade americana. Pouco tempo, insuficiente para ver tudo o que se quer.

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Quando planeei esta viagem, contactei por curiosidade um centro de turismo, com o objectivo de esclarecer algumas questões (http://portugues.miamiandbeaches.com/). Responderam-me prontamente e aconselho a fazerem o mesmo, porque no meio da conversa, predispuseram-se a enviar folhetos e revistas (em Português) para a minha morada. Acabei por planear quase toda a visita pelo material que me tinham enviado.

O tempo em Miami é quente e húmido, por isso, mesmo que chova consegue-se andar tranquilamente de calções e camisa pelas ruas. Na rua anda-se tranquilamente, sem receio de um assalto. As pessoas seguem a sua vida normalmente, e nós turistas não parecemos ser uma pedra no sapato. Todas as zonas que visitamos pareceram bem seguras e sempre com polícia. Miami não tem metro e a rede de transportes não nos pareceu muito eficaz. Por isso alugamos um carro, já de Portugal, para garantir que conseguíamos chegar a todos os sítios que queríamos, e não eram poucos.

South Beach – 4 pontos obrigatórios

South Beach é toda a ilha que se situa em frente a Miami. Se estiveres em forma, consegues visitar todos os pontos mais importantes pé. É importante dizer que não há lugares de estacionamento grátis em South Beach, por isso prepara-te para desembolsar uma boa quantia em estacionamentos.

1º Ocean Drive Av., Lumus Park e a praia. A Ocean drive é a avenida mais carismática da ilha. Estende-se de Norte a Sul, e através dela surgem vários pontos de interesse. Ao percorrê-la, damos de caras com a Art Deco nos edifícios. É também o local de eleição para tomarmos o pequeno almoço, almoço ou jantar e está sempre cheia de movimento, do início ao fim do dia. O Lumus park é outro lugar que não podes perder. É palco de cenários para várias séries e filmes americanos. Vê-se muita gente a fazer jogging e a praticar desportos de deslize. Logo em frente temos a praia areia branca e água quente. South Beach é uma zona muito cosmopolita, onde consegues encontrar de tudo: praia, diversão nocturna, compras, etc. Para aproveitar o calor, quase no fim da Ocean Drive, faz um pedido no Starbucks e encosta-te na esplanada a absorver tudo isto.

2º Lincoln Road. O coração do comércio está nesta rua. Toda pedonal, podes encontrar todas as marcas de roupa mais importantes e inúmeros restaurantes. Quase no fim da rua, surge outro dos mais emblemáticos teatros de Miami – Colony Theatre.

3º Espanhola Way. Zona de restaurantes, com esplanadas. Gostei por causa da vida que tinha, um pouco diferente do que se vê na Ocean drive.

4º Arquitectura. South Beach tem imensa diversidade arquitectónica. Podemos encontrar o bairro de Art Deco, hoteís e edifícios modernos, monumentos clássicos, ruas pitorescas, shoppings em céu aberto, enfim, não te vais cansar de descobrir esta zona da cidade.

Depois de teres explorado South Beach, pega no carro e prepara-te para andar nas enormes autoestradas americanas e vai descobrir os bairros típicos de Miami.

Miami Downtown

A downtown de Miami é linda pelos arranha-céus. Enormes edifícios que se elevam sobre ti. Estar ali no meio nem se torna tão agressivo como pode parecer. As avenidas são largas e isso permite passear e ver como o trabalho se funde com o turismo. A visitar aqui vale a pena a freedom tower e logo ao lado o estádio dos Miami Heat – American Airlines Arena. Já que estás por aqui, dá uma salto ao Bayside Marketplace, para comprares mais umas lembranças e visitar o Hard Rock Café de Miami.

Little Havana

Este Bairro é onde os cubanos se concentraram ao longo dos anos. Aconselharam-nos a não sair da rua central (Calle Ocho – Rua 8), porque podia ser perigoso. No entanto, conseguimos ver tudo o que queríamos: lojas onde se enrolam charutos, cafés típicos cubanos, parques onde se joga dominó (desporto nacional cubano!), Cuban Memorial Boulevard, paredes com grafites que exultam a cultura cubana. Orgulhosos pela sua cultura, os cubanos fizeram a sua própria rua da fama, onde podes encontrar os nomes dos principais artistas cubanos.

Coconut Grove

Segue para sul e vais encontrar uma das zonas mais charmosas da cidade. Em Coconut Grove é possível estacionar a pé e andar pelas ruas, observando o movimento da zona. Um dos locais mais bonitos é a zona junto à marina, no Iate club. Aqui podes ver os luxuosos barcos e comer algo nos bares/restaurante da zona. Junto a esta zona existe um palácio para visitar – Vizcaya Musem & Gardens. Acabamos por não ter tempo para visitar.

Coral Glabes

Aproveitamos estar por Coconut Grove e fomos até Coral Glabes, para ir a uma piscina – Venetian Pool. Pelas fotografias podes ver como é fabulosa. Aliás, como toda a zona circundante, onde vemos as mansões americanas, com os seus carros estacionados em cima da relva. É muito fácil andar por Miami de carro porque a ruas são todas paralelas e perpendiculares. Basta sabermos localizar o Este que de certo que vamos ter a Miami. Não tem nada que enganar. Por isso, se tiveres oportunidade, aluga um carro para conheceres mais sobre esta cidade.

Miami é uma cidade enorme com imenso para ver. Mais 3 dias e de certo que não chegava para ver tudo. Adoramos esta escala, mas agora estávamos de partida para o México. Até já Miami!!!

Dicas

  • Aluguer do carro (3 dias) ficou por volta de 150€ mais o fuel, mas deu-nos uma grande autonomia e liberdade. Tem em conta que se usares as vias rápidas também tens de pagar as portagens.
  • Ocean Drive – Pequeno almoço, Almoço e Jantar não fica muito caro, visto que os preços americanos são semelhantes aos Europeus. Ou seja, não vais encontrar uma realidade muito diferente do que encontramos por exemplo no Algarve. Passeia por esta avenida à noite. É a verdadeira loucura!
  • Se quiseres uma refeição mais barata, vai ao Whole’s Food Market (tínhamos um perto do nosso hotel), pois tem uma secção enorme de comida pronta a levar e pelo que vi, “todos” os americanos vão lá por ser mais barato e bom.

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Ilha do Sal – 5 coisas que não podes perder!

A Ilha do Sal pertence a Cabo Verde. Sol Magnífico, praia de areia branca, mas o que mais me tocou foi a simpatia dos caboverdianos. São realmente super simpáticos e acolhedores.

1º Praia Santa Maria

Ficamos alojados no Riu Funana, a apenas 15 minutos a pé da principal praia da Ilha – Praia se Santa Maria. Tão bom, que tivemos de sair algumas vezes do resort, para aproveitar a água límpida e o movimento característico desta praia.

O pontão é o local de reunião de pescadores e turistas. Podemos ver peixes enormes a ser vendidos. Os maiores, já sem as cabeças, são motivo de curiosidade e informei-me que são vendidos assim porque as cabeças ficam para os pescadores que os capturaram. Nas imediações encontramos também algumas lojas para comprar umas lembranças. Ao fim da tarde, depois da escola acabar, os miúdos dirigem-se ao local e saltam do pontão tão naturalmente como se de um voo de uma ave se tratasse. Em suma, esta praia reúne condições maravilhosas, porque para além do que disse atrás, está protegida pela rebentação das ondas. Podes assim desfrutar de uma bom banho.

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2º Nascimento de tartarugas 

Na ilha do Sal podes observar o nascimento de tartarugas. Existe uma ONG que identifica e protege a nidificação desta espécie, que poderia correr riscos. Ma praia do hotel é um desses locais e foi muito engraçado ver a pequenas a saírem dos ovos.

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3º Visitar a capital da ilha Espargos e o mercado local

Visitar a ilha é fundamental e por isso compramos uma viagem guiada para dar uma volta e conhecer mais um pouco da cultura. A “capital” é um local onde se pode ver um pouco mais, sem ser na zona turística, que obviamente é muito trabalhada para agradar aos turistas. Em Espargos é possível ir aos mercados e ver frutas que não conhecemos. Também visitamos uma escola e aqui dou um conselho, para o qual não íamos preparados. Algumas pessoas do nosso grupo foram prevenidas com livros escolares, lápis e canetas. Se forem a Cabo Verde e tiverem a possibilidade de visitar uma escola, dêem este material aos alunos , pois sendo um país mais pobre, têm dificuldade em ter este tipo de artigos. E eles bem precisam.

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4º Salinas dentro de um vulcão
Visitar as Salinas de Cabo Verde também tem de estar dentro dos teus planos. É destas salinas que se extrai o sal que se consome no país e formam-se porque existe apenas uma entrada de água para dentro deste vulcão inactivo. Como a entrada e saída de água é só uma formam-se as condições ideias para criar este lago de água muito salgada. É possível banharmo-nos e estar com os pés e mãos por tempos infinitos fora de água (ao mesmo) tempo dada a alta salinidade. No entanto é preciso teres alguma precaução, pois não te pode ir água para os olhos. Também nos foi dito para depois do banho não nos secarmos imediatamente, pois esta água tem propriedades boas para a pele.
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5º Olho azul
Outro sítio que deves visitar na Ilha do Sal é o olho azul. Contar para quê?
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E podia continuar a falar de outras maravilhas de Cabo Verde, como a cachoupa (prato típico), o Grogue (bebida típica), o pôr do sol entre outras coisas que podes fazer na pequena ilha do Sal.
 
Quando ir? 
De Outubro a Abril porque é menos ventoso.
Outras dicas

  • 1 Euro = 110 Escudos caboverdianos. Mas não precisas de levar, porque aceitam Euros. Ainda assim, se quiseres trocar dinheiro. fá-lo na recepção do teu hotel, porque não cobram comissões.
  • Se comprares um tour, pergunta ao teu guia para te levar a um sítio de recuerdos mais barato do que encontras na praia de Santa Maria.
  • Leva Protector Solar e não apanhes um escaldão.
  • As pessoas são super simpáticas e consegues trocar um bom dedo de conversa. No entanto, não te deixes vigarizar pelos senegaleses, que estando ilegais no país tentam vender todo o tipo de coisas.

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Oeste Português – escapadinha!

Olá a todos,

Vou baptizar o meu blog com uma pequena viagem que fiz agora em Abril.

Eu e a Ana, já o ano passado tínhamos visitado esta zona, mas achamos tão bonito que decidimos “quase” repetir. Desta vez, íamos pegar mais no carro e fazer uns quilómetros para conhecer a zona do Oeste. Os nossos destinos foram Fátima, Grutas da Serra de Mira de Aire, Porto de Mós, Alcobaça, Nazaré, S. Martinho do Porto, Foz do Arelho, Óbidos, Peniche e por fim, Bombarral para conhecer o Bacalhôa Buddha Eden. Parecem muitos destinos, mas são bastante próximos uns dos outros. Cada um com algo especial para se ver.

Fizemos este percurso em três dias. Em Fátima conseguimos andar um pouco pelo centro e junto ao Santuário, que por esses dias estava em preparação para o 13 de Maio, nas Comemorações do 99º ano das aparições. É o terceiro maior santuário do mundo e um lugar muito tranquilo para se visitar. Depois de almoço arrancámos para as Grutas de Mira d’Aire. Um lugar que também aguardava visitar com grande expectativa. Nestas viagens aproveitámos para viajar pelas estradas nacionais, que permitem parar para tirar uma fotografia ou mesmo desfrutar da paisagem.

A Grutas estão preparadas para receber visitantes em inglês ou francês. No início da visita guiada, que se realiza de hora à hora, é feito um enquadramento geológico e histórico das grutas. Um apresentação de cerca de 15 minutos. Depois disso, a visita é feita com a presença de um guia, que vai dando explicações nos locais mais importantes. Para uma confortável visita, não é necessário nenhum equipamento especial. Apenas a predisposição para levar umas pingas de água na cabeça de vez em quando. Não é um local frio e não há escaladas nem locais técnicos para fazer. Estão preparadas para visitas com crianças. Através da visita ficamos a conhecer o local que tem 11 km de galerias e túneis. Claro que só se fazem as partes principais. No fim, subimos de elevador até ao nosso mundo.

Depois deste passeio subterrâneo, encaminhámo-nos para a Nazaré, onde íamos dormir. Pelo caminho passámos por Porto de Mós, que é uma vila medieval com um castelo. Depois fomos por Alcobaça. Não visitámos o Mosteiro, apenas a Igreja. A razão de termos vindo por esta vila, foi essencialmente gastronómica, para nos deliciarmos com as Cornucópias da Pastelaria Alcôa. Um verdadeiro pecado! Uma massa estaladiça com um doce de ovos de bradar aos céus. Realmente muito bom.

Chegámos à Nazaré ao fim da tarde, ainda o sol não se tinha posto. Ficamos a apreciar a paisagem. Estava na expectativa de observar as ondas gigantes, mas nem vê-las. Estava um fim de tarde calmo, sem muito vento. Como nós, estavam os surfistas, acampados e a beber um chá quente depois de um dia no mar. Aproveitei para fazer uns vídeos e tirar umas fotos, enquanto esperávamos pela hora de jantar.

Para jantar fomos à Casa Pires. O manjar estava muito bom. Escolhemos arroz de marisco e o serviço foi impecável. Para dormir tínhamos reservado o Hotel Oceano, que está muito bem localizado. Tínhamos escolhido este porque era um hotel bem localizado na praia da Nazaré. Só precisávamos mesmo de dormir e pequeno almoço. O hotel até foi uma surpresa, pois tinha sido renovado à pouco tempo. Tanto o atendimento como os equipamentos estavam impecáveis.

No dia seguinte de manhã, avançamos S. Martinho do Porto e Foz do Arelho. Esta zona é realmente muito bonita. Por entre as falésias esculpidas pelo mar vão surgindo estas vilas piscatórias, que dão abrigo aos barcos de pesca. Hoje, zonas de praia, são muito bonitas de visitar e aproveitar a paisagem. Um detalhe muito importante é fazer esta ligação pela “estrada atlântica”, onde nos apercebemos da bela da zona.

O nosso destino era Peniche, portanto a caminho ficava Óbidos. Uma breve paragem para contemplar o castelo e apreciar uma ginjnha em copo de chocolate. Óbidos permite um belo passeio a pé. Tem muitas lojas para visitar e até uma igreja transformada em livraria. É possível visitar todo esse centro medieval tranquilamente e observar os turísticas que chegam constantemente em grupos.

Partimos para Peniche. Queríamos aproveitar o resto do dia no Spa do Hotel e ficar a descansar. Ficamos alojados no MH Atlantico Golf, com jantar incluído.

De manhã fomos visitar Peniche. Estivemos no Cabo Carvoeiro, o ponto mais a Oeste da Europa Continental e no Forte de Peniche, onde estiveram os presos políticos da Ditadura. O local está muito degradado, ainda assim conserva um museu e algumas zonas de livre acesso.

O nosso objectivo era visitar ainda o Bacalhôa Buddha Eden, o maior jardim oriental da Europa. Aconselhamos a quem levem almoço, porque é bastante caro almoçar lá. Ainda assim o sítio é lindíssimo, como podem ver pelo video que apresentei.

Entrada nas Grutas de Mira de Aire – 6,60€
Castelo Porto de Mós – 1,5€
Cornucópia na Pastelaria de Alcôa – 2,20€
Bilhete para entrada no Mosteiro – 6€ (ou 15€ se juntar também o Mosteiro da Batalha e Convento de Cristo)
Jantar Casa Pires – 40€
Hotel Oceano – 35€
Copo de chocolate com ginja de Óbidos – 1€
Hotel MH Atlantico Golf c/jantar para dois – 48€
Entrada – 3€ + Almoço Bacalhôa Buddha Eden – 12€ por pessoa